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abril, 2012

  1. Palette d’Antoinette

    30 de abril de 2012

    Perdi o tesão por maquiagem. Todo ano começa com a promessa de que vou me arrumar, me cuidar, me hidratar. E, todo ano, chega abril e eu só quero é conforto e preguiça. Por mim, trabalharia de pijamas e chinelinho.

    Mas, para quem gosta de maquiagem e de embalagem fofa, a Lime Crime está lançando mais uma palette:

    E, em breve, quem sabe, lançará, enfim, os delineadores coloridos prometidos há um ano!

    Confesso que não gostei do anúncio acima… Achei a composição de cores bem cafona…

    Mas gostei das cores pastel da palette. Achei meigo e fofo e nada a ver comigo.

    E para quem gostou e tem tudo a ver com a Palette d’Antoinette, ela estará a venda, pelo site – clica no banner, aí do lado, para chegar lá -, a partir de 1º de maio. Preço: 34.99 doletas!!

    Ah! Em breve, teremos esmaltinhos Lime Crime! A família só cresce!!

     


  2. Hello Kitty com desconto!

    27 de abril de 2012

    Sou uma embaixadora Hello Kitty muito relapsa. Então, vou fazer um update das promos e novidades que recebo por e-mail. Na verdade, um de cada:

    E Hello Kitty dando uma de Caras!

    As imagens estão com seus respectivos links! Bora clicar!


  3. Falta do que falar

    Estou sem assunto.

    Ontem, percebi que, em dois anos, escrevi:

    • 9 posts sobre preconceito

    • 3 posts sobre fé

    • 9 posts sobre a humanidade e suas falhas

    • 8  posts reclamando de posts no Facebook

    • 5 posts sobre anônimos infelizes e seus comentários imbecis

    • bem mais de 10 posts sobre a porcaria que é o Brasil

    E eu nem contabilizei os inúmeros posts em que falo de mim e do quanto sou f*da! Só para se ter uma ideia, dois deles se chamam “Eu sou + eu”!!

    Chega, né?!

    Como os keyfrases estão duma pobreza… Alguém tem algum pitaco a dar para me ajudar a renovar o repertório?! Nem eu aguento mais do mesmo. Afinal, “o inferno é a repetição”.


  4. Só porque eu sou muito chata

    26 de abril de 2012

    Eu fico tiririca com vegetarianos que comem carne. E com veganos que usam tênis de camurça. Poxa vida, né?! Vai fazer o “sacrifício”, faça direito!

    Então, para os incautos, as definições:

    Veganismo é uma filosofia de vida motivada por convicções éticas com base nos direitos animais, que procura evitar exploração ou abuso dos mesmos, através do boicote a atividades e produtos de origem animal, que tenham sido testados em animais ou que incluam qualquer forma possível de exploração animal nos seus ingredientes ou processos de fabricação. Isso inclui vacinas! Imagina, então, se tênis de camurça ou casaco de lã são produtos usados por veganos…

    Veganismo não é, portanto, uma dieta, mas um ideologia, um estilo de vida. Esse estilo de vida inclui a dieta estritamente vegetariana.

    Vegetarianismo é um regime alimentar que exclui da dieta todos os tipos de carne, bem como alimentos derivados – inclui-se, aí, caldo de galinha Knor, ok?! É baseado fundamentalmente no consumo de alimentos de origem vegetal.

    Há modalidades de vegetarianismo, que vão do semi ao estrito. Segundo o Wikipedia, a separação é esta aqui:

    Semivegetarianismo
    A dieta semivegetariana não é uma dieta vegetariana, ela consiste na exclusão apenas da carne de mamíferos.

    Ou seja, se você é semivegetariano, você não é vegetariano, seu cara de pau!

    Ovolactovegetarianismo
    Dieta composta por alimentos de origem vegetal, ovos, leite e derivados deles. Nesta dieta, só há a exclusão de qualquer tipo de carne da alimentação.

    Lactovegetarianismo
    Dieta composta por alimentos de origem vegetal, leite e seus derivados. Os que a seguem não comem ovos nem qualquer tipo de carne. Essa é a dieta tradicional da população indiana.

    Ovovegetarianismo
    Dieta composta apenas por alimentos de origem vegetal e ovos, havendo a exclusão dos produtos lácteos e seus derivados e de carne.

    Vegetarianismo semiestrito
    Dieta que exclui quase todos os alimentos de origem animal, mas a pessoa pode consumir o mel.

    Vegetarianismo estrito
    Também chamado de vegetarianismo verdadeiro, é uma dieta que exclui todos os produtos de origem animal. Vegetarianos estritos não comem, assim, qualquer tipo de carne, ovos, laticínios, mel, etc., retirando da dieta todos os produtos de origem animal.

