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  1. Tudo já foi dito

    14 de abril de 2014

    pitacos

    Nenhum pitaco


  2. Pitacos

    11 de abril de 2014

    Uma amiga comentou que cansou de vir aqui e não ter atualizações. Outra, perguntou por quê o Pitacos não tem página no Facebook. Simples. Porque eu cansei.

    Simplesmente amo (quase) todas as pessoas que o blog trouxe para minha vida. Algumas são realmente minhas amigas, gente que eu gosto de manter perto. Adorava fazer meus desabafos, aqui, dar meus pitacos por tudo e qualquer coisa. Era bom soltar meus demônios. Mas tem sido difícil…

    Não posso falar o que eu quero, porque o inimigo está por todo lado, só esperando eu cometer alguma gafe. E, sim, há pessoas que são minhas inimigas, apesar de eu só ter desprezo por elas. Como sou filhote de Oscar Wilde, se fosse para eu ter inimigos, os escolheria pela boa inteligência. Este monte de patife acéfalo que resolveu me odiar não me interessa. Mas eles se interessam por mim. Que pena…

    Falar a verdade – mesmo que uma verdade assumidamente só minha, ultra pessoal -, não fazer rodeios, não concordar com qualquer bobagem, não se sujeitar a humilhações e, principalmente, reagir não são comportamentos bem aceitos nesta cidade de cordeiros. Cansei de me calar, de me censurar, de tolerar, mas é o que temos para o momento. E, se for para ser pelas metades, prefiro não.

    Por enquanto, estou no Facebook, defendendo a causa animal, assinando petições, compartilhando adoções e batendo boca com gente babaca. Quem sentir minha falta, pode solicitar amizade.

    Dia 14 o blog faz 4 anos e volto para dar tchau.

    Beijo e obrigada a todos que me fizeram companhia – ou raiva – nesse tempo todo.

    2 pitacos


  3. Sobre galinhas, pintos e micos

    7 de março de 2014

    Sigo e sou amiga de veganos no FB. Acho lindo como eles enxergam as galinhas. Animais belos e bons. Eu enxergo muito diferentemente.

    Galinhas são egoístas, fazem qualquer coisa para ficarem em vantagem e comerem mais e melhor do que as outras. Elas prezam conforto e boa vida. Mães abandonam as crias ainda novinhas e indefesas, porque preferem dormir na árvore do que no ninho. Mães pisam em filhotes porque querem alcançar a comida antes deles. Mães deixam filhotes com sede e fome, porque não querem a comidinha deles – que eu coloco separadamente. Elas saem do lugar protegido e se jogam no mundo, com os piantes atrás, tentando alcançá-las. Se não conseguirem, que se danem.

    As outras galinhas e galos, então… Já peguei galo comendo pintinho. Vivo. Galinha matando pinto em aterrissagens não calculadas. Galinhas beliscando pintos para que eles saiam da fila da comida. Como se fosse pouca a comida. Sobra sempre, inclusive, mas, né? Sobrevivência é isso aí.

    Galinhas são arruaceiras, briguentas, barulhentas, agressivas, roubam ninho umas das outras. Isso tudo, estando livres. Tendo terra à beça pra ciscar. Meu sogro, recentemente, resgatou umas galinhas de granja, porque, quando a produção cai, elas são vendidas para abate. Ele não as quis salvar, só pensou que, apesar de pequenas, rendiam um caldo. Geralmente, elas são novinhas.

    Pois, bem, ele as levou pra casa, mas teve que mantê-las longe das outras. Elas simplesmente atacavam as galinhas “de roça”. Estresse? Provavelmente. Mas as minhas, que não têm de onde tirar estresse, fazem o mesmo.

    Galos brigam à toa, estupram, comem os ovos. Alguns são galantes, fazem a corte e constituem “família”, mas são raros – e os favoritos delas. A maioria, pega à força.

