Documentário

Tá à toa, nada pra fazer? Assista a esse documentário. É interessante e dá muito em que pensar…

Sinopse:

Documentário realizado em 2009. Chris Smith entrevista Michael Ruppert a respeito de suas visões sobre assuntos políticos, monetários e religiosos que estariam no cerne do colapso da sociedade atual. Michael Ruppert é um ex-polícia de Los Angeles que se tornou um investigador e aclamado autor de livros sobre as suas visões radicais de vários fenómenos mundiais.

O que eu quero? Sossego!

Apoio, faço coro, engrosso as fileiras de qualquer movimento que me proponha nunca mais ter que trabalhar. Nunca mais precisar pensar em dinheiro. Zeitgeist, não sei escrever seu nome sem “colar” nem sei pronunciar essa poha, mas te amo por demais!!

É público e notório que nunca entendi como chegamos até aqui. O que estamos fazendo. Para aonde, diabos, caminhamos. E não estou falando, novamente, de vida e morte, mas de evolução humana, seja lá o que isso seja.

Eu não sou preguiçosa. Trabalharia, numa boa, com enorme prazer, se não houvesse esse punhado absurdo de normas. Normas, sim, me dão preguiça, porque são idiotas. A empresa é minha e, mesmo assim, sou obrigada a acordar, todo dia, às 7h da madrugada, quando meu corpo pede cama por mais umas duas horas, ainda. E ter que me sentar à frente de um computador, mesmo que eu não tenha nada para fazer. E cá fico, feito um “funcionário vagabundo”, abrindo e fechando janelas do Finder, abrindo e fechando a caixa de e-mails, fingindo para mim mesma que estou fazendo algo útil, me enrolando. Mas é assim que se joga o jogo e eu tenho que seguir as regras, também. Senão, perco a moral. Senão, os ratos fazem a festa. Será?!

E quando tenho trabalho, de fato, tenho que criar enquanto me perguntam “qual o nome do Fulano, mesmo?” “Qual o e-mail do Sicrano?” “O que eu faço, agora, que a pasta que eu estava usando virou fumacinha?” “Tem almoço?” Tenho que criar, e bem criado, porque há críticos por todos os lados, enquanto eu me pergunto como pagar as contas que vencem hoje, o que fazer de almoço, qual o nome do maldito Fulano.

Vi num dos filmes do movimento, e acreditei, piamente, que pobreza é a causa número 1 de doenças. Mata, mesmo! De fome, alguns. De estresse, outros. Não ter dinheiro corrói as entranhas das pessoas como um câncer. Ter, pelo que percebo, faz com que se queira mais e mais e mais. E mais. Então, um mundo sem dinheiro… Eu adoraria!

E os outros, adorariam? Ter como a recompensa de um trabalho um “muito obrigado”, um sorriso, o prazer… Vale a pena? Para mim, só vale, mas fico preocupada de não haver mais rappers. Eu gosto de rap… Eles gostam de bling bling

Coisas consomem muito do nosso tempo, do nosso espaço, dos nossos desejos. Queria querer menos coisas.

Ler, aprender, descobrir, explorar são situações que me agradam. Queria ter mais tempo e oportunidade de me agradar. É possível?!

Casada com um maníaco pelo fim do mundo/dos tempos, ecatombes nucleraes, apocalipse zumbi e por aí vai, acabo sempre me deparando com a merda que o cinema e a literatura pensam que somos – e, sejamos justos, fazemos todo o possível para que pensem assim. Por isso, quando vejo pessoas propondo, de forma clara e fofinha, um futuro utópico e lindo, me dá esperança. Não tenho esperança de estar nele, desse futuro ser meu presente, mas aquece o coração pensar que é possível.

Por isso, recomendo:

Ajudam a entender onde erramos, quem manda e o quanto somos bocós – e, não necessariamente, ruins.

E nem me importo que você diga que é tudo balela, bobagem, besteira, enganação, manipulação da “verdade”, parte de uma seita, heresia, “viagem”, teoria da conspiração pura e simples. Pode dizer. Eu não ligo. Estou deslumbrada com o futuro e isso é tudo.

