Vontade que dá…

… E passa.

Quantas vezes você já se pegou desejando muito alguma coisa que, se procurar direitinho no meio da sua tralha toda, você já tem igual ou semelhante e nem usa?! Me acontece demais. Principalmente com maquiagem e acessórios. E, no fim, se eu tenho dinheiro no momento em que a vontade vem, começo a acumular coisas. Se não tenho, dói e passa.

Tenho coisas demais. Depois que emagreci, percebi que tenho roupas demais. O inverno veio e foi e não usei nem 1/3 das roupas de frio. Uma das jaquetas que mais usei este ano foi comprada há três anos e só saiu para passear agora. Estava esquecida num canto de um dos armários. Meu kilt lindo saiu do armário, pela última vez, quando mudei de casa. Não o uso há uns 9 anos…

Não vou brincar de “Esquadrão da Moda” e me livrar do que está sem uso e comprar tudo novo. Bobagem. Está sem uso, mas está em excelentes condições e será usado, um dia. Porque moda é nonsense e não sigo tendências. Roupa que veste bem meu corpo continuará assim enquanto o corpo continuar o mesmo. E, com a idade, a gente vai adaptando a forma de vestir. E, cá entre nós, não vou começar a usar tailleur assim que fizer 40 anos, mas é de jeito nenhum! Acho lindo e chique, mas não me representa.

Por enquanto, arrumei um armário de montar, no Sam’s Club, que abriga minhas bolsas, chapéus, sapatos de festa e as roupas de uso esporádico. Está pequeno para tanta coisa, mas não pretendo comprar mais nada por um bom tempo. Bom… Comprei uns Jelly Pong Pong e quero muito os batons novos da Lime Crime… E acredito que preciso de uns acessórios de festa. Coisas para cabelo e brincos e colares. Ontem, precisei e tive que improvisar… A gente se pega arranjando necessidades, né?!

Quer saber? Se acontecer um desejo absurdo de comprar, vou começar a acumular água de garrafa, comida de lata e pilhas. 2012 está chegando e, se eu sobreviver, vou precisar de um despensa cheia! Se eu não sobreviver… Fica para um próximo post!

 

4 ideias sobre “Vontade que dá…

  1. Adorei, tudo verdade, a gente sempre compra muito mais do que precisa e mesmo assim, sempre tem alguma nova “necessidade”. Agora, o final, sobre 2012, foi a melhor parte.

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