    E toda essa introdução é para dizer que, dos 11 pintinhos, morreram 11. Desidratados, famintos e imundos. Alguns deles, pisoteados pela mãe que os protegia de algum inimigo imaginário. Chegamos tarde para o salvamento. Resgatamos 5, mas não resistiram. E eu, que prometi não interferir, bem… Descumpri.

    E para me mostrar que bichos podem ser bons pais e solidários, os miquinhos que frequentam a casa enfrentaram, em grupo, uma das gatas que tentou pegar o filhotinho deles, que desceu da árvore para explorar o terreno. O filhote se salvou, a gata não o machucou – nem tentou, só ficou curiosa, mesmo – e a família saiu xingando horrores.

    Galinhas caíram definitivamente no meu conceito. Micos, subiram.

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  4. Mundo animal

    2 de março de 2014

    Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece… Dos 21 pintinhos que nasceram no fim do ano passado, restaram 6. Como eu decidi deixar a Natureza seguir seu curso, não fiquei resgatando pintos, aquecendo em lâmpadas, dando comidinha especial para eles. Parti para o viver e deixar morrer. Pois morreram aos montes. No fim das contas, lá estava eu resgatando de chuva e levando pra lâmpada para que não morressem todos.

    Os sobreviventes estão mais fracos e menores do que deveriam estar. Não me culpo, culpo as mães, que fazem tudo errado. Nem sei como galinhas sobreviveram ao longo dos tempos com tão pouco instinto de proteção aos pequenos. Elas querem confusão, briga e comida. Amor e cuidados? Nhé…

    Resolvi não deixar mais ninguém chocar, enquanto não colocasse ordem no galinheiro. Pois uma maldita garnisé conseguiu escapar da minha vigilância e chocou. Não sei onde. Só sei que nasceram 11 – ou sobreviveram 11. Estão todos na quadra, cercados de gatos e cães, pipiando e ficando pra trás… Não vou me meter. Juro.

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    Principalmente, porque, além do Anti-Cristo, estou com problemas com o Toro, desde 6 de janeiro. Uma simples bicheira se tornou um pesadelo. Ele ficou internado por um mês. Teve pneumonia, anemia e está na capa. Voltou pra casa há quase um mês e, desde então, está sob cuidados intensivos. E nada de ficar mais forte.

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    IMG_0674Puro Osso

    E, para piorar a situação, não se encontra mais ração de gatos em Itaúna. O Will tem alergia à Whiskas – com o pacote de 3kg custando R$ 40,00, eu também tenho. O Pudim não pode comer Friskies. A Gran Plus, da Guabi, que era a que satisfazia a todos, não é mais vendida na cidade. Estou tendo que pagar R$ 27,00 só de frete por pacote de 10kg de ração. Dá para meio mês… Estou comprando na Meu Amigo Pet. São atenciosos e o preço está muito bom. Com o frete salgado ainda sai mais barato do que quando comprava aqui na cidade. Mas como nem tudo são flores - senão, não seria mais um problema – se o Correio atrasa, eu fico sem ração pros pimpolhos… Aconteceu este mês.

    O Meu Amigo Pet foi uma maravilhosa dica da Bia!

    Ah! O carcinoma da Gasolina regrediu e ela está 100%. Mas fica a dica: filtro solar nas orelhas e narizes brancos! A Pet Society tem um específico para pets. Vale o investimento/trabalheira, porque se cuidar da bicharada saudável já era caro/dureza, quando alguém adoece, eu quase morro.

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  5. INRI Cristo, o Anti-Cristo

    27 de fevereiro de 2014

    Eu estou com um mega problema e estou atirando pra todo lado. De repente, você pode me ajudar.

    Eu tive um único gato por 7 anos, o Rasputim. E, de repente, eu tinha 4.

    Rasputim começou a marcar território e foi o fim do sossego. A casa virou um mijódromo, mesmo sendo TODOS castrados e, 3 deles, fêmeas. Mas a gente se acostuma vai limpando.

