Mau humor

Às vezes acho que homem serve para abrir vidros de conservas e olhe lá. E, para algumas, para fazer filhos, mas, isso, eu não quero.

É um ser irritante, sem consideração, egoísta!!! E não digo TODOS os homens nem os homens em geral. Isso serve só para o meu. Que não pode fazer um capuccino para mim (comprei o Alpino, da Nestlé, que é um absurdo de cremoso e doce!), ontem, porque estava com muitas dores nas costas. Tadinho… E, hoje, a mula aqui me acorda às 7h10 da madrugada para fazer o café da manhã do pobre aleijado e lá está ele, na cozinha, tomando sozinho seu cafezinho, que deu conta de fazer, apesar de “não ter dormido à noite por causa da dor”… Porque para ele, e só para ele, ele pode. Raiva.

Eu poderia estar dormindo, eu poderia estar sonhando, mas estava eu, no meio da cozinha, passando tanta raiva por tão pouco… Idiota, eu…

Obs.: mas como disse o Luiz Parreiras, “não está fácil pra ninguém”. Se “seu” homem serve, pelo menos, para abrir vidro de conserva, gruda nele e não larga, porque a gente não é atriz da Globo, viu?!

 

Bistrô da Mari

Agora, o Bistrô do Jardim Gourmet funciona às sextas. Achei ótimo, porque não tínhamos muitas opções do que fazer nas sextas e comer demais e trabalhar no dia seguinte está fora de cogitação.

Fomos e comemos demais!!

Como levei máquina, mas não conferi a bateria dela (ok, eu sou um desastre!!), só tirei foto das sobremesas:

Musse de banana

Mississipi Mud Pie

A receita da Mississipi Mud Pie estará na HI-lo de Abril!!

Esmalte de velhinha

Marido falou que estou usando um esmalte de velhinha, o Rasteirinha, da Avon. Achei bem bonitinha a cor, mas não me ornou, mesmo. Só fotografei, porque faz tanto tempo que não posto minhas unhas – e fazia tanto tempo que eu não as arrumava…


Apesar da cor não ter me apetecido muito, fiquei feliz em perceber que o esmalte da Avon deu uma melhorada significativa. Está durando bem (já estou com ele há quase 5 dias) e foi bem tranquilo de passar.

Avon!!

Estamos tentando patrocínios para a revista, afinal, tem escorpião nos bolsos itaunenses e, para lançarmos a HI-lo propriamente, precisamos de din-din. Acho que a Avon deveria patrocinar a gente.

Naquele dia em que meu computador me deixou na mão, depois de ver muita TV, decidi arrumar meu armário. E foi então que descobri um foco de produtos Avon ainda empacotados. Comprei, chegou, guardei.

Eu compro Avon por impulso. A Elisa me deixa passar o fim de semana com os caderninhos e, na segunda, eles sempre voltam cheios de pedidos meus. Adoro as promoções!! Sem contar que passei uma parte pequena, mas significativa, da minha infância convivendo com amostrinhas de produtos da marca. Apesar de ninguém mais pegar mostruário, eu ainda amo aqueles batons miudinhos e as ampolinhas de perfume… Ou seja, minha ligação com Avon é emocional.

Dessa galera aí em cima, usei um ou outro Renew, uso o tônico Solutions e experimentei a máscara de pepino. Gostei de tudo, mas não tenho disciplina para me besuntar, religiosamente, todos os dias – para alguns, duas vezes ao dia… Mas, agora que emagreci e envelheci, vou ter que começar a me preocupar, religiosamente e todos os dias, com minha pele. Senão, dá-lhe maracujá de gaveta!

Tirei foto do meu braço sardento para ver se o Renew que clareia funciona mesmo.

Hoje: sorvete de flocos

E usei o Sérum pela primeira vez, hoje. Se vai me fazer ficar jovem e linda, não sei. Mas que me deixou com pele de “laminação fosca”, ah, isso deixou! E adorei!

