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Categoria: ‘livro’

  1. Atualizando

    7 de abril de 2013

    • Pois é. Conforme dito, passei minha Semana Santa - o fim de semana prolongado, pelo menos - capinando. Arranquei mato pela raiz. Catei cocos, galhos, folhas e matinhos. Coloquei tudo na caçamba. Tudo muito tranquilo. Mas, depois disso:

    cacambaIsso representa 1/3 dos meus problemas na casa

    Minhas pernas estavam mortas. Tive cãimbra na parte posterior das coxas. Mal me mexia… Mas confesso que gostei. Eu tenho horror a academia ou caminhadas. Coisas mais sem propósito. Tá, eu sei, saúde. Mas preciso de mais do que isso para me mexer. Combinar atividade física com utilidade pessoal é um começo. Vou cuidar do jardim e do quintal, de agora em diante. E fiz isso a semana toda.

    • Durante a arrumação do quintal, encontrei um ninho de galinha sob as folhas de um dos coqueiros. Quase matei a coitada tentando tirar as folhas. Mas a percebi a tempo e marido arrumou o “telhadinho” dela, novamente. Depois de tê-la descoberto, fiquei preocupada e ia visitá-la todos os dias para ver se estava bem.

    Ontem, em meio às chuvas, fui procurar os gatos e a descobri, morta, num outro canto. Desconfiei do Will, que tem mania de perseguir as galinhas. Mas, felizmente, não foi ele, foi gambá. O ninho foi devassado, ela estava totalmente sem sangue. Que tristeza… Ela era bacana e iria ter muitos pintinhos, com os quais eu já sonhava - e perdia o sono. A natureza é bem cruel…

    • Então, decidimos não ser mais tão amigos da natureza e vamos exterminar as aranhas do nosso jardim. São inúmeras, feias e, algumas, resolveram dar voltinhas dentro da casa. Já pegamos uma armadeira, há um tempo. Ontem, depois de horas e horas tentando cavar debaixo da geladeira, a Guapa pegou uma aranha de grama bem grandona, horrível! Aliás, a grama está repleta delas… Eu nunca tive medo de aranhas, mas tenho tido pavor. Temo pelos gatos… Temo por mim, que fiquei grudada na teia de uma aranha de teia dourada, na véspera do meu aniversário - e tive urticária. Tenso.

    Sei que aranhas são úteis e tal, mas o medo é maior do que o que eu sei e o que elas representam.

    • A Guapa é uma gata suicida. Brincando com aranha, subindo em árvore e não conseguindo descer ou se enroscando na cerca elétrica do vizinho, ela passou o fim de semana tentando me enlouquecer.

    • Preciso emagrecer. Engordei tudo o que emagreci em 2010/2011. Alergias, estresse, irritação e, principalmente, comer muito e ser sedentária foram terríveis com minha aparência. Não é só gordurinhas, dei uma envelhecida cruel. Tenho dois meses para resolver isso. Dia 29/06 tem Feminino Plural e amo a festa. Quero estar lindona!!

    • E por falar em comer muito, as pizzas e a parmegiana do Lódi e os sanduíches do Califórnia estão me ajudando a engordar! Há poucos bons lugares para se comer em Itaúna, mas estes dois são supimpas!!

    E o Pinterest, aquele gordo, tem me feito fazer coisas tão gostosas que está duríssimo…

    • E enquanto não consigo comprar os livros do Stephen King que ainda não li, resolvi ler outros autores. Anne Rice me agradou muito! Estou mergulhada nas Crônicas Vampirescas!

     

     


  2. PI À TORRE NEGRA CHEGOU

    7 de março de 2013

    Cheguei à última sala da Torre e não sei se estou encantada ou p* da vida. Talvez, as duas coisas. Afinal, “os finais não têm coração. O final é só outro nome para o adeus.”

    De qualquer forma, estou livre. Livre! E volto amanhã!

    The_Dark_Tower

    “É tudo.
    E é o bastante.
    Digam obrigado.”

    “Dou graças a Deus.”


  3. A Torre Negra

    2 de março de 2013

    Tantos posts para escrever… Uma lista de coisas para eu comentar e não consigo… Tempo?! Também. Mas a obsessão pela Torre Negra me consome. Enquanto não conseguir chegar ao fim, não tem assunto que me prenda mais do que os erros de continuidade ou as expressões idiomáticas usadas nos livros. E Oi! Eu quero um Oi!!

    towerbeam

    A série A Torre Negra não é o melhor do Stephen King, mas é ousado, criativo, brilhante e obcecante! Recomendo com paixão!

