RSS Feed

Categoria: ‘blogosfera/redes sociais’

  1. Aquela coisa…

    28 de abril de 2013

    27 de Abril é Dia do Designer Gráfico. 1º de fevereiro é Dia do Publicitário. 5 de Novembro é Dia do Designer. 4 de Dezembro é Dia Mundial da Propaganda. Tantas datas para se comemorar, tão pouco a se comemorar…

    Eu me lembro da propaganda do meu primeiro sutiã. Lembro o nome da modelo e a marca.

    Eu me lembro do Pool da Gata e do Gato. Das músicas do D’Arby, que ainda amo. Das falas.

    Melissinhas e as ruivinhas. Clássicas!

    “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?”
    “Também, tem duas embalagens!” Slogans difíceis de esquecer!

    Coca-Cola dá mais vida. Coca-Cola, um sorriso!” Os jingles eram ótimos!

    Não que hoje não haja ótimas propagandas. Até há. Mas estão perdidas em meio a um monte de porcaria! E nada mais é memorável. O objetivo é ser “viral”, circular na Internet até cansar, virar meme, ganhar prêmio e sumir.

    Antigamente, propaganda era cara, tinha que durar, tinha que atingir em cheio.

    E não era cara só para o anunciante/cliente. Estudar Publicidade era para os bons, pois eram pouquíssimas faculdades e não era fácil entrar nelas. Por isso, havia poucos profissionais em poucas agências. Se o cliente era mala, não conseguia agência e, como não existia “Programa CorelDRAW para todos”, não existia “sobrinho” para substituir agência. O trabalho era valorizado, o cliente era valorizado. Todo mundo ficava feliz e prosperava junto.

    Há coisas - como curso superior - que não deveriam ser democratizadas, eu lhe digo. Não hoje em dia. Primeiro, vamos dar base para os alunos, investir no básico, na alfabetização, no desenvolvimento do raciocínio que ninguém vai precisar de cota para fazer faculdades. E ninguém vai aceitar fazer péssimos cursos em péssimas faculdades. E ninguém - tá, quase ninguém - vai se formar como péssimo profissional.

    É triste ver o perfil do “profissional de comunicação”, nestes tempos. Jornalista que não sabe escrever, pensar, ler ou entrevistar. Publicitário que não pode fazer braimstorming - porque não tem ideias -, que não tem tempo de rough¹, que não sabe “criar” sem a ajuda da Internet. E que fica impondo jargões, como se todo mundo tivesse obrigação de saber o pouco que ele aprendeu na “facul”.

    Se não bastasse, ainda tem isso:

    publiciotarioMais dramas tirinhas, aqui.

    Sempre teve disso?! Duvido. Clientes costumavam valorizar o profissional, pagando bem e poupando o tempo dele com o que interessa, que é criar bem.

    E não é só cliente que complica a vida, não. Como há milhares de agências e “eugências”, o fornecedor está - quase que literalmente - c***ndo para as agências. “Se não quer, tem quem - não me conheça - queira!” Eles só se esquecem que há milhares de graficazinhas/representantes, também!

    Então, em meio a um mercado de m**da, como faz para sobreviver? Ah… Tem a tal da licitação publicitária! Um negoção. Mas, infelizmente, cheira a vestibular com sistema de cotas para “peixe”. É que, mesmo você sendo o melhor, não é garantido que você ganhe. E se ganhar, pode ser que tentem lhe levar para o lado negro da força. Coisas da vida…

    Abre parênteses:

    E por falar em lado negro:

    DESIGN DEPRESSAO TA DE ZUA DAKO LOGOMARCANão se iluda!! Isto é outra coisa que não Publicidade/Design, porque, vou lhe contar, esta mudança não vale o que foi pago. Não mesmo. Leia a respeito, aqui.

    E que saco esta chateação dos Designers com a pobre “logomarca”. Ok, logo=marca, logo, logomarca=marcamarca. Tá. Mas, se há comunicação e o leigo entendeu o que é, ótimo! Não dou conta é de cliente perguntando sobre o slogan, querendo dizer logo!

    Fecha parênteses.

    Ah! Você também pode abrir uma lojinha de produtinhos imbecis e metidos a besta e ahazar no Facebook!! Esqueça o que você estudou sobre direitos autorais. Esqueça que você sabe que não se pode usar uma marca sem autorização. Esqueça que existe uma tal de ANVISA que não lhe permite trocar rótulos de produtos ao seu bel-prazer. Esqueça!! Ahaze!!

    Outra opção é desistir de tudo e ir vender pastel de camarão na praia!

