Categoria: ‘farmília’

  1. Amenidades

    1 de maio de 2012

    Para quem ainda não conhece, este é o Will Imbondo. Ele parece um tigrezinho! Eu acho lindo, viu, Lou?!

    Estas são minhas unhas com Figo Impala + Sex Appeal Impala + Matt Plus Big Universo. Com e sem flash. Achei a mistura dos Impala baranga e taquei o matte por cima. Melhorou… Estou num momento matte! Semana passada, usei um esmalte preto com a cobertura matificante da Passi Nati, que dá um aspecto meio emborrachado. Ficou parecendo couro. Achei lindo! Mas não fotografei.

    Esta é a palette nova da Lime Crime, a venda a partir de hoje:

    Gostou? Clique no banner acima!

    E estes são os esmaltes que em breve serão lançados pela marca:

    Achei tudo muito suave. A marca costumava ser mais colorida. Mas são tons bonitos!


  2. Will Imbondo

    26 de abril de 2012

    Tantos posts, né?! É, todos começados na segunda e só terminando agora… Menos este! Este começou no sábado!

    Segue o diálogo inicial:

    - Por que seus pintinhos estão gritando?

    - Não estão.

    - Que barulho é esse, então?

    - Gatinho.

    - Nosso?

    - Não! Não temos filhote!

    E lá se foi meu marido atrás do filhote que miava. Encontrou um gatinho estranho, magrelo e miúdo, sobre a árvore, na frente da casa. E, nesse sábado, deu-se início à maratona “vamos resgatar o gatinho cinza”.

    O porcariazinha do gatinho ficava se escondendo na moita ou subindo na árvore. Deixava que nos aproximássemos, mas não que o tocássemos. Comia na mão, mas corria logo que acabava a refeição. A vida estava boa. Água limpa, comida, esconderijo.

    Mas o marido queria mais. Queria ser amado! Até que, ontem, conseguiu o inimaginável: o gato entrou aqui na casa, por vontade própria. Ele dormiu aqui, comeu, bebeu, usou a caixa de areia e, assim que amanheceu o dia, saiu correndo e se escondendo. Não sei se volta. Se for esperto, volta, mas não parece ser o caso.

    Will é o miadinho dele e Imbondo é o que ele é.

    Seis é um número mágico, mas não pretendo ficar com ele. Se alguém se interessar e ele voltar, doo o coitadinho vacinado e castrado!


  3. Sobre galinhas e pintos

    9 de abril de 2012

    Diálogos:

    Funcionária, vendo tal cena,

    pergunta:

    - Por que os pintinhos estão com luz acesa?

    - Para não sentirem frio.

    - E não fica caro essa luz acesa o dia todo?

    - Claro! Aumenta a conta de luz em pelo menos 100 reais.

    - E quanto custa um pintinho?

    - Uns 7 reais…

    Ela faz as contas e diz:

    - Não seria melhor deixá-los morrer de frio?

    - Melhor pra quem?

    *****

    Marido, olhando para uma galinha enorme de gorda em cima da cerca, comenta:

    - Sabia que uma galinha dessas, abatida e depenada, custa uns R$ 45,00?

    - Hã?

    - Sério. Tem uns R$ 1.500,00 andando pela casa.

    - Sei…

    - Ah, lá! R$ 45,00 pulando pro chão!!


  4. De: “Meu melhor amigo”

    7 de abril de 2012

    Eu amo meu cão. O Toro é um menino bonzinho e feioso. E ele não é tão valorizado, amado, cuidado quanto merecia. Gatos são dominantes e são muitos, nesta casa. O cão fica na dele, choramingando, no cantinho, enquanto os gatos quebram tudo, brigam muito e caçam insetos. Chamam a atenção com mais eficiência.

    E este texto do “Procure 1 Amigo” me fez perceber que o Toro merece mais. Ele é muito disso que eu não sou. Ele é muito melhor do que eu!

    Se você for capaz…
    …de começar o dia sem cafeína;
    …de enfrentar o dia sem estimulantes;
    …de estar sempre de alto astral, ignorando todas as dores;
    …de ficar sem reclamar e encher as pessoas com seus problemas;
    …de comer a mesma comida todos os dias e ser grato por isso;
    …de entender que seus entes queridos estão muito ocupados para lhe dar atenção;
    …de perdoar quando seus entes queridos descontam em você quando, por motivos pelos quais você não tem culpa, algo dá errado;
    …de aceitar críticas e censuras sem ressentimentos;
    …de ignorar a falta de educação de um amigo sem nunca corrigi-lo;
    …de tratar amigos ricos e pobres da mesma forma;
    …de enfrentar o mundo sem mentiras e trambiques;
    …de vencer a tensão sem auxílio médico;
    …de relaxar sem precisar recorrer ao álcool;
    …de dormir sem precisar de remédios;
    …de dizer honestamente que, do fundo do coração, não tem preconceitos religiosos, raciais ou políticos.