    P.S.: para quem não gosta muito de ler – e tem que gostar, pois são 7 livros bem grandes! -, há A Torre Negra em quadrinhos.


  4. Aprendendo

    6 de novembro de 2012

    Em 1997, acho – perdi muitas referências da época, mas foi no ano em que a Parmalat fez a primeira campanha dos mamíferos de pelúcia -, fomos a Cabo Frio, em família. Fui, pois não me deixaram ficar, porque, sinceramente, naqueles tempos, eu não me interessava por praia ou família. Sendo assim, passei os inúmeros dias trancada no apartamento, lendo.

    Levei A Montanha Mágica, do Thomas Mann, o maior livro que eu já havia tentado ler. Li pelo desafio, porque achei o livro um saco. Nada acontecia e, quando aconteceu, foi em francês, sem N.T., e fiquei boiando… Tenho que admitir que eu não tinha maturidade para o livro que, possivelmente, é muito bom. E tenho que admirar que, uma historinha que eu contaria num conto de uma lauda, levou 960 páginas para ser contada.

    Li, logo depois, Cem Anos de Solidão, do Gabriel Garcia Marquez, metade do tamanho. Este, eu amei. Muito! Tanto, que meu porquinho da Parmalat se chama Aureliano Buendia III. A forma de escrever, a história, os personagens, tudo lindo.

    Voltado pra casa, eu quis ler mais do Garcia Marquez e comecei O amor nos tempos do cólera. Ao chegar na página 132, parei tudo, indignada. Não aceitei o desenrolar da história e fechei o livro pra sempre. Mas como sempre não é todo dia, peguei-o, novamente, dia desses. Passei da página maldita e cheguei ao fim, totalmente encantada. É lindo, é sensual, é bem escrito, é delicado sem “bichice”. Perfeito.

    Duas coisas me deixaram a pensar:

    1. É o terceiro livro que leio, recentemente, que se dedica a falar de velhos – li, antes, Insônia e A História de Lisey, do Stephen King. E em todos os três, me peguei admirando o fato de velhos fazerem sexo. E fiquei realmente chocada com meu preconceito imbecil e pré-adolescente. Aos 38 anos, eu não deveria mais enxergar pessoas com 60 anos como idosos incapazes, porque tenho tias e sogra nessa faixa etária, minha avó tem 84, e são todos mais vivazes do que eu. Não são velhinhos senis e incapazes.

    2. O que me chocou, no livro, e que me fez fechá-lo, foi um comportamento tão típico meu, aos 17 anos, que nem sei como não me identifiquei na época. Nem sei como pude julgar e condenar a moça. Eu era pior.

    Percebi e percebo, lendo livros, minha hipocrisia imensa. Sou cega aos meus defeitos e comportamentos? Não. Mas sou condescendente e os julgo como normais. Mas não há nada de normal em ser imbecil. Ler me abre os olhos. Gosto disso.

    Por falar em leitura, estou de altas do Stephen e, coincidentemente, li, no fim de semana, somente escritores latinos. Garcia Marquez, que  vai ser minha próxima obsessão, é colombiano. A chilena Isabel Allende, de quem li o insuportavelmente bobo O Caderno de Maya – história imbecil e duma obviedade e sacação absurdas, personagem principal intragável e texto aborrecido -, não me pega mais. E estou lendo Mario Vargas Llosa, Travessuras da Menina Má, peruano. Não o estou amando, mas darei chance a ele.

    A América Latina nunca havia me interessado, mas a estou enxergando com outros olhos – e com fome.


  5. Frases bacanas

    7 de outubro de 2012

    Quem reclamou que eu estou sumida do blog – só uma pessoa e, mesmo assim, só comentou. Nem reclamou de verdade! – vai ter “diversão” pra semana toda. Tem leitura, aqui, pra mais de metro.

    Como vou lá cuidar da vida, agora, deixo vocês com frases com as quais me identifiquei nos meus últimos livros lidos. Todas de Stephen King.

    De The Green Mile:

    As pessoas consideram-me um tudo-nada distanciado, porque durante o dia não vou à sala da televisão, mas isso deve-se ao fato de não conseguir suportar os programas, e não as pessoas. Oprah, Ricki Lake, Carnie Wilson, Rolanda – o mundo está a desmoronar-se em redor dos nossos ouvidos, e tudo o que interessa a estes apresentadores é falar acerca de foder mulheres de saias curtas, e de homens que têm sempre as camisas abertas.