    Como eu persisto no erro, vivo estressada. Sobrevivo fazendo continhas e deixando uma dividazinhas pra trás, pra quando der… Mas se eu pelo menos soubesse fazer pastel…

    1. Rascunho, estudo feito à mão.

     

     


  2. Xô, Preguiça!

    28 de março de 2013

    Faxineira de férias - merecidas. Fui fazer parte do serviço dela no sábado passado. Tipo, varri a casa e passei Sekito com produto de cheirinho. Resultado? Casa não tão limpa, mãos com bolhas. Desisti, vou esperar ela voltar…

    Por isso, quando ouço ou leio geral de mimimi sobre o “PEC das Empregadas”, eu pergunto: já lavou uma trouxa de roupa?! A minha, a lavadoura GE lava – até o dia em que a água pura do SAAE irá fatalmente destrui-la, como fez com o lava-louça -, mas não passa. E eu odeio passar roupas, lavar banheiro, lavar as caixas de areia, arrumar cozinha - que envolve a louça, que, ao que me parece, tenho preferido quebrar a lavar, e limpar dentro e fora da pia e o fogão… -, tirar o lixo e um punhado enorme de serviços domésticos. Por que são indignos de ti, Pi?! Não, porque são pesados à beça.

    agua-saaeÁgua pela qual o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Itaúna tem coragem de cobrar. Isso saiu diretinho da minha torneira. A que vai bonitinha para dentro da máquina de lavar roupas. Imagina a roupa lavada nesta água – se a lavadoura não pifar, claro – que branquinha que SAAE! Sabão que lava mais branco? Ha!

    Minha faxineira é fichada no nome da empresa e recebe todos os benefícios a que um funcionário tem direito. Nem imaginava que empregada doméstica não tinha os mesmos. Mas nem vim aqui para entrar no mérito do “se você não pode pagar, dentro das leis e regras, uma babá para dormir com seus filhos, não deveria cuidar deles por si só, já que são SUA obrigação?”. Vim para dizer que o feriado taí e vou passar para o serviço doméstico externo.

    O jardinheiro que contratamos deveria ter vindo no domingo. Não veio e não deu satisfação. Hoje, esse tanto de dias depois, veio pedindo para trabalhar. Dissemos “não”. Já passamos a vergonha de ter um matagal na frente da casa por mais uma semana, vamos resolver sozinhos. Hoje, já comecei a arrancar os matinhos e plantinhas que insistem em nascer no cimento. Dureza. Outro trabalhinho puxado, mas, deste, gostei mais. Dói menos do que faxinar.

    Acho estranho que, no Brasil, as pessoas considerem alguns trabalhos indignos, como os de faxineiras, lixeiros, capinadores, garçonetes, atendentes ou cozinheiros em fast food, entre outros. Acho só que são mal pagos pro tanto que são pesados. E são. Se alguém aqui já assistiu àquele programa do chefe disfarçado, “Chefe Espião”, viu que ser subalterno é dureza. O cara do 7-Eleven quase foi demitido do próprio estabelecimento, porque era lento para fazer o sanduíche.

    Profissão indigna é político profissional e bandido - quase a mesma coisa. De resto, se é trabalho honesto, é digno. Se bem que, telemarketing… Sei não…

    Para acabar com as divagações do dia, um quadrinho que diz o que tentei dizer:

    inanimados

    É isso. E se eu conseguir vencer a preguiça nesse fim de semana, vou ver se me mantenho afastada dela. precisando me exercitar!


  3. Mais polêmico que mamilos!

    27 de março de 2013

    Mostrar os peitos é tão 2012 – ou 1800, como sugeriu a Luana. A tendência, agora, é mostrar a vulva.

    A Folha trouxe uma matéria sobre alguns Tumblrs/blogs criados para enaltecer a vulva, essa perseguida… Acontece que, como atrizes pornô, Panicats, Geisys Arruda e outras grandes formadoras de opinião, no mundo todo, tem feito labioplastia, as mulheres comuns, que não tem grana e coragem de se submeter a uma cirurgia dolorosa e fútil para ter pererequinha de criança, tem se sentido inferiorizadas e traumatizadas, por causa da comparação. Como superar este trauma? Fotografando e postando para o mundo suas vergonhas, acompanhado de um texto fofo de superação.