E para quem, como eu, se encantar pelo indiano fofo que aparece nos filmes, o nome dele é Jiddu Krishnamurti e ele disse coisas tão lindas que deu vontade de abraçá-lo e levar comigo… Pena que cheguei tarde…

Ah, anos 80, seus cafonas… Amo-os!

“Alguém Muito Especial” (“Some Kind of Wonderful”) é um filme norte-americano lançado em 1987. Passando, agora, na VH1!!

Sinopse: Keith Nelson (Eric Stoltz) é um jovem atraído pela garota mais popular do colégio, Amanda Jones (Lea Thompson) e que namora o rico Hardy Jenns (Craig Sheffer). Na tentativa de conquistar Amanda, Keith pede ajuda a Watts (Mary Stuart Masterson), que é apaixonada por ele.

Muitos atores ruins, com cara de velhos para a idade que estavam interpretando ter. Cabelos horrorosos – menos o da Watts, que sempre amei – e roupas terríveis. Mas a historinha batida e clichê é de uma fofura!! Deve ser porque o Eric e a Lea são ruivos. Só pode.

Amo este filme.

Adoro esta cena:

E tem como não morrer por este queixo?!

Clube dos 5

Acho que eu sei porque detesto “High School Musical” e “Glee”. Tem a ver com minha idade, confesso, mas também tem a ver com relevância. Vi trechos dos dois, não consegui ver tudo, mas achei chato, chato, chato. Não sou público-alvo deles, claro, mas não é por isso que minha idade conta.

Na verdade, conta o fato de eu ter crescido nos anos 80 e ter visto filmes tão bons quanto “Conta Comigo”, “Os Garotos Perdidos”, “A Garota de Rosa Shocking”, “Curtindo a Vida Adoidado”, “Digam o que quiserem” e “Clube dos 5″ – entre outros tantos. Todos feitos para adolescentes. Todos com histórias bacanas, atores talentosos – mesmo que de um sucesso só – e trilha sonora bem escolhida.

“Clube dos 5″ passou, ontem, no Telecine Cult. É tão anos 80, mas tão atual. E, apesar disso, espero que nenhum inútil sem ideias invente de refilmá-lo. Tenho uma antipatia de refilmagem! Já basta “Karatê Kid”!!

O filme conta a história de cinco adolescentes que, por motivos variados, ficam detidos num sábado, na escola. Apesar de muito diferentes, eles acabam se conhecendo melhor e dividindo seus dramas pessoais.

A música do Simple Minds, o texto inicial, do David Bowie, e a redação entregue ao diretor são alguns dos pontos altos do filme.

A redação, achei no Wikipedia. Segue:

No início:

“Sábado, 24 mar 1984. Shermer High School, Shermer, Illinois. 60062.

Caro Sr. Vernon, aceitamos o fato de que tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção… o que fizemos foi errado, mas acho que você está louco para nos fazer escrever este texto dizendo-lhe o que pensamos de nós mesmos. O quê te importa? Você nos enxerga como você deseja nos enxergar… Em termos mais simples e com definições mais convenientes. Você nos enxerga como um cérebro, um atleta, uma maluca, uma princesa e um criminoso. Correto? Essa é a maneira que nós nos víamos às sete horas desta manhã. Passamos por uma lavagem cerebral.”

Texto final:

“Caro Sr. Vernon, aceitamos o fato de que tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção… o que fizemos foi errado, mas acho que você está louco para nos fazer escrever este texto dizendo-lhe o que pensamos de nós mesmos. Você nos enxerga como você deseja nos enxergar… Em termos mais simples e com as definições mais convenientes. Mas o que descobrimos é que cada um de nós é um cérebro, um atleta, um caso perdido, uma princesa e um criminoso.

Isso responde a sua pergunta? Sinceramente, a Breakfast Club.”

O filme é lindo! Recomendo demais… Com tantos filmes ruins, hoje em dia, é bom poder olhar para o passado.

Tempo…

Com tanta coisa para fazer, fiquei desde às 14 horas assistindo a “Teoria da Conspiração” na Warner. Absurdo que um filme de 135 minutos dure 2 horas e meia.