    A mão de um homem é como um animal que só está meio domesticado; a maior parte das vezes é boa, mas por vezes descontrola-se e morde a primeira coisa que lhe surge à frente.

    Por vezes, é-nos impossível ajudar as pessoas. Por vezes, é preferível nem sequer tentar.

    Por vezes não existe diferença absolutamente nenhuma entre a salvação e a danação.

    De O Corpo:

    As coisas mais importantes são as mais difíceis de expressar. São coisas das quais você se envergonha, pois as palavras as diminuem — as palavras reduzem as coisas que pareciam ilimitáveis quando estavam dentro de você à mera dimensão normal quando são reveladas. Mas é mais que isso, não? As coisas mais importantes estão muito perto de onde seu segredo está enterrado, como pontos de referência para um tesouro que seus inimigos adorariam roubar. E você pode fazer revelações que lhe são muito difíceis e as pessoas o olharem de maneira esquisita, sem entender nada do que você disse nem por que eram tão importantes que você quase chorou enquanto estava falando. Isso é pior, eu acho. Quando o segredo fica trancado lá dentro não por falta de um narrador, mas de alguém que compreenda.

    Do conto “A morte de Jack Hamilton”

    Fui criado como cristão — admito que me afastei um pouco ao longo da jornada — e acredito no seguinte: a gente faz o que pode, mas tudo bem; aos olhos de Deus, nenhum de nós é muito melhor do que moscas amarradas em fios, e o que importa é quanta luz solar o sujeito pode espalhar ao longo do caminho.

    E devo retornar na próxima sexta ou, se acontecer algo realmente relevante, antes disso! Até!


  6. Vício

    6 de agosto de 2012

    Estou neste nível: viciada.

    Stephen King, segundo meu marido, é uma espécie de Paulo Coelho americano. E eu detesto Paulo Coelho. Para ser sincera, não consegui ler O Alquimista, aos 14 anos, de tão mal escrito que o achei e nunca tive interesse em ler nenhum outro. E, depois de ouvir trechos de Brida nas “aulas” de “orientação educacional”, não teria nem como querer…

    Mas Stephen pode ser pop, pode não ser um escritor sensacional, mas é um contador de histórias sensacional.

    Li várias e realmente gostei de quase todas:

    ▪    1974 – Carrie (Carrie) – ainda não li, só vi o filme
    ▪    1975 - A Hora do Vampiro (Salem’s Lot) *****
    ▪    1977 – O Iluminado (The Shining) *****
    ▪    1978 – A Dança da Morte (The Stand)
    ▪    1979 – A Zona Morta (The Dead Zone) *****
    ▪    1980 – A Incendiária (Firestarter)
    ▪    1981 – Cão Raivoso (Cujo)
    ▪    1983 – Christine (Christine)
    ▪    1983 – O Cemitério (Pet Sematary) – só vi o filme
    ▪    1983 – A Hora do Lobisomem (Cycle of the Werewolf) ***
    ▪    1984 – O Talismã (The Talisman, escrito com Peter Straub)
    ▪    1985 – Tripulação de Esqueletos (Skeleton Crew) ***
    ▪    1986 – A Coisa (It) ****
    ▪    1987 – Os Olhos do Dragão (The Eyes of the Dragon)
    ▪    1987 - Angústia (Misery) – só vi o filme
    ▪    1987 – Os Estranhos (The Tommyknockers) – odiei tanto o filme que me dá preguiça lê-lo
    ▪    1989 – A Metade Negra (The Dark Half) **** – perdeu uma estrela pela tradução, então, leia em inglês! E, valeu, Elaine!
    ▪    1990 – A Dança da Morte (expandida) (The Stand: The Complete & Uncut Edition)
    ▪    1991 - Trocas Macabras (Needful Things)
    ▪    1992 - Jogo Perigoso (Gerald’s Game)
    ▪    1992 – Eclipse Total (Dolores Claiborne) – só vi o filme
    ▪    1994 - Insônia (Insomnia) *****
    ▪    1995 – Rose Madder (Rose Madder)
    ▪    1996 – À Espera de Um Milagre (The Green Mile) – só vi o filme
    ▪    1996 – Desespero (Desperation)
    ▪    1998 – Saco de Ossos (Bag of bones) **** – adorei “O Fantasma”, “Campo de Batalha” e “O Último Degrau da Escada”
    ▪    1999 – A Tempestade do Século – só vi a mini-série
    ▪    1999 – The Girl Who Loved Tom Gordon ****
    ▪    2000 – Riding the Bullet *****
    ▪    2001 – O Apanhador de Sonhos (Dreamcatcher) – só vi o filme
    ▪    2001 – A Casa Negra (Black House, escrito com Peter Straub)
    ▪    2002 – Buick 8 (From a Buick 8)
    ▪    2005 – O Rapaz do Colorado
    ▪    2006 – Celular (Cell)
    ▪    2006 – LOVE: A História de Lisey (Lisey’s Story)
    ▪    2008 – Duma Key (Duma Key)
    ▪    2009 - Under the Dome
    ▪    2010 – Blockade Billy

