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Categoria: ‘moda’

  1. Convite

    11 de novembro de 2012

    Caros, dia 28 de novembro, acontece, em Ondina, Salvador, Bahia, a 3ª Mostra de Moda da UNIME e vocês estão convidados:

    O Unifashion LAB, realizado pela UNIME e produzido pelos alunos do quarto semestre do curso de Design de Moda desta instituição, é um evento híbrido, sem fins lucrativos, que congrega mostra de trabalhos acadêmicos e diversas atividades, como palestras, oficinas, performances, entre outras, a fim de se configurar num local de compartilhamento de informações e de construção de conhecimento, otimizando e potencializando o aprendizado.

    Na sua primeira edição, traz a Pele como eixo temático. A pele como elemento construtor de identidades, que adere e repele, que percebe o mundo, o estranha e reage. O que está em contato com o avesso migra para a superfície, se expondo na pele e sobre a pele. Assim como a roupa, a pele reveste e comunica ao mesmo tempo. Esse tema alimentará todas as atividades dessa edição: palestra seguida de mesa redonda, desfile-performance e exposição de trabalhos.

    Para enriquecer esse laboratório de criação acadêmica, as artes performáticas, em especial, a dança, dialogam com a moda num jogo de inversão de papéis, onde a performance se cria a partir do figurino. O ponto de partida é o visível, a superfície, a pele (traje) com sua identidade visual. O performer aceita o desafio de criar em cena uma “identidade cinética” para o traje, dando-lhe existência enquanto figurino e complementando a construção do personagem iniciada pelo designer.

    Com palestrantes de:
    Sérgio Sobreira Araujo
    Carol Diniz
    e um bailarino da companhia de dança Deborah Colker.


    A entrada é franca e não precisa nem de convite nem de inscrição. Para maiores informações: http://unifashionlab.blogspot.com.br/
    unifashionlab@gmail.com


  2. Falsi

    14 de maio de 2012

    A Lia, dia desses, escreveu um post daqueles que me irritam. Mas como tenho meu próprio blog, vou argumentar aqui!

    1. Eu sou designer. Fiz 1,5 ano de Publicidade, 4 anos de Decoração e 4 anos de Design Gráfico. Desvalorizar o trabalho de criação de alguém é o mesmo que dizer que perdi 9,5 anos da minha vida com bobagem. Já basta o mercado fazer isso…

    2. Sim, é possível que o inconsciente coletivo domine o mundo. É possível que não existam mais ideias novas e que todas as antigas já estejam gastas e requentadas. Mas é improvável que dois produtos saiam exatamente iguais em dois lugares diferentes sem que um “inspire” o outro.

    3. Cópia é violação de direito autoral.

    4. E, sinceramente, se você não tem condição de comprar o original, não compre nenhum. Comprar cópia sabendo que é cópia é compactuar, é financiar o CRIME de violação de direito autoral. Ninguém PRECISA ter sapatilha de gatinho ou bolsa de grife. Não há a necessidade. Há somente vontade. E vontade dá e passa.

    O argumento de que ninguém se prejudica num caso de cópia é mais furado que peneira. Quem compra a cópia não compraria o original é argumento de preguiçoso, porque há MUITO mais por traz disso. Exemplo prático:

    Minha amiga X. estudou comigo. Foram 5 anos de Design Gráfico. Ela namorou um cara com contatos. Foram 10 anos de relacionamento. Ele conseguiu para ela um emprego bacana numa joalheria que tinha, na época, 13 anos de mercado. Ter 13 anos de mercado significa, no caso, ter 13 anos de investimento em profissionais qualificados, matéria-prima de primeira, espaço, publicidade, etc. Num total de 28 anos de investimento. Aí, X. cria sua primeira joia na empresa: um pingente de coração, meio estranho, mas bonito.

    Coração estilizado existe desde que os homens da caverna começaram a desenhar nas paredes? Sei lá. Pode ser. Pingente de coração é tão batido quanto o desenho de coração? Sim, com certeza. Mas o dela era diferente, era dela. Ela desenhou daquele jeito estranho, pôs naquela posição estranha, escolheu as pedrinhas que ornavam e talz. E ficou bonito. Tanto que uma stylist da Globo usou numa personagem de novela.