    Existe, também, o Pescetarianismo, que exclui apenas carnes de mamíferos e aves, mas não exclui peixes e frutos do mar. Outro povinho pretensamente vegetariano.

    Então, fofa, se você não se encaixa na definição de vegetariana estrita, você não é vegetariana. Se você usa Dove, você não é vegana.


  5. Will Imbondo

    Tantos posts, né?! É, todos começados na segunda e só terminando agora… Menos este! Este começou no sábado!

    Segue o diálogo inicial:

    - Por que seus pintinhos estão gritando?

    - Não estão.

    - Que barulho é esse, então?

    - Gatinho.

    - Nosso?

    - Não! Não temos filhote!

    E lá se foi meu marido atrás do filhote que miava. Encontrou um gatinho estranho, magrelo e miúdo, sobre a árvore, na frente da casa. E, nesse sábado, deu-se início à maratona “vamos resgatar o gatinho cinza”.

    O porcariazinha do gatinho ficava se escondendo na moita ou subindo na árvore. Deixava que nos aproximássemos, mas não que o tocássemos. Comia na mão, mas corria logo que acabava a refeição. A vida estava boa. Água limpa, comida, esconderijo.

    Mas o marido queria mais. Queria ser amado! Até que, ontem, conseguiu o inimaginável: o gato entrou aqui na casa, por vontade própria. Ele dormiu aqui, comeu, bebeu, usou a caixa de areia e, assim que amanheceu o dia, saiu correndo e se escondendo. Não sei se volta. Se for esperto, volta, mas não parece ser o caso.

    Will é o miadinho dele e Imbondo é o que ele é.

    Seis é um número mágico, mas não pretendo ficar com ele. Se alguém se interessar e ele voltar, doo o coitadinho vacinado e castrado!


  6. Entrevista de emprego

    Estou contratando. A agência cresce, o trabalho cresce. O dinheiro não cresce, não, impressionante. Mas quero dividir minha miséria com outros malucos que amem a profissão e acham que dinheiro não é tudo.

    Vivo vendo posts sobre como se vestir e se portar numa entrevista de emprego e, para lhe ser sincera, quando sou eu quem entrevista, acho todas as dicas uma bobagem. Se você vier de pijama e pantufa vai me impressionar mais do que se estiver vestidinha de executiva, bem maquiada e de chapinha nova.

    Já houve um caso de um aspirante ao cargo chegar para a entrevista e, dois minutos depois, a mãe do cara adentrar a sala. Ela se sentou e começou a dizer o quanto o filho dela foi bem criado, enquanto ele, vermelho, se afundava na cadeira. Bizarro?! Amei!! A mãe dele me passou TODA a segurança de que ele era um cara bom, trabalhador e honesto, coisa que a timidez dele não estava permitindo. Então, se quiser, e se for depor a favor, leve sua mãe! Sério. Hoje em dia é tão raro conhecer alguém bem criado que conta, sim, conhecer a pessoa que o criou. Boa educação e 25% da entrevista está ganha.

    Portfolio é 50% da história. Seu cabelo lindo, seu alargador de orelha, sua maquiagem incrível não são nada se seu portfolio for inexistente ou ruim. Dicas de como construir um portfolio digno aqui. Sigam-na. Não só para trabalhar comigo, mas em qualquer agência decente!

    Honestidade ficam com os outros 25%. Pouco? O suficiente, já que só dá para avaliar se o sujeito foi honesto mesmo nos meses vindouros. Então, o fulano até consegue o emprego graças a sua capacidade de me enganar, mas não fica com ele.

    Mentir no curriculum é f*da e totalmente desnecessário. Nunca barrei alguém, porque o cara não tem as manhas do Photoshop e prefere o Corel Draw – se bem que, para meu sócio, Corel é morte! Ter vontade de aprender e ser esperto para pegar rápido é o que importa. Já barrei um cara que tinha no currículo tantos programas, mas todos escritos de forma tão errada, que achei que o cara era um “tabajara”. Sem noção. Como é que pode saber trabalhar num AutoCad, que não é um programinha manha, mas não saber sequer escrever o nome dele? Autocard? Mesmo? Foto-shops? Jura?!

    Teve, também, a mocinha que pôs em seu curriculum que tinha domínio em inglês. Fazia curso há 7 anos. Ela imaginou que não desconfiaríamos da veracidade desta informação ao perguntar o que era “reply” – e pronunciou “repli”. E essa foi outra que trouxe a mãe, mas para se justificar acerca das inúmeras faltas – ela nunca vinha às segundas ou sextas, dizia estar doente, deprimida, mas o Orkut dela negava tais afirmações. A mãe foi duma falta de educação tão grande que quase pus as duas pra fora. Viu?! Falei que mãe era curriculum!!