    Mais 4 anos se passaram e, em poucos meses, apareceram mais 3 gatos na minha vida.

    Rasputim, cada vez mais velho, gagá e doidão, parou de marcar território em casa, se aposentou, mas virou um velho tarado que fica tentando cruzar com qualquer outro gato da casa.

    Dos três novos, uma das fêmeas, a Pixie, é mijona e anti-social. Os outros dois, Guapa e Will, são amigos.

    No fim das contas, eu tinha:

    • Um gato velho e pervertido – Rasputim;

    • 2 gatas castradas tentando dominar o território e demarcando com xixi – Gasolina e Pixie;

    • Um macho mais novo que, de vez em quando, dá uma marcadinha – Will;

    • Uma fêmea, da segunda leva, tão lesada que faz xixi onde dá a vontade – Panqueca;

    • E duas outras fêmeas que sabem usar a caixinha – Guapa e Biobio.

    As turmas se dividem por tempo de casa. Tirando a Pixie, que não gosta de nenhum outro, os membros de cada turma se dão bem entre si, mas rivalizam a outra.

    O xixi é limpável, a confusão controlável, então, vida que segue. Ou seguia…

    No Natal passado, entrou mais um gato na minha casa, o INRI Cristo. Como não havia veterinário disponível, deixei-o separado, até ser testado e vacinado. E, mesmo vacinado, testado e castrado, ele continua separado, até hoje. Por que? Bom, ele é um encrenqueiro. Já bateu em todos os outros gatos, todos muito maiores do que ele. Nem sequer permite aproximação e parte pra briga. É assustador. Não sei como fazer para socializá-lo, já que ele é cattus non grato. Não posso mais deixá-lo preso no meu quarto, porque preciso viver e ele, também. E não tenho como doá-lo: eu o amo e ele é um vira-lata comum de um ano de idade.

    O que eu faço com ele?!

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  6. Origami

    21 de fevereiro de 2014

    Carol Gerber* disse que corações são fortes, não se quebram, só se dobram. O meu é um origami detalhado. Não sei se desamarrota algum dia.

    Estou protovegetariana. O que quer dizer que ainda não sou vegetariana, mas vou ser.

    Depois de um tempo, não há espaço para voltar, a opção é ir em frente. Eu não sou o Roberto Carlos, sou decente.

    Não tolero mais cheiro de carne. Nem gosto de tocar nela. Se antes eu poderia muito bem passar um bife pro marido, agora eu saio da cozinha quando ele o faz. Não é frescura, é dor.

    Dói, porque eu sei como esse “bife” viveu antes de virar almoço. Marido diz: “mas no Brasil não é assim. O gado é criado solto. Não há confinamento. E a morte é rápida”. É o nível de abstração dele, não tenho o direito de ir contra. Ainda mais, porque uso essa mesma abstração para continuar consumindo laticínios. Por enquanto…

    A maioria das pessoas come carne porque faz questão de ignorar todo o processo. O “produto” chega suculento ao prato delas. Se elas soubessem os bastidores, não comeriam. Mas não sabem e, se sabem, abstraem pela gula. E não estou falando de degolar uma galinha, enquanto o corpo, sem cabeça, sai correndo. Estou falando de qualidade de vida do animal, de doenças, de remédios, de higiene, de armazenamento, de “maquiagem”, de preparo. A morte, para mim, é o menor dos problemas. Morrer faz parte. É todo o resto, é toda a “indústria do alimento” que me aterroriza.

    E pior do que a indústria do alimento, hoje em dia, é a indústria da moda. Isso inclui vestimentas, cosméticos e essa poha toda que as pessoas usam para tentarem ser bonitas.

    Os testes cosméticos têm sido banidos em lugares decentes. A China, sempre ela, insiste. Não entendo o porquê, além de por sadismo e desrespeito. Teste em animais não me impediram de ter alergia à Avon. Eu não sou um coelho. Ele não me representa.