    Então, você é quase tão bom quanto seu cão!


  5. E lá se foi…

    8 de janeiro de 2012

    A primeira morte de 2012, na minha farmília, já era anunciada.

    Chuva, mosquito, três mães loucas e um pintinho ficou doente. Acho que era bouva aviária. Apesar deu amar meus pintinhos, não tive coragem de pagar R$ 65,00 de consulta por um pintinho de R$ 5,00… Mas procurei em sites de avicultores e fui até uma casa de avicultor comprar remédio. O remédio deveria ser administrado por seis dias. Com três, ele não aguentou e morreu numa posição tão horrível que parecia coisa de filme de terror oriental…

    Ele era o menorzinho da farmília. Possivelmente, um garnisé de peninha no pé. Bonitinho, mas fraquinho desde o começo…

    A Pixie bem que queria aliviar a dor do pintinho bem antes…

    Mas não deixamos…

    Descanse em paz, Quasimorto…


  6. Animais e outros bichos

    7 de janeiro de 2012

    Em defesa dos gatos, devo dizer que, apesar da destruição em que a casa se encontra, a culpa nunca foi deles.

    Gatos são animais solitários. Gostam de companhia quando querem companhia. Quando não querem – a maior parte do tempo -, eles só querem sossego.

    O Rasputin foi filho único por 6 anos. E ele é territorialista e possessivo. A gente já sabia. Quando a Vaca veio integrar a farmília, ela foi bastante hostilizada por ele. Apanhou um bocado e aprendeu seu lugar: abaixo e distante do Pudim.

    Aí, em 2007, veio o Legião e o Pudim começou o hábito de marcar território. Não sendo o suficiente, em 2008, vieram Gasolina e Biodiesel. Da Biobio o Pudim gosta e muito. Ele sempre dorme juntinho dela. Mas não se dava com os outros. Mais mijo. Em 2010, o Legião se foi e a marcação cessou. E, então, veio a Panqueca. Começar de novo…

    Ano passado, com a aquisição da Pixie, que é muito amada por mim, mas odiada por todos os outros gatos, foram as fêmeas que começaram a marcar território. Hoje, são 5 gatos, três deles, mijões. Todos castrados desde novos.

    Li na Internet, enquanto eu procurava uma solução para limpar os inúmeros xixis das coisas todas, uma porção de choramingos e reclamações, de pessoas que tem mais de um gato, sobre os mijos. Mas “quem caça, acha, depois não diga que é desgraça”, diz minha avó.

    Concluindo: quando se coloca vários gatos, com origens e personalidades muito diferentes, todos juntos, é claro que você quer problema. E vai ter.

    Ter mais de um gato em casa é assim

    Como não vou me livrar da Pixie, vou ter que aprender a limpar xixi. Para isso, compramos mais uma lâmpada de luz negra, hoje. E começarei a faxina já já!!

    E por falar em bichos, o Toro não é uma tentativa de substituir a Vaca. Assim como a Panqueca nunca substituiu o Legião. Ou o Pudim, a Maia.

    O que funciona muito, pelo menos para mim, é arranjar logo um outro bicho, que precise de cuidados e atenção, para que a dor da perda seja substituída – ela, sim – por preocupação e carinho. Rola culpa, confesso. E a dor só diminui, não passa. Mas, pelo menos, bicho é tanto amor que brota alegria no coração. E isso ajuda a continuar. Treinar o Toro traz a lembrança de que a Vaca foi tão boa e perfeita que dá até uma antipatiazinha dele, mas, aí, ele baba e rebola o cotoco e é só amor…

    Ele deveria se chamar Coragem, porque ô cachorrinho medroso!

    Mas mete medo! A Panks subiu no coqueiro quando o viu!

    O que a gente não podia deixar acontecer é se acostumar a não ter cachorro, a não ter os problemas e as despesas que ele representa e não precisar mais de um. Porque, sim, é problema e despesa, mas a recompensa é enorme. Sem meus bichos, eu seria a mesma pessoa egoísta e fria que eu era antes deles e eu não gosto mais dessa pessoa.

    P.S.: o vídeo é do Simon e ele tem um canal no YouTube, para quem gosta de gatos e vídeos.


