Para qual lado?

Eu sou narcisa, me disse a Valéria, minha amiga psicóloga. Talvez, por isso, eu use o anel voltado para mim.

Eu

A Lu Ferreira usa voltado para fora.

Lu Ferreira

Fiquei em dúvida se existe um certo ou errado ou se é questão de preferência… O marido disse que o certo é voltado para fora, para quem pegar sua mão ver o anel na posição certa. Será?!

Alguém sabe (ou tem uma opinião sobre isso)?

Big Universo

Eu já falei da minha reserva em relação aos esmaltes nacionais. A Patrícia comentou, no post sobre o Iridium, que a BU demora demais para colocar à venda seus lançamentos, mas acredito que poderia até demorar mais um pouco.

A coleção de primavera-verão, por exemplo, sobre a qual falei aqui, foi posta à venda antes de estar pronta para isso. As cores dos esmaltes são lindas, mas a cobertura é sofrível. Um horror. Se dá para fazer esmalte que não manche – e dá -, que não pareça corretivo, que não fique tão grosso que dê bolinha e demore a secar, por que, então, não fazer? Demora? Eu prefiro esperar por um lançamento do que comprar um esmalte que terei que descartar.

A Colorama demorou muito para lançar os esmaltes pastéis camada única. Falei deles em julho e eles só saíram em dezembro. Mas, ao que parece, são muito bons – ainda não testei, mas acredito na Lia. É muito tempo? Talvez seja só o suficiente.

Há marcas demais de esmalte no Brasil. Se uma delas consegue se firmar no mercado, seja por mérito, seja por patrocinar blogueiras influentes, não pode se dar ao luxo de lançar um esmaltes tão ruim como esse:

Essa porcaria, assim como os coleguinhas de coleção, dá raiva. A cor é fofa, mas, para chegar nela, são 3-4 camadas. E não seca rápido nem com óleo secante+spray secante+roxinho. Sério. Fiquei uma hora sem poder tocar em nada e, mesmo assim, amassou. Vai para o lixo, junto com Acqua e o Boreal.

Meu esmalte nacional favorito é o Turquesa, também da BU. Seca rápido, é fácil de passar, cobre bem e dura muito. Adoro, mas fico com medo dele ser uma exceção e dos outros esmaltes da BU serem como os da coleção primavera-verão, ou seja, um lixo.

Por falar em esmaltes nacionais, acabei comprando o Cintura Baixa (estava em dúvida entre ele e o Clubber) e gostei! É arregalado e é lindo.

E, para finalizar, estou louca para experimentar o preto fosco – espero que não seja uma m*, como o Twiggy e o Cigarrete – e a coleção da Isabeli Fontana para a Risqué.

Lindos, são! Que sejam bons!!

Inveja mata?

Se tem uma coisa que me incomoda nas pessoas, mulheres, em especial, é o tal de “é inveja!”. Ok, às vezes, é, mas nem sempre.

Segundo o Wikipedia, “inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materias como qualidades inerentes ao ser) e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor.” Ou seja, inveja é uma coisa feia.

E não me venha com “inveja branca”. Desejar o que o outro tem é atestado de inferioridade, já dizia Napoleão. Isso, mesmo que você não deseje mal à pessoa. Pode ser branca, pode ser rosa, é inveja e é feio. Preocupe-se em ter o que você pode ter e deixe o que é do outro para ele.

Agora, não ir com a cara de uma mulher linda, bem sucedida, rica e bem casada não é, necessariamente, inveja. Eu, por exemplo, tenho birra da Angelina Jolie. Ela nunca me fez nada, eu não sou “time Aniston”, mas, sei lá porquê, eu a detesto. Antipatia pura. Inveja? Dificilmente. Eu não quero que ela se ferre. Não desejo mal algum a ela. A felicidade dela não me incomoda. Não quero o que ela tem e não quero que ela deixe de ter nada.

Mas ela é linda, rica, casada com o Brad e famosa. Eu não quero nada disso? Mesmo? Bom, eu quero ser linda – bem mais do que sou capaz de ser – e quero ser rica – idem. Mas não quero a beleza nem a riqueza dela. E meu marido me serve melhor do que o dela me serviria – Brad não faz meu tipo – e, famosa? Nhé…

Por isso, quando alguém diz que a explicação para o “Sejaa” da XL Bündchen é besta, marqueteira e substima a inteligência da mulher, isso não é inveja. É constatação de uma verdade – nem que “sejaa” apenas a verdade da pessoa que constatou. A voz da XL é chata, ela fala mal – português e inglês -, faz careta à beça e tem uma conversa fiada que dá dó, mas é linda, rica e famosa. Então, somos todas obrigadas a admirá-la?! Espero que não, porque eu não a admiro. E não a invejo.