    Não me venha alegar que não há alternativas aos testes. Há. Muitas. Basta procurar – dá um Google aí.

    Não me venha dizer que, mesmo que eu compre Natura, que não testa em animais, nada impede que o fornecedor da Natura faça os testes. Isso não é argumento. Baixar a cabeça para a violência, porque combatê-la parece impossível, nunca foi saída. Eu tento.

    A saída talvez não seja assinar petições, mas eu as assino mesmo assim. Fazer pouco é melhor do que não fazer nada e criticar quem, pelo menos, faz algo. A saída talvez não seja o boicote às marcas que usam animais de alguma forma, já que é praticamente impossível se livrar delas – até absorventes higiênicos são testados em animais. E pra quê?!

    A saída é, sempre, a conscientização. A saída é o amor.

    No Facebook, tenho seguido a página do Anti-Fur Society. Acho que eles erram na abordagem. Eu fico chocada, escandalizada, aos prantos com algumas postagens, mas eu não uso peles – ou qualquer tipo de couro, seda ou lã -, eu não sou o alvo. O alvo nem olha e, ainda, reclama da violência das imagens. Às vezes, os membros da Anti-Fur são agressivos e infantis, mas eu tento entender. Impotência e horror destroem camadas de racionalidade. E o que se tem visto por aí é de se duvidar da razão, é de quebrar o mais forte dos corações.

    Mas o problema deste mundo são os corações fúteis, frios e duros.

    Não vou ilustrar este post com imagens chocantes, não vou falar sobre chineses ou sobre caçadores. Você tem direito ao seu nível de abstração. Mas vou pedir, por favor:

    Diga não ao uso de peles, mesmo as “faux”. Tem muito gato, cão e lebre sendo vendidos como sintéticos, porque são mais baratos, já que matar e esfolar não requer tecnologia. Um dos ratinhos dos meus gatos é feito de pele natural – descobri isso um dia desses… Animais sofrem muitíssimo para enfeitar roupas e acessórios. Isso não é certo.

     anti-furVocê pode viver sem minha pele. Mas eu, não.

    E, na medida do possível, se liberte das abstrações. Eu sei que viver neste mundo não é fácil, não mesmo. Mas só é tão duro, porque há gente demais usando venda. Quando as pessoas se libertarem do medo, da preguiça, do comodismo e da vaidade besta, o mundo terá uma chance. E eu queria muito de ter a chance de ver isso acontecer…

    * Personagem em Corações na Atlântida, do Stephen King. Amei o livro.

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  7. Algum nível de abstração

    É muita coisa. É o excesso do que dizer que me cala. Não sei por onde começar; não há um começo claro. São 200 mil anos de História e… E?

    De onde viemos está claro. Para onde iremos, também. O que nos move é o que eu gostaria de saber.

    O que me move? Gatos. Gatos são o que me estagna, também. “Na verdade, eu acho que viver é o pior dos hábitos”* e me habituei firmemente a ele. Então, sigo, mas nem tanto.

    A realidade tem sido tão bizarra e assustadoramente irreal, que quero refúgio. Eu preciso viver em algum nível de abstração e este não se encontra mais na terra prometida das redes sociais.

     

    * Pete Riley, in Corações na Atlântida, de Stephen King.

     

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  8. Hipocrisia

    9 de fevereiro de 2014

    Todo mundo é alegre e contente enquanto acha que está dando as cartas. Todo mundo está supersatisfeito enquanto não tem que assumir as consequências. Todos os outros são insuportáveis e dispensáveis, enquanto não se está perdendo dinheiro. O trabalho é chato, o salário é pouco, mas se pode-se chegar atrasado ou faltar quando bem entende, tá valendo. Todo chefe é bacana até que impõe limites para o excesso de liberdade. Toda chefe é joia enquanto faz vista grossa para a arrogância e incompetência. Todo dedo na cara é válido, desde que não seja na minha. Todo mundo é honesto até que é pego em flagrante. Toda hipocrisia é inocência, toda a culpa é do outro. Mas toda m*rda fede, não importa de quem seja.