Vou testando e conto tudo. Afinal, Avon sempre tem promoção e o Sérum de R$ 130,00 me saiu por R$ 99,00 mais amostrinhas bem generosas!!

Maçã Podre

Esse último fim de semana foi atípico: não trabalhei. Não que eu não tivesse muito o que fazer, mas não deu. Meu computador entrou em coma e, assim, perdi muito tempo e muita coisa.

Por causa disso, até meus posts vão ficar atrasados. Não escrevi, ainda, sobre o Bistrô de sexta; sobre a quantidade absurda de coisas da Avon que encontrei no meu armário; sobre a base que eu comprei que ajuda, mesmo, a tapar os buracos da minha pele… E não pude instalar a impressora da Barbie. Donde concluo: computador e internet são coisa do demo! Como isso vicia. E como atrapalha o andamento da minha vida, enquanto finge que só ajuda…

Sem computador, vegetei. Eu poderia ter feito inúmeras outras coisas que estão igualmente atrasadas na minha vida, mas não fiz. Fiquei prostrada em frente à TV.

Fiquei pensando em quanto eu detesto a Macintosh (computador e maçã) e todos os iCoisas da marca. O marido é viciado em Apple. Ele só não tem iPhone porque eu não deixo. Não mesmo!! Se eu não posso ter R$ 3.000,00 em Melissa, ele não pode ter um celular nesse valor. Vício é vício. E, depois, ele já tem iPad, iPods, Macbooks e está bom!

Pois minha implicância com a Apple é proporcional ao amor dele pela marca. Primeiro, porque sou designer, mas não sinto necessidade de ter uma computador “para designers”. Se o programa que eu precisar roda num PC, um PC me serve. Segundo, porque é uma marca muito prepotente. OK, são bons, mesmo. Os sistemas com nome de gato são melhores do que os da Microsoft – por demérito da Microsoft. Não pega vírus. A assistência técnica é bem boa. Mas são muito caros! E dão pau! Não era para dar, já que pau é coisa de PC! Marido diz que o problema é o “Intel inside”. Mas cadê a grande sabedoria de Steve Jobs que deixou entrar Intel, Windows e porcarias do tipo num intocável Apple?!

Porcaria de Apple!

Bom, no fim, concluí que TV também vicia e que o Raj é bem bonito!! Bom, eu acho!

P.S.: devido à preguicinha da Lou em clicar no link e me confundir o indiano pão de mel com algum cara de novela, eis o Raj em questão:

Bicho da Seda

Stella McCartney é vegetariana. Ela não usa nada em couro ou pele em suas coleções. É, inclusive, ativista dos direitos dos animais. E, assim, chamou minha atenção as propagandas de Stella McCartney para C&A que tem saído na Veja. Todas as peças que vi são em 100% seda. Mas e o bicho da seda, não tem direito à vida?

 

Sabe como faz para fazer seda?

Espera-se que o bicho da seda faça o casulo e:

“Para se obter fios de seda é preciso mergulhar os casulos em água quente para amolecê-los e retirar deles uma espécie de goma que os faz ficar presos uns aos outros. Uma vez encontradas as pontas dos fios, os casulos são desenrolados calmamente e, depois disso, estes fios são enrolados numa roda formando uma meada. Este processo, em suma, consiste em desfazer todo o trabalho que a lagarta teve para formar o casulo.”

E ela morre!

O Peta já está, digamos, chateado com ela pelo uso de lã na coleção, mas tirar lã é um pro0cesso desagradável para o carneiro/ovelha, mas não é mortal. Fazer seda é mortal para a lagarta.

Eu já fui vegana e não dei conta: é difícil. Arranjar o que comer é fácil. Difícil é a paranóia de ter que verificar o que há no mundo que possa ser de origem animal ou testado neles. É não tomar um determinado remédio que você precisa muito por causa dos coelhinhos ou não usar um determinhado cosmético por causa das cochonilhas. É uma vida difícil, por mais digna que se proponha a ser.