Por isso, antes de se tornar uma baba-ovo de celebridade e de achar que todo mundo tem inveja do seu ídolo, dê uma boa olhada em si mesma e perceba: ter ídolo é uma bobagem quando se passou da adolescência e, por mais que se admire alguém, todo mundo tem espaço para falhas e defeitos. Se você não enxerga falhas e defeitos nos outros por educação, bonito isso. Mas se é por cegueira, cuidado! Excesso de admiração pode encobrir uma pontinha de inveja.

Plastic Fantastic

Ok, eu impliquei com a Charline um tanto, mas tive motivo e não volto atrás no que foi dito. Mas ela é, definitivamente, guerreira e isso é louvável.

As meninas pularam fora do barco da Plastic Fantastic e ela tomou para si a responsabilidade de manter o site, sozinha. E aguentar fã de Melissa não é bolinho. O mais bacana é que a qualidade do site não caiu, ela consegue atualizar sempre e ainda mantém a tradição de trazer, em primeira mão, os lançamentos da Melissa.

Melissa Wanting + Snoopy

Como a Charline não vem aqui, isso não é puxar saco, então, posso dizer: hoje, sem dúvida, a admiro e, acima de tudo, prefiro ela à Tamy. E não vejo a hora de acompanhar a cobertura do SPFW no PF.

Por hora, vejam no PF as últimas novidades de Melissa. Clique aqui.

Num dia quente, em BH

Estava eu, ontem e hoje, em BH, naquele calor inclemente, ouvindo aquele sotaque horroroso – sotaque de belorizontinho é dos mais feios que existem. E eu posso falar: nasci em BH – e pensei: Carioca da Esquina!

Em plena Savassi, o lugar tem a manha de ter clima de praia. O ambiente é gostoso, os sucos são excelentes, o Mineirão é o melhor misto quente que existe. Amo!

Tomei meu suquinho (Garota de Ipanema: maçã, abacaxi, laranja e banana – acho) e fiquei feliz! Depois disso, atravessei a Contorno rumo à Leopoldina e… Decepção…

Fiquei tristíssima com a reforma da Neckartal. Nunca dá tempo de passar lá e, ontem, com tempo, descobri que está fechada. Para quem não conhece, é uma padaria alemã, com 35 anos de tradição em pães pretos densos, salsichas variadíssimas, salada de batata maravilhosa e doces divinos!! Valia a escapulida do regime. Pena.

Quem mora em BH e não conhece esses lugares… Vergonha! Ir à Savassi era meu passeio religioso de sábado. É o “bairro” mais charmoso da cidade.

Pequeno relatório de regime

57kg! Em novembro, comecei minha odisseia, rumo ao corpo magro, com 66kg. Fui viajar e voltei com 62kg. Sim, emagreci nos Estados Unidos, comendo café da manhã do Burguer King e Dunkin’ Donuts todo dia!! Mas eu andava o dia todo. Subir e descer escada do metrô me fez afinar!

De volta, comecei a pegar leve na comida. Aos poucos, fui me introduzindo no mundo de “Você é o que você come”, da Gillian McKeith. E, pior, parece que não tem volta.

Agora, não vou mais emagrecer tão rápido sem ginástica. Então, hoje, vou começar a pular na cama elástica e a fazer abdominais – emagrecer sem enrijecer, também, não dá! Não aos 36!! Já caibo na jegging que comprei e, em pouco tempo, quero caber no meu vestido de “Mary Jane”. Aí, sim, estará tudo lindo!!

Esse vestido!

Mas, voltando ao “não ter volta”: há restrições do tipo: não comer carboidratos com proteína animal na mesma refeição. Pelos gases e pela absorção de nutrientes. Sexta, morrendo de vontade de comer carne com batata, resolvi que isso era bobagem e me joguei. Passei muito mal! Sábado, apesar de ter comido torta de bombom e duas empadinhas – não resisti -, fiz tudo mais ou menos certinho. Domingo, saí, novamente, da dieta. Ah, gente… Eu estava no clube! Era domingo de sol! Caipirinha faz parte disso, né?! Não, não faz!! Voltei a passar mal demais!! Meu organismo não aceita mais nem os pequenos excessos… O jeito, agora, é ser natureba para sempre!

Purple Irony – ME

Eu amei esse esmalte assim que o vi. A OPI tem uma cor bem similar, mas gostei desse. Não conhecia a marca – ME – e não foi baratíssimo, mas o comprei (na Ricky’s, em NY!

O pincel é fininho, mas não é difícil de passar. O esmalte é ralo, mas a cobertura é boa. Precisei só de duas demãos. O problema, mesmo, é que ele não seca. Usei spray secante, óleo secante e só secou, mesmo, depois do roxinho. Por isso, e por estar um calor do cão, deu bolinha… Mas amei, mesmo assim.

Purple Irony sem flash

Purple Irony com flash – a cor é essa!

Vamos ver se dura nas unhas.