Eu quero você, como eu quero!

Eu não tenho o menor apego por carro. Nunca nem quis aprender a dirigir. Aprendi obrigada e perdi a carteira de motorista. Não faço ideia de onde guardei… Mas quando eu vi o Uno novo, eu pensei: “é esse!” Eu já havia pensado isso quando vi o New Beetle, quando vi o 500 – original, não gostei desse novo tanto assim.. – o Mini Cooper – idem. Mas, sério, eu não tenho tanta grana assim, nem para sonhar com esses “ex-carros populares que viraram carro de luxo”. O Uno é meio carinho, mas é mais acessível. E é lindo…

Eu sou mulher e designer. Carro feio, never!!

Olha que petuti!!

E, sim, lembra o Soul. Mas o “carro design” não me agradou mesmo!

Quero o verdinho ou o amarelinho!!

Absolvida!

Eu havia falado que Melissa é feita de plástico, material produzido a partir do petróleo. Mas Melissa é feita de PVC, cuja explicação para o que se trata encontrei aqui. Transcrevo:

Um dos aspectos ambientais mais importantes e benéficos do PVC está na origem de suas principais matérias-primas e insumos: cloro, eteno (também conhecido como etileno) e água. A principal é o sal marinho, recurso renovável na natureza. A partir dele, se obtém o cloro, que representa 57%, em peso, do PVC. Os 43% restantes são obtidos a partir do petróleo, utilizado na forma de eteno. Entretanto, deve-se destacar que o Brasil possui tecnologia para sua obtenção a partir do álcool da cana-de-açúcar, tornando-se também um recurso renovável e, por conseguinte, inesgotável.

Devido a essa baixa dependência do petróleo, o PVC consome apenas 0,3% do petróleo extraído no mundo, índice bem pequeno na medida que é um dos 3 plásticos mais utilizados. No caso do PVC, cujo processo de produção é eletro-intensivo, há uma outra vantagem ambiental importante: a água, abundante no país, é largamente utilizada em usinas hidrelétricas para gerar energia limpa, aplicada também na fabricação do PVC.

Essas constatações, por si só, já credenciam o PVC como um plástico que atende a um dos requisitos básicos do Desenvolvimento Sustentável.

Além disso, o PVC é:
Resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores;
Resistente à maioria dos reagentes químicos;
Impermeável a gases e líquidos;
Resistente às intempéries (sol, chuva, vento e maresia);
Durável;
Reciclável e reciclado;
Fabricado com baixo consumo de energia.



Se há ou não presença de silicone nas Melissas, não consegui descobrir, mas silicone é reciclável, também.

Ou seja, até agora, nas minhas pesquisas, Melissas são ecologicamente corretas. Além de bonitas – eu gosto – e duráveis!

Melissa

O Kiko, meu amigo e marido da Mari, me enviou um link para uma revista em francês – não sei de onde, talvez, Suíça – e, com a ajuda de nosso Google Tradutor, posto aqui para vocês.

Se você, como a Lou, souber francês – coisa chique! – e quiser traduzir melhor, clique aqui para o post original.

Plastique aux pieds

Criar o design de um calçado ainda desconhecido. Explorar a forma quase esquecendo função. E liberando todas as referências à tradição do couro. Esse foi o impulso criativo oferecido aos alunos no segundo ano da Escola Superior de Arte e Design, em Genebra, como parte de um workshop supervisionado por Edson Matsuo, diretor artístico Melissa.

As sandálias de plástico e aroma de morango desta marca brasileira existem há trinta anos. Mas é a recente colaboração com designers renomados, como Jean-Paul Gaultier, Fernando e Humberto Campana, Vivienne Westwood e Zaha Hadid, que colocou os pés fashionistas das zonas urbanas do mundo em transe. Chinelos, sapatilhas, scapins, botas, todos os modelos são feitos inteiramente de PVC reciclado. Muito elegante, confortável, barato e indestrutível, esse material mexeu com os códigos de elegância nas pontas dos pés, ao propor uma estética que, às vezes, ultrapassa os limites do sapato prático em favor do objeto escultórico. E é esta liberdade criativa que levou Bertrand, chefe da seção de Design de Moda da escola, a iniciar uma parceria com a marca. Abordar este acessório de um novo ângulo, sob o risco de desestabilizar alguns alunos e desinibir os outros.

Calçado com um par de Richelieu preto desenhado para a nova coleção Melissa para homens, com o rosto escondido atrás de sua câmera, Edson Matsuo descobriu com espanto o trabalho sincero dos estudantes, em Genebra, em Maio passado. Sempre à procura de novas variações exploratórias para suas coleções, o arquiteto, por formação, elogiou a coragem demonstrada pelos jovens designers. Ele mesmo pretende desenvolver um protótipo e comercializá-lo em 2011, mas ainda não foi revelada sua escolha. Aqui, um dos modelos criados.