    Dei uma passada d’olhos num deles e, sinceramente, não entendi o drama. Marido, em compensação, ficou horas avaliando, lendo os textos - sei - e se solidarizando com as bucetas. Assim como qualquer nome que venha a ser dado à coisa, ela é feia. É da natureza da genitália. Não existe órgão sexual bonito e ponto. A grande questão é, se seu namorado fica avaliando a sua e constata que ela é feia, duvide da orientação sexual dele - e/ou ria do pinto dele! Aposto que é risível! Se você fica avaliando a sua - num contorcionismo estranho, diante do espelho -  e constata que ela é feia: parabéns, você brilhou! Se você acha que isso é motivo para plástica, pelamor!

    Motivo para se submeter a uma labioplastia é ter uma menina que incomoda fisicamente. Existem casos de lábios tão grandes que se machucam durante o ato sexual ou ficam muito sensíveis em contato com as roupas. Em outros casos, a ex-bombada de academia desenvolveu um pequenino pênis e não é mais uma moça. E, é claro, se você vive de aparência e sua racha surge em close para as câmeras, é bom que seja fotogênica!

    Mas se você não é atriz pornô nem se encaixa nas outras categorias de “justificáveis”, esqueça isso! Filme pornô é igual Hollywood, onde nada é real. Os peitos, as ereções, a trepada, o gozo, é tudo fake. É de se admirar que alguém exija realidade logo numa xoxota exposta ali. É de admirar que alguém compare o que acontece ali à realidade do dia a dia de pessoas comuns e pudorentas. Se seu namorado cospe em você para lhe lubrificar e você diz “oh, yeah! oh, yeah” durante o ato, bom, vocês precisam de terapia, mas não há necessidade de plástica…

    Mulheres normais, saudáveis e inteligentes não se preocupam com a estática da parte pudenda, mas com a saúde e a higiene dela. Homens heterossexuais normais, saudáveis e inteligentes não comparam e põem defeito nos corpos das suas mulheres - se sabem o que é melhor para eles.

    As pessoas andam doentes. As pessoas andam buscando problema onde nunca existiu. Como diria a vó Edir: “este mundo está muito enfeitado”. E como diz minha vó Tereza: “não gostou? Come menos”. É… Na época de nossas avós, a busca por uma xavasca estética não tinha espaço para existir.

     


  4. Trinta e nove

    10 de março de 2013

    domingo_niver

    Estou neste nível: me guardando para os 40! Mas viva eu, mesmo assim!


  5. A mulher

    8 de março de 2013

    Fiz oito homenagens ao Dia Internacional da Mulher para 8 clientes diferentes, cada uma com uma abordagem. Ok, é meu trabalho. Foi cansativo, mas interessante, afinal, eu pesquiso antes de fazer um trabalho.

    Conheci campanhas boas, pontos de vista inteligentes, “homenagens” depreciativas, mulheres imbecis e blogueira famosa que eu nem fazia ideia que existia e concluí: não gosto da data.

    que-merda-eh-essaUma “homenagem” que teve fulana falando que não viu problema… “Tudo frescvra”. Não, não é frescura. Achar a piada engraçada é uma coisa, achar que o assassinato de uma mulher por motivo fútil cabe numa “homenagem” ao dia da mulher é horrível.

    Tá, isso eu já sabia. Mas o argumento, agora, é outro. Não me incomoda, tanto mais, a segregação de todo dia “especial”, do tipo: hoje é seu dia, só seu, mas, amanhã, vida volta ao normal e você volta a ser nada. O que me incomoda é a imagem da mulher, hoje.

    O Dia da Mulher foi, inicialmente, uma homenagem às mulheres que reivindicavam seus direitos civis: direito ao voto, melhores condições de vida e trabalho. Mulheres que batalharam não pelo “seu lugar ao sol”, mas por dignidade. E muitas morreram no processo. 146 delas, queimadas.

    Comparar-nos a flores, estereotipar-nos, reduzindo-nos a uma penca de clichês nos quais quase nenhuma se encaixa é uma afronta. Dar florzinha e bombom (ou postá-los no FB) é ridicularizar os dias de luta.

    Só que os dias de luta ficaram para trás. Elas (as mulheres do início do século XX) conquistaram pra gente o direito ao voto. Conquistaram melhores condições de trabalho pra geral. Conquistaram um espaço na História e um dia oficial de comemoração. Isso exigiu coragem, força, auto-respeito. Não foi coisa que se conquistou com abdomen sarado, pernas torneadas e silicone no peito. Foi com fibra, matéria da qual a maior parte das mulheres do século XXI só sabe que existe na granola.

    A mulher de hoje é encaixada em estereótipos sem nem se importar, desde que sejam “positivos”. Só que estereótipos não são positivos, são preconceituosos e limitantes. Seja você gostosa/marombada/desejada/famosa/mãe/esposa/fashion/múltipla de propaganda de cosméticos/vítima ou vilã, você é mais do que só isso.

