Foi uma garnisé sem nome…

Acordei à 1h50 da madrugada. Gritaria e tumulto no galinheiro. Como a única humana na casa, não fui lá ver, mas peguei minha lanterna e fui à janela. Nada. Os gritos haviam cessado, mas o sono nunca mais voltou.

Fiz uns 5 posts na cabeça antes de conseguir cochilar novamente. Se der tempo – e se eu lembrar – transcrevo-os aqui…

Amanheceu e fui ao galinheiro ver o que tinha acontecido. Não enxerguei nada, até a Cida me mostrar uma garnisé partida ao meio… Tiú?! Seria aquele?

Geralmente, eu posto foto dos corpos, mas, desta vez, a cena é forte demais… Pior é que nem sei qual era… Nem sei se morreram outras…

Guia do batom Lime Crime

A Lime Crime fez um guiazinho para ajudar a escolher a cor do batom de acordo com sua pele.Mas é só uma sugestão, ok?! Você é livre para usar o que te faz feliz!

Ei-lo:

Clica que cresce.

Legendinha:

Pale: pele branca

Tan: pele morena ou brozeada

Dark: pele negra

Olive: pele “verde escritório” – na verdade, é a cor de pele de indianos, um moreno meio acinzentado. Mas há pele morena de quem não toma sol que acaba ficando esverdeada, também.

Warm undertone: pele amarelada/bege.

Cool undertone: pele rosada.

Statement shades: algo como tons ousados.

Falta de humor

Cansei dessa história de Wanessa e Rafinha. Não me importo com eles. Mas me importa, e me incomoda, a falta de humor da galere.

Sim, há que achou, além da Wanessa e família, que a piada foi de mau gosto. E foi – e quando não é? Mas daí a um processo por danos morais? Ofensa rasa, desse tipo, a gente resolve na terapia, no máximo, e, não, no tribunal.

Mas está havendo uma corrida aos tribunais. O Brasil pegou um pezinho e já está se achando grande. Só que a Justiça, que nem sequer é justa, está lotada de causas de verdade para serem resolvidas. Briga de vizinhos; bate-boca com ex-amiga; piada sem graça; notinha sem citação de nomes em jornal local; fofoca e elocubrações equivocadas em redes sociais não são, e nem podem ser, motivo para processo. Resolva com um tapa na cara e culpe o calor do momento. Muito mais satisfatório e inteligente.

Só que, ao que parece, as pessoas querem grana!! Querem grana fácil. Mas a melhor forma de ter grana fácil é herdando. Se não tem herança a receber, trabalha, nego, trabalha! Porque advogado custa caro, a Justiça é lenta e o desgaste de um processo é imenso. Sem contar o ridículo

Para quem não sabe, Cleycianne é uma personagem. E divertida.

Zumbis

O dia amanhece bem. No café da manhã, reclamo com o marido, viciado em zumbi, que TODO filme de zumbi começa com uma manhã calma e, de repente, ataque!!

E foi assim, até que… Ataque.

A Vaca latia loucamente na frente da casa. Incomodava e resolvi colocá-la para dentro. E ela caiu dura, com a boca espumando. Pânico! A Kris já estava começando a chorar e vi que a controlada teria que ser eu. Nunca é. Liguei para o veterinário, com muito medo de envenenamento, mas ele disse que o mais provável seria convulsão. Como assim? Ela é saudável. Convulsão por latir demais… Pior é que já vi esse filme e não terminou bem…

Enquanto isso, chega o cliente e uma cachorrinha preta, cheia de pulgas. Entram os dois. Eventualmente, os dois irão embora, mas ela, eu gostaria que ficasse…

E, já que é o fim dos tempos, um dos galos resolveu evoluir e, agora, é papagaio. Vive no poleiro e não anda mais no chão…

São muitas reticências, eu sei, mas nenhuma das histórias chegou a um ponto final.

Update:

A Vaca está bem, mas foi diagnosticada com epilepsia…

A cachorrinha pretinha e linda que me amava foi embora… O Paulo veterinário arranjou quem fique com ela e vai cuidar direitinho… Sentirei saudades!! Queria para mim…

E o galo continua bancando o papagaio.

Ah… A maritaquinha do outro dia morreu… Mundo cruel.

Ah, anos 80, seus cafonas… Amo-os!

“Alguém Muito Especial” (“Some Kind of Wonderful”) é um filme norte-americano lançado em 1987. Passando, agora, na VH1!!

Sinopse: Keith Nelson (Eric Stoltz) é um jovem atraído pela garota mais popular do colégio, Amanda Jones (Lea Thompson) e que namora o rico Hardy Jenns (Craig Sheffer). Na tentativa de conquistar Amanda, Keith pede ajuda a Watts (Mary Stuart Masterson), que é apaixonada por ele.

Muitos atores ruins, com cara de velhos para a idade que estavam interpretando ter. Cabelos horrorosos – menos o da Watts, que sempre amei – e roupas terríveis. Mas a historinha batida e clichê é de uma fofura!! Deve ser porque o Eric e a Lea são ruivos. Só pode.

Amo este filme.

Adoro esta cena:

E tem como não morrer por este queixo?!

Cismou, deixa

A Katylene vive falando dos sovacos das cacuras. Eu, para ser muito sincera, só reparava sovaco se ele fosse cabeludo. Detesto sovaco cabeludo – tanto em mulheres quanto em homens. Mas, de repente, comecei a perceber que sovaco murcha e cai. E, apesar do meu ainda não ter caído, tá murcho!! Eu não depilo com cera, por isso, acho que a pele não está muito judiada, mas comecei a reparar os sovacos que me cercam e… medo! Vontade de pedir para ninguém mais usar camiseta!

Sovaco estilo bocetinha

Para completar a neura, fiquei esperando o marido no carro, enquanto ele fazia uma prova. A falta do que fazer – sou muito despreparada para essas ocasiões – me fez começar a prestar atenção ao meu reflexo no espelho retrovisor. Resultado: cismei que preciso de plástica. Um minilifiting, talvez. Botox não me serve, porque o problema não são as rugas, mas a flacidez de quem engordou, emagreceu, teve papinho e o papinho murchou e virou barbela… Sério. Meu pescoço se assemelha bastante ao de um peru… e tem pálpebra caindo, papadinho sob os olhos… Não me importo de envelhecer, mas ainda está cedo, não?! Se bem que, hoje em dia, é até difícil definir com qual a idade alguém fica velha, porque ninguém mais segue o curso do tempo…

E é estranho que, somando a matéria da Veja da semana passada sobre as novas técnicas e tecnologias em estética à minha neurose natural, plástica, que nunca esteve na minha lista de desejos, entrou na de prioridade… E, se o negócio continuar assim, vou querer até lipoaspirar meu pé gordo. Não duvido.

Mas antes que me digam que é coisa da minha cabeça e que é um risco desnecessário, deixo claro: eu sei. Mas sou movida pelas coisas da minha cabeça, querendo ou não. E, por exemplo, viajar de avião também é um risco desnecessário – aliás, como quase tudo na vida -, mas vale o risco – como muitas coisas na vida. Eu sou muito prepotente para aceitar a feiúra sem lutar. Perder autoestima é que não está nos meus planos.

Agora, é juntar dinheiro, enquanto espero e torço para que as novas e tecnológicas loções anti-idade cheguem logo ao mercado e que o fim dos cabelos brancos não demore os 4 anos que diz o post no Petiscos. Continuo não tendo medo da velhice, mas começo a ter medo do espelho e de fotos…