Depois de Jean-Paul Gaultier, Vivienne Westwood e Zaha Hadid, foram os estudantes do Haute Ecole de Arte e Design, em Genebra, que imaginaram um par de sapatos de plástico para a marca Melissa.

Fonte: Le Temps

Coisas que descobri nesse FDS e NFU Oh

Nesse fim de semana, enquanto alguns ainda comemoravam o empate do Brasil com Portugal, eu li. Li um livro bacana, atrasada, se for pensar que já até virou filme – que me recuso a assistir! – que é Anjos e Demônios, do Dan Brown. E li blogs sobre assuntos que vivem aparecendo aqui: maquiagem e esmalte. E descobri com minha leitura:

– que Dan Brown é casado com uma historiadora de arte, ou seja, a pesquisa é feita em casa;

– que esmalte com glitter é a peste na hora de tirar eu já sabia, mas descobri uma técnica que promete facilitar esse trabalho, aqui. Não testei. Ainda!

– que baby oil retira aquela maquiagem à prova d’água e com glitter que azucrinam meus olhinhos. Vi isso aqui. Doida para comprovar!!

– que dá para reaproveitar cílios postiços. Eu achava que eram descartáveis, mas, segundo a Marina Smith, não precisam ser. Aqui.

– que a Akbox agora é Sack’s. Eu havia dito que o site que eu sabia que vende Bourjois no Brasil estava fora do ar. Era do Akbox. Voltou no sábado, como Sack’s. Bom é que o rímel está mais barato!!

Ah! Isso eu já havia descoberto, mas é bom compartilhar: os esmaltes holográficos da NFU Oh devem ser usados com a Aqua Base Coat da marca. Isso, porque os esmaltes são muito difíceis de passar – menos de três camadas, nem pensar – e duram pouco demais para o trabalho que dão – em dois dias, já vão sumindo das unhas. Ele não descasca, ele desbota e some, mesmo. Não sei se a base faz tanta diferença nisso, pois não a tenho, mas o site a recomenda para barrar esse desgaste da cor. E quem for investir no esmalte pode investir na base, just in case. Cada um sai a 12.50 dólares! E nada de passar roxinhos ou qualquer top coat sobre os holos. Esses produtos matam o efeito!!

Para quem perguntou, vende-se NFU Oh no site Fabulous Street via Paypal ou cartão internacional. Sugiro não comprar no cartão, pois está havendo uma série de reclamações quanto à segurança da compra com cartão nesse site. Melhor prevenir. Entregam no Brasil. O frete é meio carinho. Vale a pena juntar umas amigas para meiar o preju…

Os holográficos são os Holo #61-66 e os flocados são os “Flakies” #37-60. Confie nas cores do preview, pois a cor do vidro engana muito. Um que não tenho, mas que achei lindo é esse: GS 14. É com glitter, nem holo nem flocado.

Rímel roxo

Eu procurei, procurei e procurei… Perguntei para blogueiras afixionadas por maquiagem, mas me ingnoraram. Ainda bem que existe a Elle. Ainda bem que eu tinha este número, esquecido e empoeirado. Enfim, minha busca cessou. Achei! Sim, estou falando de um bendito rímel roxo que cubra as pestanas e fique lindo. Eu tinha visto em um site os rímeis da Bourjois. Mas são bem caros – na faixa dos 60 contos. Não dá preu ser mais precisa, porque o site está out – e fiquei com medinho, sabe?! Minha experiência com o Jelly Pong Pong não foi feliz, mas, pelo menos, ele foi barato.

Aí, enquanto o sócio mexia no meu computador, fui folhear revista velha. Achei um artigo na Elle de março de 2010 sobre maquiagem colorida e lá estava ele, o Coup de Theatre, da Bourjois, ilustrando a matéria.

Isso, sim, é pestana roxa!!

Lá fui eu pro Google, para saber tudo!

É um produto já tradicional da marca. Promete cílios tão intensos que parecem postiços(!), graças às microfibras de nylon que garantem a expansão dos mesmos. É dermatologicamente testada. Pesquisei e é cruelty-free, ou seja, não testam em animais! Vem nas cores Noir Exceptionnel (preto), Brun Fabuleux (marrom), Bleu Spectaculaire(azul) e Violet Sensationnel (violeta).

O azul parece ser lindo!… Eu quero!!

Oferta da Semana

O site da Eyeko mudou. Está em Português, em homenagem às ávidas consumidoras brasileiras!!, em dólar e mais bonitinho. E, esta semana, tem oferta bacana. Nas compras acima de 15 dólares, você ganha o Tea Rose, aquele esmalte lindinho que já postei aqui. Isso é bem bacana, toda semana, tem um brinde novo!!

Para quem quiser experimentar, a Eyeko entrega no Brasil por módicos US$ 7.50 ou entrega gratuita em compras acima de US$55.00. Já comprei algumas vezes e sempre chegou rápido e sem problemas. Mas isso é sorte – depende do humor dos Correios.