    ▪    1981 – Dança Macabra (Danse Macabre)
    ▪    1988 – Nightmares in the Sky: Gargoyles and Grotesques
    ▪    2000 – On Writing
    ▪    2000 – Secret Window, Secret Garden
    ▪    2005 – Faithful: Two Diehard Boston Red Sox Fans Chronicle the Historic 2004 Season

    Livros de contos:
    ▪    1978 – Sombras da Noite (Night Shift)
    ▪    1982 – Quatro Estações (Different Seasons) *****
    ▪    1985 – Tripulação de Esqueletos (Skeleton crew) ***
    ▪    1990 – Depois da Meia-noite (Four Past Midnight)
    ▪    1993 – Pesadelos e Paisagens Noturnas I e II (Nightmares & Dreamscapes)
    ▪    1997 – Six Stories
    ▪    1999 – Corações Perdidos da Atlântida
    ▪    2002 – Tudo é Eventual (Everything is eventual: 14 Dark Tales)
    ▪    2008 – Just After Sunset

    Série A Torre Negra (The Dark Tower):
    ▪    1982 – A Torre Negra Vol. I – O Pistoleiro (publicado originalmente como cinco histórias separadas entre 1978 e 1981; edição revista e expandida publicada em 2003) (The Gunsliger)
    ▪    1987 – A Torre Negra Vol. II – A Escolha dos Três ( The Drawing of the Three)
    ▪    1991 – A Torre Negra Vol. III – As Terras Devastadas ( The Waste Lands)
    ▪    1997 – A Torre Negra Vol. IV – Mago e Vidro ( Wizard and Glass)
    ▪    2003 – A Torre Negra Vol. V – Lobos de Calla (2003; originalmente anunciado com o título A Sombra Rastejante) (Wolves of the Calla)
    ▪    2004 – A Torre Negra Vol. VI – Canção de Susannah (Song of Susannah)
    ▪    2004 – A Torre Negra Vol. VII – A Torre Negra ( The Dark Tower)

    Sob o pseudónimo de Richard Bachman
    ▪    1977 – Fúria/Raiva (Rage) *****
    ▪    1979 – A Longa Marcha/Caminhada da Morte (The Long Walk) *****
    ▪    1981 – A Auto-Estrada (Roadwork)
    ▪    1982 – O Concorrente (The Running Man)
    ▪    1984 – A Maldição do Cigano (Thinner) - só vi o filme
    ▪    1985 – Os Livros de Bachman (The Bachman Books)
    ▪    1996 – Justiceiros (The Regulators)
    ▪    2007 – Blaze

    Os títulos  riscados são os já lidos. As estrelinhas são o quanto gostei.

    Ainda falta um bocado, alguns não chegaram ao Brasil, mas vou indo. E já estou ansiosa pela continuação de O Iluminado, que se chamará Doctor Sleep e será lançada em janeiro do ano que vem!

    E o que há de tão bom que vicia? Terror. E é um terror crescente e subjetivo. Ele disse que o que menos importa nas histórias é o tal de vampiro, fantasma, lobisomem ou ET. Estas são alegorias, mas o importante, mesmo, é o comportamento humano. E digo, é o que me assusta. Durante a história, me coloco, muitas vezes, no lugar do personagem e a minhas reações costumam me surpreender. E ele entende essas reações como normais, humanas. E, cá estou eu, confusa, ansiosa, culpada e plenamente humana.

    Há contos sensacionais, como “A Balada do Projétil Flexível”, na minha opinião, o melhor conto de Tripulação de Esqueletos. Há os que se tem a impressão de que ele perdeu o tesão pela história e acabou, assim, às pressas – tipo “O Nevoeiro”, cujo final do filme é melhor. Me identifico demais com isso.

    Ele recicla cidades (Jerusalem’s Lot já me apareceu duas vezes, assim como Castle Rock e Derry). Ele recicla histórias. Ele recicla personagens, inclusive, de outros autores. Ele intertextualiza os próprios livros. Parece picaretagem, e talvez seja mesmo, mas isso torna as histórias mais envolventes. Você conhece os lugares, as ruas, as pessoas. Você está lá e se sente à vontade.

