Feminino Plural 2012

Sábado tem Feminino Plural. Apesar de ser uma premiação que não premia nada, mesmo, eu AMO! Acho a festa sempre boa – estou indo pra 4ª! – e é a minha oportunidade única do ano de ser excêntrica sem ter medo de ser feliz!

Este ano, vou me superar! Já comprei a tinta rosa para cabelo, um colar espelhado e vou estrear meus cílios de boneca e minha saia de tule! A-ha!

Óbvio que não vão haver fotos minhas! Mas conto TUDO!

Adote três gatinhos

Eu não conheço a Associação 4 Patinhas, a não ser pelo FB. Pode ser até fake, mas eu acredito neles.

Eu vejo os gatos lindos, eu vejo o antes e o depois e a lista dos adotados e acredito. Acredito que eles sejam reais e bons. Tanto, que estou em processo de apadrinhar uma fofura, lá, já que adotar não rola.

Não rola, porque já tenho 6, e meu coração se aperta toda vez que vejo a história destes três:

Charlotte, Lara e Kira não se desgrudam um minuto… Eles são a família do banheiro. Moram ali porque todos os outros gatos os rejeitam.

Eles podem sair, mas preferem ficar ali, unidos. Espero um dia ter a alegria de conseguir um lar para eles.

Clique nos links abaixo para conhecer:

A história de Charlotte.

A história de Lara.

Então, se você tem disponibilidade, condições e amor, adote. De preferências, esses três… Dó viver num banheiro…

Se não pode adotar, ajude a compartilhar a história para que eles possam ser adotados logo!

Melissando…

Veja bem… Eu adoro Melissa. Mas detesto descaso.

Pouco me importa aquela bobagem de #melissafail, como já disse. Erros de estratégia são recorrentes à marca e, quer saber? Tanto faz, desde que os preços me sejam acessíveis, o acabamento bom e o produto bonito e durável.

R$ 179,00 não é uma fortuna para uma bota de cowboy, mas é meio caro para uma galocha. Mas não é uma galocha qualquer, é esta:

Linda, né?! Amei a cor, o acabamento arranhadinho, com cara de usada a valer! Perfeita!

Daí, viu outra foto no blog da marca:

Apesar da foto bem ruim, dá para ver que rola um degradê na bota. Ok, não sou fã de degradês, mas achei divertido. O tom mais escuro me agradou mais!

Deixei até comentário no blog: “As cores das flocadas são essas aí ou as da loja?! É muita diferença…” E nem tchum!

Mas, de qualquer forma, estava decidida! Era a que eu queria. Comprei!

E olha o que me chegou:

Foto ruim, também, mas é que tirei sem flash, para ser fiel à cor dela.

E a cor… Ou as cores… Cada pé num tom. E cada uma das quatro abinhas de acabamento de uma cor. Era como se não tivessem terminado o sapato e já o colocaram à venda, sabe?! Faltou tonalizar duas das coisinhas e acabar de tonalizar uma delas.

Usei essas maravilhosas fotos para enviar meu e-mail de reclamação à Melissa. Questionei exatamente o acabamento do sapato. E olha que nem incluí as marcas de cola do pé esquerdo e a poeira grudada nos calcanhares. Sim, a bota não tem os arranhões e marcas de uso, como na primeira foto, mas há marcas de descaso.

O atendimento da marca, quase sempre fofinho, me mandou e-mail falando que os Correios estavam autorizados a recebê-las de volta, para avaliação. E lá se foram.

Uma semana depois, a mocinha do atendimento, fofa, me liga contando que não havia nada de errado com as botas. A cor era essa mesma. Todos os pares de flocadas estavam assim, inclusive a rosa e a marrom. Era uma característica pensada e decidida da bota, não um erro.

Discordei, claro, e ela sugeriu que eu escolhesse outra cor. Ok. Flocadas estavam fora. A marrom lisa estava em falta e a preta é horrível! Fui de prata.

Dois dias depois, ela chegou e… Não era bem assim:

É chapada e cintilante, sem o envelhecido charmoso… Feia. Aceitei, resignada. Não fiquei feliz ou satisfeita, que era o que eu esperava por meus R$ 179,00. De fato, peguei birra de Melissa.