    Mentir tira a vaga de uma pessoa mais legal e mais adequada que você e nem mesmo garante um seguro desemprego, porque, meu caro, mentira tem pernas curtas e dispensar ainda no primeiro mês sai mais em conta pro patrão!!

    Dizer que não sabe o que quer da vida também é dose… Ou que esse não é exatamente o emprego dos seus sonhos. Procure um emprego temporário, então. Um estágio. Quer um trabalho sério? Tente se imaginar em 5 anos. Vai estar nessa mesma empresa? Vai ter subido de cargo e/ou de salário um tanto bom?! Estará feliz?!

    Se vista de segurança, seja sincero, leve o que você tem de melhor, seja simpático na medida e a vaga há de ser sua.

    Obs.: se perguntarem qual sua pretensão salarial, diga. Nem sempre é um teste para saber se você quer menos do que o pretendido. Muitas vezes, é só para saber se o que será oferecido atende à pessoa. Porque eu contrataria para um cargo que paga R$ 1.000,00 uma pessoa que pretende ganhar R$ 2.500,00? Mas, se seu valor for negociável, deixe claro, também.


  7. Misantropia

    “I’m tired of this back-slapping ‘isn’t humanity neat?’ bullshit. We’re a virus with shoes, okay? That’s all we are.”

    Bill Hicks

    Essa frase, mesmo antes deu conhecê-la, já me acompanha há anos. Desde minha primeira aula sobre vírus, em Biologia.

    Tal qual como vírus, a humanidade avança, reproduz, detrói e muda de hospedeiro. E chega um dia em que não há mais novos hospedeiros. A grande diferença está no fato de que o vírus nem chega a ser vida, é uma proteína estranha e inexplicável – para mim -, um ser que não tem sentimentos ou consciência. Ele segue as regras impostas à condição dele. Ou seja, ele é inocente.

    Já a humanidade…

    Eu estava até numa vibe “ah, deixa disso… A humanidade não é assim tão ruim” e, como já era de se esperar, não dura muito. Sem demoras, lá vem um monte deles, humanos, me mostrar que sim, é muito ruim, somos uma colônia de vírus que usa sapatos!

    Exemplos é que não faltam. Basta abrir um jornal qualquer, ligar a TV ou entrar em alguma rede social e lá está a virose da vez. Seja alguma maracutaia nas instâncias nobres de poder, seja o poderzinho do indivíduo que se acha no direito de roubar cestinha de supermercado. E não adianta desligar a TV, se desconectar da Internet, se recusar a ler. Os exemplos são mais vastos ainda. Estão no seu dia-a-dia, no seu bairro, na sua rua, na sua casa.

    ****

    Este é o post que estou há dias tentando escrever, mas me dá preguiça, nojo, sei lá, mal estar. Eu queria poder pensar só nas lindas pessoas que conheço, nas suas opiniões amalucadas e/ou sensatas, nas suas gentilezas gratuitas, no carinho verdadeiro e num mundo mais colorido e divertido. Mas, vai se saber lá o por quê, a m*rda não acaba. Ela se renova e as pessoas ruins, que se são maioria ou não, não sei, são mais barulhentas, se orgulham de seus feitos, se mostram mais.

    Então, eis meu apelo: se você é uma pessoa boa, correta, incorruptível, que ama os bichos, que faz o bem, que tem esperança na humanidade, se mostre. Não cite a Bíblia, não use o nome de Deus em vão, se esconda menos atrás de frases feitas e se exponha ao mundo. Talvez ele lhe engula. Ou talvez, só talvez, você faça a diferença.


  8. It’s a shame

    24 de abril de 2012

    “Sigo” a Blogueira Shame no Twitter e, às vezes, ela passa uns links engraçados/interessantes/divertidos/inteligentes. Outras, é só um monte de texto de gente pretensamente cabeça que mal sabe escrever e/ou se expressar. Mas, né, esta é a Internet.

    Um link divertido foi o do A Pipoca Mais Doce. Além de ter gostado demais do post linkado, amei o vocabulário, por vezes difícil e indecifrável. É que o site é duma portuguesa e, sinceramente, a língua é outra.

    E mesmo não tendo certeza do que seria coca-bichinhos, adotei pra vida! É muito giro!!

    P.S.: coca-bichinhos: s. 2 g. 2 núm.
    Indivíduo que descobre coisas miúdas ou se interessa por coisas insignificantes.

    Em “brasileiro”, picuinhento!

     


  9. Hora do banho

    20 de abril de 2012

    Banho é um momento mágico. Antes eu achava que era só comigo, mas depois de me dar conta da quantidade de produtos que existem para se anotar ideias durante o banho – pelo menos dois -, saquei que é geral. A gente está ali, peladão, despido de preocupações bobas, enquanto a água quentinha vai caindo e… Viajou!