É tudo!!

Ontem G-Zuz estava mal, não conseguia nem andar…Bateu um medão de perdê-la… Hoje, entendi tudo! G-Zuz virou mocinha!! PQP! G-Zuz botou um ovo!! No dia de São João! Moça católica!!

Mas esse post não é sobre G-Zuz. É sobre o namorado e o bom gosto que ele tem. Claro, está comigo!! Mas, não, não é sobre minha formosura.

Eu tenho mãos feias. É muita pele, parece que elas eram gordas, emagreceram e ficaram as pelancas penduradas… Minha tia diz que tenho dedos de macarrão. Ou seja, não é exagero meu… De qualquer forma, são minhas, funcionam e tá valendo. Mas, por serem feias, nunca fui muito fã de anel, que levam o olhar das pessoas às mãos e, consequentemente, revelam a aparência delas ao mundo. Mas o namorado gosta das minhas mãos – moço bom! – e gosta de anéis. E já me deu três, todos lindos! Olha só:

Esse último é de vidro, cheio de bolinhas!!

Aproveito para mostrar meu esmalte de torcer para Portugal. Vermelho Paixão, da Avon, com NFU Oh 50, com fundinho furta-cor que fica verde, dependendo da luz!!

E essa coisa imunda aí, embaixo da minha mão, é a Vaca. Ela se dispôs a pousar para as fotos desde que eu não me importasse em fazer carinho na cara suja dela. Fofa!!

Alex Noriega

A Chata de Galocha postou sobre o Alex, um dia desses, e comecei a ver os quadrinhos dele em todo blog que eu clico. Coincidência?! Até pode ser, mas acho mesmo é que a Lu é uma formadora de opinião eficaz. Apesar de chata de galocha… Eu gosto dela…

O cara tem umas boas tiradas e uns desenhinhos bem fofos.

Você não é tão estranho quanto pensa. Todos se sentem um pouco diferente dos demais.

O Alex te deixa à vontade para usar um ou outro trabalho dele no seu blog, desde que, não mais que três e se coloque crédito. Senão, ele chuta seu traseiro!!! Para não ter meu traseiro chutado, link aqui!!

Promessas

Eu vivo me prometendo que vou levantar cedo e me arrumar – me maquiar – para passar o dia me sentindo linda e usar aquele monte de produtos que eu comprei. Eu vivo me prometendo usar hidratantes após um banho não tão quente. Eu vivo me prometendo comer frutas e parar com os refrigerantes e o café. Eu vivo me prometendo cuidar do meu cabelo e viver depilada. Eu vivo não cumprindo…

Atenção! Bicho Raro

Eu sei que está ficando cansativo esses meus posts sobre preconceito. Mas tem coisas que me corroem a alma e esse blog é meu local de desabafos. Ou você acha que toda essa futilidade sobre esmalte não é um desabafo? É!!

Julia Petit tem um site, o Petiscos. Ela mesma, pouco se manifesta. Mas tem um pessoal lá que adora postar sobre gordinhas. Gordinhas antenadas, gordinhas na moda, gordinhas tendência, gordinhas em capas de revistas, em desfiles, em blogs… E isso lá é assunto?! Nós, gordinhas – sim, me encaixo no contexto – somos gente, acima de tudo. E, como gente, algumas são bonitas, outras, não. Algumas são ousadas, outras, não. Algumas sabem se vestir bem, outras, não.

Eu não sei. Eu sabia me vestir quando eu era magra e tinha 19 anos. Perdi meus parâmetros quando a idade avançou, mas meu cérebro continuou gostando de heavy metal. Depois disso é que engordei. E eu gostava de ser magra porque minhas coxas não ralavam umas nas outras até assar e minha barriga não fazia gomos de banha. Isso não tem nada a ver com moda, TV, revistas de celebridades. É coisa minha, nada imposto por ninguém.

Mas, voltando: sim, há gordas lindas e bem resolvidas – já falei disso – e embora eu não seja uma dessas, – no caso de bem resolvida como gorda, deixo claro. Eu sou linda! – eu consigo percebê-las sem ajuda de sites formadores de opinião. Ninguém precisa apontá-las como se fossem um bicho raro, que, se ninguém te contar que existe, você nem imagina. E os comentários: “agora sim looks de gordinhas perfeitos!!!”. Sério?! Até então, essa cidadã só havia visto gorda mal vestida?! Gordas – e não plus size ou GG, por favor! – bonitas e bem vestidas não são raras, não são exceção, não são aberração!!!!! É comum. Talvez, olhos mal treinados, que só enxergam vara pau, não percebam, mas é comum!

E volto a dizer: temos que parar de dividir o mundo entre gordos e magros, baixos e altos, negros e brancos. O mundo é mais que isso! Há gente bonita e há gente baranga de qualquer cor, religião, nacionalidade, ideologia e/ou formato. Feio, é não saber disso.