Adoro o filme, não encontro em locadora e a Warner costuma passá-lo dublado. Não pude perder a chance de vê-lo com legendas.

Por causa disso, os posts de hoje vão ter que esperar…

Para quem não conhece o filme, ele é divertido. Mel Gibson está bem bonitinho e a história é ótima!

Então, por hoje é só. Vou lá preencher os documentos para o visto. Me desejem boa sorte que juro que trago uns brindes para sorteio!!

Bom fim de domingo!

Não ferre quem te ama

Meu namorado gosta de filmes de zumbis e apocalipse. Depois de ter assistido a todo e qualquer filme desses gêneros, comecei a perder a esperança em relação ao meu futuro como cinéfila. Não há muitos filmes bons sobre zumbis ou fim dos tempos. Não chegava ao fim de um filme fazia tempo. Tipo, agora mesmo, enquanto cutuco as teclas, ele assiste a “Apocalipse”. Sem esperanças…

Mas ainda bem que existem pessoas com alguma cultura! Foi conversando sobre “Bones” e o fascínio do namorado pela Emily Deschanel e por sua irmã, Zooey, que nos falaram sobre “(500) Dias Com Ela”. Sim, vivemos neste mundo e sabíamos desse filme. Mas é comédia romântica e, sinceramente, quantos homens você conhece que são capazes de assistir a uma comédia romântica sem reclamar?! Como o Walmir – um homem – falou que o filme é bacana, com a Zooey Deschanel como um plus!!!, o pegamos.

O filme é fofo. O título em inglês é mais inteligente – “(500) Days of Summer” -, para variar. Algumas coisinhas me incomodaram, mas bem pouco. A irmã do cara me fez ver que irmãos, em geral, são inúteis, pois não sabem dar conselhos tão bem quanto ela.

Mas, de tudo no filme, o que mais me pegou foi a não-ficção da coisa. Quantas vezes você ouviu da pessoa que você adora que ela não quer um relacionamento e, no fim, ela só não quer um relacionamento com você?! Nenhuma?! Então, sua vida é uma farsa!! Tá, não é para tanto…

E isso é tão comum. Como é tão comum que, dias após essa pessoa partir seu coração, ela encontre “seu verdadeiro amor”, se case e procrie. Tudo isso antes de você se recuperar da dor… Tudo isso, antes de você conseguir seguir em frente. E quanta gente que eu conheço nunca seguiu em frente… O pior é que o(a) sacana que não te quis sempre volta para não te deixar superar, para não te deixar esquecer! Desrespeito!!

Mas, enfim, o que não mata, engorda e outras frases feitas…

E a Zooey é realmente linda e o Joseph Gordon-Levitt é tão gracinha que eu o levaria para minha casa e o amaria como a um dos meus gatos…

Se não viu o filme, veja. Já viu?! Então, não ferre quem te ama. Nem sem querer…

Ontem

Ontem, fui para BH e não deu tempo de postar… Acho que faltou assunto, além de tempo… Mas é impressionante o quanto assunto brota do nada e, de repente, está sobrando!!!

Vou tentar organizar as ideias para não fazer um samba do crioulo-doido aqui!!

Tópico 1: fui visitar minha avó.

É tão estranho morar longe da família. Perde-se a familiaridade com as coisas. Minha avó ficou falando da minha prima, que está grávida, que é menino, blá blá blá. Que falta de saco para o assunto… Não vejo minhas primas há mais de um ano. Da família, mesmo, vejo só minha avó e alguém que estiver de passagem na casa dela quando vou lá. Parei de passar os natais com eles. Parei de ir, eles pararam de vir. No fim, acabo descobrindo que não tenho muito em comum com essas pessoas. Somos diferentes, pensamos diferente, acreditamos em coisas tão díspares que é bem capaz de me chamarem de ignorante – enquanto penso o mesmo deles! Morar longe de casa não me fez perder minha identidade, mas afirmá-la com tanta força que somos todos estranhos: eles, para mim. Eu, para eles. E aquela obrigação de afeto vai se esvaindo… Não me sinto à vontade para ligar, dar os parabéns, me importar… O pior, para mim, é não reconhecer as pessoas que me criaram como influentes na minha formação. Hoje, sou livre das amarras de família. E, ser livre, às vezes, é muito solitário…