    Hoje, comecei pensando em São Paulo. Lembrei de umas pessoas que conheço que moram lá! O sobrenome de uma delas é o mesmo do carinha que me deu um fora na 8ª série. E me volta toda a história:

    A Cynthia gostava dele e queria saber de qualé que era. Foi perguntar prumas amigas dele. Elas começaram de zuaçãozinha do tipo: “hum, tá apaixonada…” e ela disse: “eu, não. A Patricia!”. Aos 14 anos isso vira problema. E o cara começou a me esnobar. Disse que não gostava de ruivas. E quando eu fosse loura e linda como a Viviane, poderia procurá-lo. É, eu nunca seria loura e linda como a Viviane e, não sendo, ele já não me interessava. Imagina se eu fosse!

    Aos 17, por acaso, nos encontramos na saída do colégio – ele foi buscar a namorada. E ele ficou me olhando, me olhando, como quem se arrependesse da babaquice de 3 anos antes. Não, eu não fiquei linda e loura, só desenvolvi peitos!! E atitude, e auto-estima, e estilo. Fiquei bem, digamos assim.

    Quase ninguém é lindo e louro. Muita gente tenta, mas não adianta. Nem todo mundo fica bem louro. Nem todo mundo tem conserto.

    Aquela coisa de beleza grega, milimetricamente calculada e simétrica é duma raridade sem fim. E este é o meu padrão de beleza. Não acho lindo qualquer um. Sim, o brilho hollywoodiano, o glamour e o sucesso fazem quase qualquer um bonito. Ou, pelo menos, pegável. Mas não me apetece. Vejo a Audrey Hepburn e só vejo a sobrancelha esquisita e o nariz indelicado. A Marilyn tinha braços bem grossos e a Júia Roberts é um troço estranho. Mas vá… Loucura minha só enxergar defeitos.

    O negócio é: quase ninguém é perfeito e quase todo mundo encontra quem goste do que está vendo. Eu amo meu marido imperfeito e gosto muito do meu conjunto da obra sardento e não-simétrico. Estamos felizes conosco e um com o outro. Não é tudo?!

    Há quem tenha realmente sérios problemas mentais e não consiga enxergar o belo:

    Não, ela ainda não virou sofá…

    Porque isso é perder qualquer noção de senso estético. Isso é não ter uma gota de bom senso e amor próprio.

    E isso é tão comum que me dá medo! Sim, esse povo “bronzeado” me dá medo. Mas não mais do que isto:

    E ela ainda quer mais beiça!

    Este tipo de procedimento “estético” deveria ser proibido. Não por elas, mas pelos nossos olhos! Pela humanidade!!

    E todo este post me veio à mente durante um bainho de 15 minutos. Se deixasse, ia mais longe…


  10. Sim, eu sou chata

    18 de abril de 2012

    Em 1998, escrevi isso:

    A Patrícia é uma chata!

    BH, 16/ 12/ 98

    A Patrícia do título sou euzinha mesma.

    Além de chata, sou ruiva, como quase todas as minhas personagens. Escrevo estorinhas. Tenho um senso de humor sutil, que alguns insensíveis chamam de mau-humor. Gosto de homens fofinhos, lampinhos e com umbigo fundo. Faço questão do umbigo fundo. Escrevo frases curtas porque sou ansiosa. Sou um tanto quanto mal-educada, mas a culpa não é minha. A culpa é da permissividade dos outros. Mas vou melhorar, juro. Não costumo quebrar promessas e detesto que mintam para mim. Às vezes eu minto, mas sou boa demais nisso para ser pega. Sou hiperbólica, exagerada mesmo. Faço um drama como ninguém. Dizem que eu uso uma máscara de fodona. Tolos; eu sou fodona. Mas sou sensível. Até demais. Gosto de seduzir, mas raramente dou conta das conseqüências disso. Detesto gente dependente. Detesto me revelar. Adoro comprar! Adoro me apaixonar! Raramente faço qualquer uma das duas coisas bem. Geralmente, nem me esforço. Li O Retrato de Dorian Gray e fiquei um pouco mais insuportável. Deixei o livro me influenciar. “Não existe influência boa. Toda influência é imoral… Influenciar uma pessoa é transmitir-lhe nossa própria alma.”¹ Por que será que eu deixo todo mundo dar palpites na minha vida?

    Acho que sou egocêntrica. Para quem não gosta de se revelar, escrevi um bocado sobre mim. Se bem que não contei nenhuma novidade…

    1- Lord Henry, in O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.

    Muita coisa mudou, de lá pra cá. Mas eu continuo sendo chata. Isso não muda. Isso sou eu.

    Então, meu povo, já deu, né?! É público e notório minha condição. Superem isso! E parem de usá-la como desculpa para suas fraquezas, incompetências, falta de assunto, etc. Eu sou responsável somente por mim, não tenho nada a ver com suas falhas. Certinho?!


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