    E gosto que, muitas vezes, a nota do autor, no fim do livro, conta qual foi a inspiração e o quê, daquilo tudo, era verdade.

    Depois, falo mais sobre o que tenho aprendido, porque, agora, vou começar mais um!!

    P.S.: lembrei de um detalhe: em hipótese alguma, leia as notas da orelha ou da contracapa. Aquilo entrega o ouro mais do que o necessário. E lamente pelos títulos brasileiros. A Hora do Vampiro é um péssimo spoiler, pois, se não fosse o título ruim, até a página 200 e tanto você não saberia que o vilão é um vampiro…


  7. E-MO-CI-O-NA-DA DEMAIS!!!

    29 de maio de 2012

    CHEGOU MEU LIVRINHO DO COALA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Fotos de divulgação, porque nem abri o livrinho ainda! Mas é lindo, isso eu garanto!!

    Quer também?! Tem aqui.

    Update:

    Atendendo a um pedido (alô, Sandra!), eis o papelzinho da Sra. Coala!


  8. A Menina Que Roubava Livros

    25 de maio de 2012

    Comecei a semana lendo A Menina Que Roubava Livros, de Markus Zusak, por indicação da minha tia. Como ainda me comporto como criança em certas ocasiões, e o amor é uma delas, primeiro antagonizei o livro. Critiquei, achei defeito. Não o belisquei nem puxei cabelo porque, oras, é um livro. Mas antecipei todo o amor que viria ao me comportar assim. E, sim, amei o livro.

    Não sei se foi best-seller ou coisa do tipo, mas mereceria.

    Nunca li nada tão cruelmente triste. Nem tão belo. Em 478 páginas, o autor conseguiu resumir tão bem a humanidade que, por vezes, entendi a Morte. Noutras, invejei a vivacidade da protagonista.

    E, hoje, depois de uma semana de dedicação e envolvimento, acabei a leitura. Acabei e fui tomar banho. Bem quente, bem longo. Para que a água levasse embora tanta tristeza. Mas ela se recusa a sair…


  9. A Fúria

    11 de dezembro de 2011

    A semana que passou foi puxada! Muito trabalho, muito drama, muito mais do mesmo. Mas, a se notar pela minha esofagite cedendo, devo estar sabendo lidar melhor com isso tudo. Há esperança.

    Terminei a semana de trabalho jantando, com amigos, no Jardim Gourmet. Muito bom!

    E terminei a semana lendo Fúria, de Stephen King. Estou numa fase muito Stephen King. Eu não gostava dele, mas nunca havia lido nada, só visto os filmes – de horror – horrorosos! Mas alguns romances e contos são excelentes! Fúria é um dos melhores.

    Segundo o autor, o livro foi escrito “numa época de grande repressão sexual, envolvimento com entorpecentes e grandes revoltas”, quando ele tinha 19 anos. Nota-se. Fúria conta a história de Charlie, uma adolescente vivendo grande tensão sexual, envolvimento com entorpecentes e grandes revoltas, que invade a sala 16, de sua escola, armado, e mantém seus colegas com reféns durante algumas horas. Apesar do tema violento, e da violência em si, a história consegue ser até suave. Uma espécie de “Clube dos 5″ com revólver.

    Saber que ele era tão jovem ao escrever a história me deixa admirada, ao mesmo tempo que me parece óbvio. O fim da adolescência traz uma insensibilidade exacerbada quanto aos grandes temas adolescentes e Stephen conseguiu expô-los muito bem, com coerência e sensibilidade, sem explorar clichês.

    Nunca tinha ouvido falar do livro, que, após ter sido encontrado no armário de um dos assassinos de Columbine, foi recolhido, a mando do autor. Mas se qualquer um dos babacas de Columbine tivesse se inspirado nele, o fim do massacre seria outro.

    Consegui o livro na Internet e recomendo esta manobra ilegal para quem gosta de ler, porque é um crime o livro não ser mais vendido.


  10. Clássicos em quadrinhos

    15 de outubro de 2010

    Pois é, depois de 90 Livros Clássicos Para Apressadinhos, lançaram o 99 Filmes Clássicos Para Apressadinhos – por enquanto, só em inglês.

    “Você pode impressionar alguém soltando frases afiadas de clássicos depois de ler o livro no banheiro. É ótimo para “posers’!”, diz o autor.

    Quer ver as listas? Clique no “mais”.

    (leia mais…)


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