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julho, 2011

  1. TPM: homem pode?!

    28 de julho de 2011

    Você diz: “você não é gente boa” e ele ouve: “você é insuportável” e começa a desfiar o rosário do drama e da autopiedade. “Eu não mereço isso”, ele diz. Não merece o quê, cara pálida?! Ser tão criança?!

    Alguém me acode?! Eu não dou conta disso. É muito chato. É, sim, insuportável! Mulher fazendo drama é foda, mas entendo. Faz parte da raça. Mas homem? Adulto?! Não…

    “Se não quer viver comigo, saia daqui!” E começo a achar que se for para aguentar infantilidade, que seja num cara sarado, cabeludo e jovem demais para se cobrar maturidade dele. Não?!

    É… Vou ficando por aqui porque já aguentei coisa pior – tudo anotado na agenda – e amo meus gatos. Até amo o marido. Mas amaria mais se ele crescesse e virasse homem. Porque, de mulher, já basta eu…


  2. Perfeito!!

    25 de julho de 2011

    Não, eu não sou defensora dos direitos dos gays, nem das mulheres, nem dos humanos. Mas defendo a coexistência pacífica e o amor ao próximo.


  3. Problema seu!

    24 de julho de 2011

    Eu sempre achei que a frase era minha, mas, aí, descobri que Bukowiski não só falou primeiro, como a escreveu e é famoso… Então, tá, né?!

    “Qualquer problema que você tiver comigo é seu.”

    E não é verdade?!


  4. Abobrinhas e outros vegetais…

    Às vezes, está tudo lindo e lá vem a vida me dar um tapa na cara. Bem Red Hot Chili Peppers: “knock me down/ I’m not bigger than life”. Ok, ok… Entendi. Sou só um cisco, poeirinha cósmica, e não há motivos para eu me achar melhor do que nada.

    Não mesmo?!

    No dia do homem, um amigo, gay – é relevante o fato dele ser gay – escreveu no Facebook que ele, como “defensor das mulheres”, não entende o dia do homem. Eu entendo. É uma forma de relegar o homem ao posto de “ser de um dia só”. Como cantava a Baby Consuelo: “Todo dia era dia de índio/mas agora ele só tem o dia 19 de abril”. O mesmo acotece aqui: todo dia era dia do homem, mas agora ele só tem o dia 15 de julho. Valeu Mikhail Gorbachev!! Brilhante!!

    O que eu não entendo é o porquê dele, meu amigo, se achar um “defensor das mulheres”. Ele é um super-herói ou algo assim?! Ele sai por aí protegendo mocinhas indefesas contra os grandes vilões HTs?! Mulheres são tão frágeis que nem conseguem se defender sozinhas contra o mundo cruel?! Ah… Faça-me um favor? Seja machista direito! Preconceito disfarçardo é oÓ!!

    Outra amiga, no mesmo Facebook, disse que o discurso “não tenho preconceito, mas não gostaria de ter filho gay” é preconceito disfarçado. Discordo. É o mesmo que dizer que “o importante é que ele venha com saúde” é uma forma de discriminar os doentes. Mães normais querem o melhor para seus filhos. Não que o gay é pior. Só é mais difícil. Sim, é mais difícil ser diferente do que ser igual. É mais difícil sofrer preconceito do que não sofrer.

    Um dia, talvez, se as pessoas deixarem, ser gay deixe de ser motivo de controvérsia para ser tão normal e comum quanto é, de fato.

    O que me lembra do Clodovil, que disse que o “orgulho gay” é uma bobagem, afinal, transar com homem não é motivo de orgulho. Concordo. Não me orgulho de transar com homem. Ou de ser brasileira. Ou de ser mulher. Nada disso é conquista. São fatos, ocorrências que não dependeram, em nenhum momento, de esforço ou mérito. Aconteceu.

    E por falar em acontecer, sexo anal é sexo. Sexo oral é sexo. Virgem é quem nunca fez sexo. Só porque você escolheu dar um “orifício alternativo” não quer dizer que você seja virgem. Entedido?!

    E como ponto final: caridade tem mais a ver com como você lida com o mundo e as pessoas, no seu dia a dia, do que dedicar um dia no ano para encenar o “amor ao próximo”. É ser altruísta, ter compaixão, ter empatia, fazer o bem sem olhar a quem…

    Não, lamentavelmente, eu não sou caridosa. Eu sou egoísta, julgo e me julgo melhor do que muitos. E eu não tenho orgulho disso. Mas tenho direito a minha cota de ignorância… Só até a vida me derrubar e me mostrar que eu não sou maior do que ela…


  5. Lookbook

    21 de julho de 2011

    Saiu o lookbook da Power of Love.