    Suporte_689E não me venha com “soc!” no coitado que comprou a ideia que você não se importa que façam de você. Você acha charmoso não ser entendida? Não é, não.

    joaninhasA melhor das homenagens. Sem apuro histórico, mas digna. http://joaosejoanas.com/

    Ser mulher é ser um humano do sexo feminino que representa uma boa parte da humanidade. E como qualquer humano, tem defeitos e limites. E como representante de boa parte da humanidade, deveria se encontrar e definir melhor seu papel na sociedade. Não “definir” do tipo “limitar” - que é o que tem-se feito -, mas de:

    1. caracterizar, decidir, decretar, deliberar, determinar, estabelecer, fixar, resolver.

    2. aclarar, delinear, descrever, elucidar, esclarecer, exibir, explicar, expor, instituir, manifestar, marcar, precisar, representar, retratar, revelar.

    3. decidir, designar.

    Se a maioria das mulheres definir que cada uma é um indivíduo e que, apesar das muitas coisas em comum, não somos todas farinha do mesmo saco nem podemos ser rotuladas, muito menos de forma generalizante, talvez tenhamos porquê comemorar esta data. Mas se a maioria definir que “é frescura” tudo isso e quiser se manter a base de estética, cosméticos e clichês, rasas como pires, bom, aí vamos mandar flores todo 8 de março para celebrar o defunto.

    Ser mulher não é perfeito – somos humanas, né?! - mas pode ser bom, rico, feliz e pleno. Livre de sacrifícios estúpidos e cheio de escolhas e oportunidades maravilhosas. Por que não querer isso?

    Update:

    mulher-musicas

    Essa foi pós-post, “homenagem” do Will à mulher, que tem “evoluído” tal qual a música popular… Será?


  6. Cats to Go

    19 de fevereiro de 2013

    Minha amiga Ana, hoje, me mandou um link de uma discussão no Facebook. Eu não discuto em Facebook, mas resolvi analisar a questão, aqui:

    A começar pelo título da matéria: ‘Donos de gatos não têm ideia do dano que eles causam’

    Então, donos de gatos são tolos. Gatos ficaram em 1º lugar no ranking de maiores assassinos da natureza - porque matam qualquer animal que conseguirem caçar e por prazer - do Animal Planet. Gatos são serial killers em potencial.

    “Outras chegam a assustar os que costumam receber cadáveres de pássaro, lagartixa ou rato de ‘presente’: os bichanos só entregam aos donos 20% do que caçam”.

    Ainda bem que eles não me dão de presente tudo o que caçam. Já me dói encontrar uma lagartixa morta, imagina se me deixarem ao pé da cama as outras 80%?! Aí, sim, eu pensaria em me livrar deles. Em contra-partida, a infestação de pombos - praga, infelizmente - deu uma boa reduzida quando o Will aprendeu a caçá-los – já encontrei dois cadáveres. Não tenho ratos/camundongos em casa. Baratas que ousam entrar são mortas pelos gatos. Pardais não pousam no meu quintal. Uma ou outra lagartixa, libélula ou passarinho gente boa morrem na “brincadeira”, mas faz parte, não faz? Gatos são produto da natureza, não são?!

    “Morgan diz que ele mesmo já teve gatos e que não é contra os animais em si, mas pede uma posse mais responsável especialmente em seu país, onde quase a metade das espécies de pássaros nativas já foi extinta e uma parcela importante está ameaçada.”

    Concordo com isso. Não só aves, mas marsupiais de pequeno porte morreram aos montes na Austrália e na Nova Zelândia. Alguns, chegaram à extinção. Gatos, com certeza, contribuíram. Humanos, também. Nosso estilo de vida não dá espaço para muitas vidinhas no entorno. De qualquer forma, não é impossível “controlar” seus gatos.

    Limitar o acesso deles à rua é até uma boa pedida. Não pelo risco que eles oferecem, mas pelo risco que correm, graças a humanos e seus hábitos de vida – e morte.

    “Alguém me disse outro dia que os gatos são animais incríveis, até que atravessam a sala e arrancam a cabeça do seu periquito! Eles não ligam tanto para a gente.”

    Tenho galinhas e pintinhos. Já apareceram outras aves, aqui em casa, que foram resgatadas por motivos alheios a gatos – culpa de janela de vidro, coisa de humano, mais frequentemente. O Zafir está vivo e bem. Meus gatos tem muita curiosidade sobre os outros bichos, mas, até hoje, respeitaram. Meus gatos são diferentes? A “criação” que damos é diferente?! Acho que não. Meus gatos tem liberdade durante o dia – dentro dos limites da casa – e os outros animais, como pássaros, tem liberdade de se arriscarem aqui, para “roubar” frutas e a comida das minhas galinhas. É a vida.