Já vi as novas sandálias, da nova coleção e, apesar de ter gostado de muitas, perdi o tesão. A marca me deve. Não uma viagem a NY ou Londres, mas respeito, consideração. Eu compro online. Tudo o que tenho são as fotos oficiais, já que os blogs de fãs minguaram. E se as fotos oficiais mentem, a marca mente. E eu, que compro a mentira, me sinto traída…

Que beleza!

Marido acha a Zooey Deschanel a síntese da perfeição. Ele gosta da aparência, da voz, do jeito e até da bandinha insuportável dela - She & Him. Eu discordo de tudo. Na minha humilde opinião, a Zooey é só um rostinho bonito lutando para mostrar que tem talento – mas não tem.

Tome-se Jim Morrison. O cara era lindo, incrivelmente lindo. E tinha talento. Mas, na opinião dele, para os outros, o talento ficava em segundo plano, porque só se via a beleza. Aí, ele, que queria ser reconhecido como um grande poeta, começou a enfeiar. Engordou, deixou a barba crescer e ficou sujinho. Preguiça, né?! O cara era um bom poeta – não um grande -, mas também era um homem belo, um excelente performer-cantor-compositor. Podia ter tudo, mas queria além, queria o impossível. Morreu tentando.

Zooey é uma mulher bonita que insiste em parecer feia. Se veste muito mal, se penteia muito mal, se maqueia muito mal e tudo ao mesmo tempo. Mesmo vivendo num mundo repleto de stylists, maquiadores e cabeleireiros foda. Donde eu concluio que só pode ser de propósito.

As imagens do desleixo

Ninguém tem tanto mal gosto assim à toa. É tudo calculado. Mas a diferença entre ela e o Jim é que o Jim era realmente mais do que um rosto bonito, ela, não.

Zooey tem voz estranha e anasalada e sua banda é chata e pretensiosa. Sua atuação é medíocre, quando não abaixo da média. Ela é sempre a mesma coisa, inexpressiva e tediosa. Até sua série, New Girl, apesar do sucesso, é de um humor constrangedor, graças a ela.

Eu adoraria se ela assumisse que é bonita, continuasse a investir nisso enquanto dá e se desse por satisfeita, afinal, a maioria das pessoas nem isso tem. Para provar que você é mais, você tem que, antes, ser mais.

Quando deixa, fica linda!

Auto-conhecimento

É péssimo dar de cara consigo mesmo e enxergar, finalmente, que não se é tão grande coisa, assim.

Essa semana, por exemplo, descobri que “Big Bang Theory” é só pura ficção. A série me iludiu sobre os nerds e sobre mim. Na TV, eles são adoráveis, inteligentes, excêntricos, divertidos. Eu seria amiga do Sheldon! Na vida real, por falta de edição e de um roteirista bom, eu os odeio. Eu não os tolero! Eu pratico bullying contra eles. Que feio, Pi! Não pode… Pois é… Não pode.

É tão natural ser intolerante. É tão óbvio enxergar uma “falha” no outro e aumentá-la ao extremo. É tão fluido odiar sem razão. É tão fácil disseminar esse ódio. É tão imensamente assustador só se dar conta disso quando alguém te conta! E ainda bem que alguém me contou, me chamou à atenção.

Fiquei com muita vergonha, com muito pesar. Em retrospectiva, vi que isso sempre foi assim: sempre odiei nerds. Que direito essas pessoas tem de ser tão estranhas?! Direito pleno, poxa! Incomodados que se retirem! Ou que se adaptem.

Optei por me adaptar e por me policiar. Chega de ódio gratuito. A vida já é muito confusa sem se procurar por problemas, ainda mais nos outros.

Não pode!

A Menina Que Roubava Livros

Comecei a semana lendo A Menina Que Roubava Livros, de Markus Zusak, por indicação da minha tia. Como ainda me comporto como criança em certas ocasiões, e o amor é uma delas, primeiro antagonizei o livro. Critiquei, achei defeito. Não o belisquei nem puxei cabelo porque, oras, é um livro. Mas antecipei todo o amor que viria ao me comportar assim. E, sim, amei o livro.

Não sei se foi best-seller ou coisa do tipo, mas mereceria.

Nunca li nada tão cruelmente triste. Nem tão belo. Em 478 páginas, o autor conseguiu resumir tão bem a humanidade que, por vezes, entendi a Morte. Noutras, invejei a vivacidade da protagonista.