    Que espécie de caráter é esse que tem-se construído? Que mundo é este no qual temos vivido? Tem hora que cansa nadar contra a correnteza. E eu lhe digo, eu posso ser má. Eu posso ser péssima. E eu posso até gostar.

    Que sorte que eu tenho bichos em casa.

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  9. Micos

    24 de janeiro de 2014

    Impossível odiar os micos por muito tempo. Eles são pequenos marginais, mas não chegam a ser um Bieber. São simpáticos, bonitinhos, cativantes. Não firmei amizade – e nem vou -, mas também não quero mais a caveira deles.

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  10. Meu reality show

    19 de janeiro de 2014

    Eu queria muito ter meu próprio reality show. Iria ser muito bom. Minha vida é um drama sem fim só pra mim. As outras pessoas parecem se divertir com ela, então, por que não capitalizar? Minha grana é sempre curta, mesmo.

    O tema da abertura da primeira temporada poderia ser aquela música do KLB, que diz: “vida, devolva minhas fantasias”, etc.

    Ele se chamaria Farmília e mostraria, com bastante edição, o que é ter uma agência de publicidade em Itaúna, repleta de bichos, insanidade e dramas.

    Agora mesmo, o Toro está internado por causa da bicheira. A assistente do veterinário me disse: “não fica assim, a culpa não é sua”. Sorri para não dizer: “eu sei. A culpa é do seu patrão açougueiro.”

    A Nikita está desconsolada sem o Toro. Sou uma cat person extremamente cansada e não dou conta de lidar com energia e carência de cachorro.

    A Gasolina está com câncer de pele no nariz. E, desta vez, a culpa é minha, que nunca passei filtro solar nela, mesmo sabendo que ela curte ficar ao sol.

    IMG_0600Remelenta, porque o veterinário pediu para não limpar antes de saber do que se tratava, já que poderia ser algo contagioso.

    Do punhado de pintinho que nasceu, só tem um punhadinho. Hoje, nasceram mais, e já morreu, pelo menos, um. Teve parte da cabeça arrancada. Quem matou?! Pode ter sido o galo que peguei em flagrante no ninho. Pode ter sido tiú (ou teiú), já que a Gasolina encontrou um baita de um filhote. Pode ter sido mico. Até camundongo, não descarto.

    Galinhas são bichos muito estranhos. As melhores cenas seriam protagonizadas por elas. É muita loucura e tumulto por muito pouco.

    E “temos” micos. E eu os odeio. Muito! Parecem gente, aquelas pragas. Parecem MST dando rolezinho. Saqueiam e sacaneam as galinhas. Invadiram e se sentem à vontade na minha casa. Comem os ovos, comem os pintinhos, comem as frutas todas do pomar, empesteiam a casa com pulgas, assoviam o tempo todo. E o Ibama nem me deixa matá-los… Micos, eu mataria… Odeio-os.

    Cristo, o gato novo, não se adaptou aos outros. E o pior é que, ao contrário de todas as outras aquisições, a culpa é dele. Todo mundo ficou de boa, tranquilo, com aquela cara de: “mais um, sei…”. E ele fingiu de legal e atacou todos, um por um. Tocou o terror e ganhou a alcunha de Anti-Cristo. Está aqui, sendo lindo e fofo comigo, trancado num cômodo, esperando o Sr. Limite chegar.

    E ainda tem os outros gatos, loucos e divertidos, fazendo coisas de gatos. E eu, louca e histérica, tentando por ordem nesse imenso galinheiro que é minha farmília.

    Você assistiria e comentaria no Twitter e no FB. Certeza!

    P.S.: querido Ibama, ninguém matou o tiú. Nós o capturamos e soltamos no bairro de rico seguinte, porque há de ter comida lá. Lixo, tem.

    tiu

    lixo

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