  7. Terror no Cerqueira Lima

    6 de janeiro de 2012

    A minha amiga Rafaela havia me “emprestado” um livro sobre gatos neuróticos – os meus! – e uma das dicas para se encontrar os mijinhos marcadores – que nem sempre são visíveis – era usar luz negra. Achei CSI. Achei Bones. Quis fazer.

    E fiz. Decepcionei-me muito com a sutileza da coisa. O xixi não brilha como nas séries. E, eu já sabia, não é só xixi que aparece, mas qualquer fluido corporal. Então, as vasilhas de comida brilharam um tantão, mas xixi, que é bom, só se via com muita atenção e somente em fundos claros. Em piso e portas de madeira, não se via nada… Mas onde se via…

    Dá vontade de desistir dos gatos… E foi assim pelos cômodos todos pelos quais passei. Fora o que não deu para enxergar… O mais incrível foi perceber que o único lugar livre de xixi era o box, onde ficam as caixas de areia. Ali, xixi só nas caixas, mesmo.

    Meu propósito de ter casa limpa, deste ano em diante, vai ser cumprido de qualquer forma. Os gatos terão que se adaptar ou começarão a perder liberdades.

    Agora, o que mais me assustou foi minha fuça na luz negra. Nunca tinha reparado como eu ficava. E assustei. Muito. Como o sol me destruiu!!

    Prepare-se para cenas fortes!

    .

    .

    .

    .

    E o marido.

    Virou zumbi!!

    Pena que quebrei a lâmpada – e nem foi por revolta! – e a brincadeira acabou… Vou comprar outra!!


  8. d-e-s-e-s-p-e-r-o

    1 de janeiro de 2012

    Antes e mais nada, muito obrigada pelo carinho, se não por mim, pela Vaca. Valeram demais os comentários e as visitas de despedida…

    ***

    Passei o reveillon em família, na casa da prima. Foi bem divertido. Às vezes, tudo o que a gente precisa é de tempo e espaço para começar a enxergar a família com outros olhos. Afinal, esse povo louco foi minha primeira referência de mundo e devo muito a eles. E foi muito bom voltar a estar com eles.

    Depois de comer em exagero, tipo, ofensivamente em excesso, voltei para casa sonolenta, gorda e preguiçosa. E, surpresa, surpresa! Os gatos botaram a casa a baixo! Que desespero!

    Dia 3, a vida volta ao normal, a agência abre, eu trabalho. Então, tenho amanhã para fazer tudo o que eu não fiz nos últimos 10 dias e mais! Que deus tenha piedade de minha alma…

     


  9. Fazenda dos cachorros felizes

    30 de dezembro de 2011

    Eu acredito na Fazenda dos Cachorros Felizes. É para lá que os cães vão quando não estão aqui.

    Lá é lindo! Tem cavalo, pato, bicicleta e carro para se perseguir. Tem bolinha sendo jogada o dia todo. Tem sofá e cama quentinha para os cachorros se aninharem ou roerem o pé. Tem chinelo e sapato novo para ser mastigado, tem lençol no varal para eles sujarem. E todo cachorro vai para lá. Todo. Porque todo cachorro é bom, sem excessão.

    A Vaca foi para lá. E encontrou a Cow-Cow, a Pandora, o Perrela, o Frango e até o Percinval. Encontrou todos os amigos dela e ficou muito contente. Foi muito bem recebida, como um dia bem recebeu todos eles aqui em casa.

    Eu acredito que este mundo é injusto e cruel, mas na Fazenda dos Cachorros Felizes só há alegria.

    Quando eu morrer, quero ir para a Fazenda dos Cachorros Felizes. Quero encontrar a Vaca e os amigos dela, meus cães amigos e todos os outros que não tive a sorte de conhecer. O bom é que a Fazenda dos Cachorros Felizes fica coladinha na Fazenda dos Gatos Felizes, então, vou poder visitar os gatinhos, também. E ser feliz para sempre.


  10. 27 de dezembro de 2011

    Eu deveria ter deixado para fazer a lista de melhor e pior de 2011 no dia 31, mas eu realmente não esperava mais deste ano. Mas ele conseguiu me surpreender. Ele conseguiu se superar… E, encurtando a história longa, ano que vem não tem mais Vaca. Dia 31 30 termina para ela. Mas como só termina quando acaba, ela vai ser feliz demais enquanto isso. Juro!

    Obrigada por toda a torcida, orações, apoio e carinho…


Embaixadora pi_mg Bolsas Betty Boop Coleo BORDERLINE 2011
s_link('Próximo'); ?>