Tópico 2: Dilma

Minha avó vai votar na Dilma. Disse que ela é inteligente, a Marina é feia e o Serra tirou o Aécio do páreo… Minha avó é ignorante. É semianalfabeta, desinformada, antiga –  num mal sentido. E é isso que se encontra no Brasil, aos montes! E é por isso que não se investe em educação de qualidade e desde o ensino fundamental. Gente inteligente é incapaz de achar a Dilma inteligente. Eu tenho medo – como a Regina Duarte teve, há algumas eleições, e tinha razão para isso.

Para mim, o Lula Molusco está para o Brasil assim como o W. Bush está para os Estados Unidos. Só não afundaram seus respectivos países por sorte – e bem que eles tentaram. E o W. Bush foi até mais hábil nisso!! – porque inteligência, valor humano, competência nenhum dos dois tem.

Fico indignada com o Molusco dizendo-se o pai da estabilidade econômica no país. O responsável pelo fim da inflação foi o Itamar, o pai do Real. Quem deu continuidade a isso, foi o FHC. O Molusco só continuou o que havia sido começado e, ainda, tomando crédito pelo que, antes, ele criticava. Detesto o Lula Molusco – nem assisto a Bob Esponja por causa dele – e detesto aquele troço que ele quer que o suceda. Aposto que nem síndica ela já foi. Nunca recebeu um voto, até hoje, e já quer ser presidente. Prepotência!!

A possibilidade de ter Dilma como presidente, Hélio Costa como governador e Eugênio Pinto como prefeito me apavora!! Estou correndo para providenciar minha cidadania italiana para não ter mais que viver nesse inferno que se ergue sobre nós! Eu tenho medo.


Tópico 3: Tam

O namorado comprou as passagens para nossa viagem na Tam, pela internet. Na verdade, trocou pontos. Com a proximidade da viagem, ele notou que havia planejado mais dias do que seria interessante, tendo em vista que iremos em média temporada e os hotéis estão caríssimos!!! Dá para trocar as datas das passagens, mas, para isso, teríamos que ir a uma loja física. Não entendi… Se compramos pela internet, gostaríamos de poder fazer trocas pela internet. Principalmente, porque não tem Tam em Itaúna. Mas não pode… E foi por isso que fomos a BH. Depois de 2 horas esperando para sermos atendidos, desistimos. E agora?! Ficar os 20 dias em NY ou voltar a BH para tentar novamente?!

Tópico 4: A Origem

Aproveitando que não deu tempo de fazer quase nada do que tínhamos planejado, em BH, fomos ao cinema, para nos distrair. Fomos ver “A Origem”, único filme que me convenceu a pagar o ingresso. A sala de cinema do BH Shopping estava uma geladeira. O filme é longo e a Izabela Boscov, da Veja, para variar, já tinha contado tudo de relevante que se vai descobrindo enquanto se assiste ao filme. Ou seja, quando ela não conta o fim do filme – como fez com “Nunca Mais” – ela conta todos os segredos! É uma crítica de cinema muito competente…

Mas o filme é bom. Teria sido melhor se eu não estivesse com fome, sono e muito frio. E se não enrolasse tanto. E se os sonhos fossem mais criativos. Os meus, são!

P.S.: foi tão triste ver o Joseph Gordon-Levitt adulto… A última vez que o vi foi em “3rd Rock from the Sun” e ele era uma criança… Sim, ele continua fofo, eu que estou velha…

Tópico 5: C&A

Fui à C&A procurar um tal cinto da coleção da Izabeli Fontana que a Tamy vive usando e me deu vontade! Era o último!!

Detalhe da foto da Tamy – para variar…

Lindinho, não?! Custou R$39,00.

Dica quente!!

Tá a toa nesse fim de semana?! Então, aí vai uma dica quentíssima. Saca só:

Melhor filme de todos os tempos! Surpreendente! Assustador! Nojento!!! Absurdo! Superrecomendo!!

E, se gostar, pode comprar um suvenir, aqui.

Custa 20 dólares e enviam para o Brasil.