  6. Amigo da Onça

    20 de julho de 2011

    Ah… É dia do amigo… Então, por que não homenagear a forma de amigo muito comum em nossas vidas: o amigo da onça?!

    Não sabe o que é?

    O “amigo da onça” é um famoso personagem criado pelo cartunista pernambucano Péricles de Andrade Maranhão, em 1943. O nome surgiu de uma famosa anedota:

    “Dois caçadores conversam em seu acampamento:
    — O que você faria se estivesse agora na selva e uma onça aparecesse na sua frente?
    — Ora, dava um tiro nela.
    — Mas se você não tivesse nenhuma arma de fogo?
    — Bom, então eu matava ela com meu facão.
    — E se você estivesse sem o facão?
    — Apanhava um pedaço de pau.
    — E se não tivesse nenhum pedaço de pau?
    — Subiria na árvore mais próxima!
    — E se não tivesse nenhuma árvore?
    — Sairia correndo.
    — E se você estivesse paralisado pelo medo?
    Então, o outro, já irritado, retruca:
    — Mas, afinal, você é meu amigo ou amigo da onça?”

     

    O próprio

    E, em homenagem ao amigo da onça, mais uma enquete. Porque amigo da onça, fala mal, fala bem, mas não deixa de falar da gente!!

    Pausa:

    Aliás, obrigada a quem votou na última enquete por provar que eu estava certa!! Am♥ v♥cês!!

    Depausa (isso é coisa da Rô?!):

    O que mais lhe ofende: uma mentira contada a seu respeito, uma verdade que você não quer escutar ou os dois, da mesma forma? Vota ali!


  7. West Wing

    17 de julho de 2011

    Hmmm… Me arrependi em Cristo de nunca ter assistido a West Wing…

    Por falar em Cristo, conhecem a Cleycianne? Ela lembra bem a mocinha do vídeo e, talvez, a Miss California 2007…


  8. Garage Sale

    Como faz tempo que as coisinhas do “Garage Sale” estão lá, paradinhas, e como, desde dezembro, falei que iria dar um fim nelas, resolvi fazer isso, agora. Agora, não, mês que vem. Daqui a exatos 30 dias, essa edição do “Garage Sale” sairá do ar. O que foi, foi. O que for, irá. O que não for, ficará.


  9. Frase feita

    Às vezes, dá para falar tanto com tão poucos caracteres…

    “Cuz everybody dies but not everybody lives!”

    Drake (“Moment 4 life”)


  10. Sushi Samurai

    Fui, na sexta, para BH. Tinha dentista marcado para sábado, cedo. Eu deveria seguir meus instintos, porque eu sabia que alguma coisa daria errado. E deu.

    A dentista não pode me atender, porque a secretária marcou com a pessoa errada. A especialidade que eu queria não era feita pela pessoa com a qual fui agendada. OK. Fazer o quê?! Não vou dizer que fiquei feliz, porque não fiquei, mas também não foi o fim do mundo. Mas achei muita graça da reação da moça: quando ela disse que não era a especialidade dela e talz, e que não poderia me atender, ela começou a listar motivos e desculpas para o que aconteceu e logo emendou: “você é tão linda!” Ela apelou, né?! Depois dessa, fiquei até feliz de não ser, ela, a MINHA dentista!

    Peguei o busão e voltei a Itaúna. Não sem trazer uma marmitinha da vovó e uma sinusite típica de “tempo demais em BH”.

    Apesar da dor de cabeça, fui com o marido ao Sushi Samurai. Não gosto de comida japonesa, mas AMO sakerinha (ou sakepirinha) de morango!! E, apesar da dor de cabeça, tomei uma.

    Não como peixe cru. Não gosto da textura. E, indo lá, sempre acabo comendo atum empanado, porque atum não tem tanto gosto de peixe, assim. Mas a combinação álcool e fritura sempre me detona – fígado ruim. Ainda mais quando já estou f****a… Mas sempre insisto, por dois motivos:

    1. Sei que a comida dele é de primeira. Peixe fresco, com boa procedência – ele busca pessoalmente – e preparado com carinho. O Maicon realmente gosta do que faz.

    2. Porque é tão bom que até vale a pena passar mal depois!!

    Ontem não tinha atum. O Maicon disse que o peixe não estava bonito e não comprou. Então, fofíssimo que é, deixei que me convencesse a comer salmão com vegetais empanados. Valeu a pena!

    E como não exagerei, não passei mal!

    Tem quem diga que o Sushi Samurai é caro. Mas, juro para você, é impossível fazer comida japa com qualidade e bons pescados, no interior de Minas, de forma barata. É caro pra gente porque é caro para ele. E digo mais: mais caro é comer em japonês barato e arranjar uma intoxicação alimentar.


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