E, hoje, depois de uma semana de dedicação e envolvimento, acabei a leitura. Acabei e fui tomar banho. Bem quente, bem longo. Para que a água levasse embora tanta tristeza. Mas ela se recusa a sair…

Lançamentos Lime Crime

Vamos falar de coisa fútil, vamos?! Pois então… A Lime Crime está lançando produtinhos novos. Tudo muito lindo e mimoso.

Em breve, virão os esmaltes.

Que, por enquanto, são só promessas.

E, em mais breve ainda, os tão prometidos Eyeliners.

Comprando o kit, o valor é US$ 73.99. Cada, avulso, fica em US$ 13.99. Achei o azulão um desbunde de lindo!

Vamos à descrição do produto:

Delineador colorido é uma maneira rápida, fácil e criativa de elevar sua maquiagem dos olhos para o próximo nível. 7 tons “arregalados”, em uma fórmula à prova de manchas. Equipado com um pincel de precisão, ideal para usuários de primeira viagem.

Produto Vegan/livres de crueldade.

Disponível em 23 de maio.

Eu queria por demais ver esse tal de pincel de precisão, mas não achei foto…

As últimas

Eta semanazinha corrida e cansativa. Aliás, qual não tem sido?!

Termina com a caminhonete sem bateria e eu desistindo de ir a BH para a Bienal do Livro – conhecer o Ruas – e ao BH Tattoo Convention – tatuar…

Mas comecemos pelo começo:

• Chegou Noite Eterna, que comprei online. É o último livro da coleção “Trilogia da Escuridão”, do Guillermo Del Toro e Chuck Hogan. Livros sobre vampiros e fim de mundo. A abordagem é, muitas vezes, clichê, mas, ainda assim, há muitas soluções diferentes e interessantes. Devorei o livro e faltam 30 páginas para acabar, mas fico com dó de não ter mais, depois. Só o filme, mas… Não tenho mais saco para filmes…

• Eu tinha um casal de frangotes e umas peruas para doar. Alguns garnisés para me livrar. E vieram aqui, em casa, e levaram tudo! Houve promessas de amor eterno e de cuidados, mas não acreditei… Sofri de culpa, mas passou. Menos ração para comprar, menos brigas para apartar, menos cocoricós para escutar… Ficou melhor e me restaram as boas.

• Minha última galinha-de-presente morreu. Morte de galinha, por velhice, é cruel. A natureza não as fez para durarem tanto…

• Morderam e quebraram a orelha do Will, semana passada. Ficou com orelha caída, mais feio ainda. O veterinário disse que não tinha solução, então, o inevitável aconteceu: ficamos com ele. Ninguém queria o menino inteiro, imagina com orelha caída. Mas, aí, como por milagre, consertou. Desconfio que foi tudo um estratagema dele para não ser mandado embora… Deu certo, nós o amamos!!

• Cortei e descolori o cabelo. A cabeleireira jura que fiz californiana, e não duvido, mas não era o que eu tinha em mente – tá meio a meio. Estranho é que estou com o cabelo bicolor, exatamente como estava há uns dois anos, quando decidi cortar, exatamente porque estava bicolor. Aí, lá vou eu pagar uma grana considerável para voltar a ter o exato mesmo cabelo de outrora… Se havia alguma dúvida, passou: sou mulher!

Era para ficar assim…

• Chegou um colar, da Amazon, que eu nem me lembrava de ter comprado. Maior do que eu imaginava, mas gostei bem!

White Zombie Cameo Pendant in Skull Frame

• Dia 18, a Sugarpill lançou palette nova:

A Sugarpill também está repleta de cílios postiços estravagantes!!

• Terminei a semana de labuta comprando blusinhas baratinhas e livres de impostos na feira de malhas, tentando comprar blusinhas caras nas boutiques da cidade, comendo crepes – Alam e Laranja. Recomendo demais! – e tomando cafés na Girassóis, com muita gente boa.

Hoje, ficarei em casa, babando… Minhas amigas de BH me deram bolo, o carro pifou e está um dia de sol, ótimo para lavar roupas!

Concurso Lime Crime

Em comemoração aos 200 mil “curir” no Facebook, a Lime Crime está fazendo um concurso em que você compartilha fotos e histórias – em inglês, preferencialmente – sobre seus mais memoráveis “momentos Lime Crime”. Assim, você corre o risco de ganhar um presente bem especial da marca!

As regras você fica sabendo ao clicar na imagem acima. Corra que o tempo urge!

Se eu tivesse um tiquinho de paciência pressas coisas, lá estava eu me jogando!