Mas ser cara de pau é indigno. É Natalinha Cabeção tendo roupas e sapatos Dior só para ela, vegana, enquanto você pode usar a versão em couro das peças. É Stellinha fazendo roupas que ela não usaria, mas que você pode. É um traficante que não usa do produto, mas acha que não tem nada de errado em vender para você. Afinal, livre arbítrio…

Não compro a ideia. Vida longa aos bichos da seda!

Fonte: InfoEscola

 

Bye-bye

Pois então, demorou, mas apareceu uma pessoa boa, que me convenceu de que seria um bom pai para minhas cadelas… E, como sempre acontece com meus bichos, foi elas irem embora e já apareceu mais gente querendo…

Vou sentir muitas saudades delas… Mas nem chorei, porque elas adoraram o rapaz e, acredito, serão mais felizes lá…

A Vaca está tristinha, mas vai conseguir mais atenção por aqui. Melhor para ela…

Faz tempo que a Vaca não fica limpa assim…

À frente do meu tempo?

Eu nunca tive uma “boygriend jeans”. Meu “boyfriend” tem roupas que vão da fase 65kg até a 105kg. Nenhuma delas me serviu. Eu bem que tentei, há alguns anos, caber numa delas, bem bonita, na época em que comecei a engordar e minha calças não me serviam mais. Não deu…

Então, nessa época, comecei a usar as calças “minha tia’s jeans”. Ela sempre teve bunda, coisa que me falta, por isso as calças dela ficam largas em mim. E era o que eu queria: fingir que eu não estava gorda – com calça caindo, eu me enganava bem – e conforto. Até que então, aquilo que minha avó chamava de desmazelo, virou moda. Para mim, era passado.

Agora a Levi’s lança, para os caras, a ex-girlfriend jeans. Traduzindo: calça skinny, com muito strech, para homens… Sem preconceito: não conheço muitos HTs que usariam. Aliás, só conheço um HT que caberia numa e sei que ele não usaria – perguntei, inclusive. No fim, o nome me lembra que muitos gays já tiveram namorada…

Lembrei: pode agradar aos sertanejos, também!!

Ok. Comecei à frente do meu tempo e terminei retrógrada! Mas, fazer o quê?! Preconceito é só uma etapa antes do conceito… Estou aberta a mudar de ideia.

Mamães

Eu nunca entendi esta história de dar parabéns a uma mulher quando se descobre que ela está grávida. Afinal, fazer sexo sem preservativos não é nenhuma conquista. Parabéns eu daria às elefantas, porque, já viu o tamanho do “negócio” do elefante?! E a coitada ainda fica dois anos carregando um elefantinho na barriga. Coragem!

Pois é. Coragem. Como muita gente ao meu redor tem engravidado, parei para pensar no “parabéns”, já que é de praxe e é antipático ficar contestando o mérito de alguém num momento desses. E concluí que o mérito talvez esteja na coragem. Gravidez, na minha concepção, se não é doença, é quase: tem o estiramento da pele, o ganho de peso, o inchaço, os enjôos, o cabelo caindo, os dentes sensibilizados, o esmagamento de um punhado de órgãos… E, ainda, tem o parto em si que, seja cesariana, seja normal, é um “trem” traumático – eu pus DIU há uns anos e foi a pior dor da minha existência. E foi só um trequinho menor do que a cabeça de um palito de fósforo. Imagina a cabeça descomunal de uma criança!!

E tem o mundo em que vivemos. As probabilidades genéticas. 2012: o fim de tudo. Se dedicar a ter um filho requer coragem. Ou falta de juízo. Fico com a primeira opção, pelo menos, em relação à Maguinha e à Rô, gravidíssimas, e às minhas amigas que já são mães e confio que sejam ajuizadas – a maioria delas!

Donde concluo: parabéns, mocinhas! Espero que junto com as barrigas, cresça a alegria de gerar seres humanos com potencial para serem perfeitos, lindos, livres, felizes, amados, inteligentes, necessários. E que assim o sejam. E que toda a dor valha a pena. Que seja tudo como vocês sonham. Afinal, para sonhar também é preciso coragem!

Beijos!