    Gatos não me dão a mínima?! Eu dou a máxima a eles. Eu os amo! Eu sou feliz com eles.

    Eu acho desnecessário ter um periquito numa gaiola. Acho injusto e cruel. E sei que cata-vento de energia heólica mata mais passarinho que qualquer gato, assim como chiclete jogado na rua e outros lixos.

    “As pessoas deveriam ser encorajadas a capturar os gatos e entregá-los à administração local. Se não tiver dono, ele deve ser destruído.”

    Se não tem dono, deve ser destruído?! Mas só vale para gatos? Vamos destruir legal! Vamos acabar com tudo que não tenha alguém que se responsabilize por ele! Oh… Wait A gente meio que já faz isso, ?!

    Humanos são os maiores predadores do mundo - homens não aparecem no ranking do Animal Planet. Matam por prazer, por luxúria, por que deu vontade, além de para comer. Gatos estão em segundo lugar. Estamos limitando os acessos dos humanos? Não.

    Humanos não são nativos da Nova Zelândia nem de grande parte do mundo e estamos espalhados por todo este planeta. Estamos devolvendo humanos ao seu lugar de origem? Não. Estamos impedindo que procriem em todos os lugares dos quais não são nativos? Não. E humanos nem são mais legais/mais bonitos do que os gatos, ora bolas!!

    folha

    1- Tenho gatos que sabem se mover sem fazer nenhum ruído, com ou sem guizo. Mas, ?! Vale a pena tentar.

    2- Concordo com a castração.

    3- Se possível, ok, há quem viva em apartamento com bichanos. Se há um quintal sem acesso à rua ou se eles aceitam coleira, deixe-os passear! Viver preso é um saco!

    4- Não compre, adote!


  7. Correlações

    3 de fevereiro de 2013

    Isto:

    62904_527808973916490_1361204509_nEu sonho com um mundo melhor, onde galinhas possam atravessar uma estrada
    sem que seus motivos sejam questionados.

    Com isto:

    VivaIntensamente-CachorroNaIgreja

    E este:

    1979

    Com este:

    Pra quem não entendeu a letra da música, tradução (tosca) aqui.

     


  8. Gaiola das Loucas

    2 de fevereiro de 2013

    layout3

    Às vezes penso: que bom que estão engaioladas, porque são realmente loucas! Mas são adoráveis!

    Elas se juntaram para escrever, cada dia uma, sobre o que há de novo na vida delas. Haja novidade, mas, pelo que me disseram, servem as velhas novidades, também. Vale falar sobre qualquer coisa, desde que seja uma primeira vez!

    No sábado, tem convidados especiais! E a da vez fui euzinha mesma! Claro, escrevi sobre bichos. Mais especificamente, sobre a Vaca, a minha primeira cachorra da vida, que foi para a Fazenda dos Cachorros Felizes há pouco mais de um ano e ainda me faz chorar de saudades.

    E quase chorei de tanta fofura da apresentação que minha irmã gêmea de coração fez de mim! Mal sabe ela que eu também já tive papagaio, peru, d’angola, coruja - por algumas horas - e pavão - e só não os tenho mais porque a vizinhança chiou…

    Está à toa neste sabadão? Vá ! Não está, sem problemas, todo dia tem Gaiola das Loucas!

     


  9. Zumbis, apocalipse, vampiros e demônios

    Screen Shot 2013-01-19 at 10.50.43


  10. Mundo gato

    24 de janeiro de 2013

    Alguns cartunistas parecem não gostar muito/compreender gatos. Ruim para eles. Gatos são sensacionais.

    ruasUm Sábado Qualquer

    Eu gosto. Amo gatos! São muito simpáticos e agradáveis, mesmo que, às vezes, beirem o insuportável. Normal. Quem não é assim? O cachorrinho chechelento dos vizinhos, que late alto e monotonamente, o tempo todo que está acordado, é insuportável 24X7.

    mentirinhas_377

    E é como disse a Lia Lopes, neste post do Coala, “Amo gatos e que eles dominem o mundo mesmo, antes eles que esses humanos desumanos…” Tô com ela e não abro.

    Se eles conquistarem o mundo, posso ser a humana de 7 deles, que me amarão, me darão leite e farão carinho atrás das minhas orelhas. E o mundo será lindo!

     


s_link('Próximo'); ?>