    Em um mês, TODO MUNDO estava usando o tal do coração.

    Resultado: a X. conseguiu um hit, mas não ganhou nada com isso. A loja não vendeu tão bem, porque quem tinha grana para comprar o original não compraria, já que a cópia desvalorizou tanto a peça que ficou cafona usar. Quem comprou o original perdeu dinheiro, porque ficou com uma joia desvalorizada. A galera que vendeu as cópias, essa galera que não teve que estudar, que não teve que investir em pessoal qualificado ou em publicidade, que não fez mais do que copiar mal e porcamente, essa galera se deu bem. Vendeu horrores.

    Então, pra que investir em estudar, em aprender, em pensar, em criar se é TÃO mais fácil e econômico simplesmente copiar?!

    “Mas, né?, custa tão caro coisa de grife…” É porque não é pro seu bico. Quem faz coisas de grife, leva em consideração todos os fatores supracitados e também este outro: segregar. Quem compra algo ubercaro compra pensando em ter o que é único e irrepetível. Ou, pelo mesmos, que seja para poucas. Que não seja para mim ou para você. Se a pessoa pode pagar rios de dinheiro para se diferenciar de mim e de você, bom pra ela, coitada. E aí vem você tentar se colocar no mesmo saco – Gucci? – que ela?! Ah, vá! Te mete! Se você não tem grana, pelo menos tenha senso, auto-estima elevada e bom gosto!

    Democratizar não é o mesmo que roubar do rico para dar pros pobres. Democratizar marcas/moda não é o mesmo que copiar das ricas para vender pras pobres. Não é. Continua sendo roubo de propriedade intelectual. Continua sendo crime. Continua sendo ilegal, mesmo que você ache legal, mesmo que seja o maior barato! Continua sendo corrupção de valores, poha!

     Aí vem você, com sua sapatilha Charolette WANNABE – fofíssima, por sinal. Eu queria muito! Vou ficar na vontade… -, reclamar do Congresso Nacional?! Cara de pau sem vergonha!

    E, não, não é exagero. São nas pequenas coisas, nas pequenas derrapadas e deslizes de caráter do dia-a-dia que vão sendo construídos os grandes desvios de caráter do amanhã. Ninguém se machuca com sua bolsa inspired. Em termos, porque muita gente deixa de ganhar dinheiro honestamente para que muita gente possa ganhar dinheiro desonesto. E cá estamos, num indigno 5º lugar no ranking mundial da pirataria!

    Pense nisso antes de achar que não é grande coisa…

    Update: Prada concorda com Lia.


  3. Você se importa?

    11 de novembro de 2011

    Eu já disse por aqui que acho muito pré-adolescente a tag “O que eles pensam”, do Just Lia. Mas costumo ler, assim mesmo. E o que mais me impressiona é que se as moçoilas realmente se importassem com o que eles pensam, as indústrias da moda e de cosméticos estariam falidas.

    Me perguntaram, um dia desses, se eu “sou dessas” que acredita que mulheres se vestem para mulheres. Sim, sou dessas e com certeza de estar certa. De modo bem generalizado, nos vestimos, nos penteamos, nos maquiamos e escolhemos esmaltes pensando no que vamos provocar de reação em outras mulheres. E exibimos em blogs e Facebook pensando em mulheres. “Sou dessas” bobinhas que adoram ter um esmalte diferente antes das outras, o que é fácil, aqui, no interior. E meu marido gosta desses esmaltes diferentes? Tanto faz.

    O Robbie Williams disse que se mulheres se vestissem para os homens, haveria mais periguetes no mundo, porque é disso que homem heterossexual gosta. Me parece justo. E me parece, então, que os homens mentem sobre o que gostam, já que qualquer sintoma de piriguetismo é mal falado por eles – depois de muito olhado, avaliado e analisado.

    Talvez porque marido seja, essencialmente, fotógrafo de moda – apesar de ser estudante de Direito e Publicitário no dia-a-dia – ou talvez porque sou uma avacalhada que o faria passar muita vergonha, ele é do tipo que dá palpite em produção. Ele diz se eu fiquei gorda ou se a roupa não condiz com minha idade – e eu agradeço, porque, muitas vezes, minha noção vai passear. Mas se eu cismar, ele deixa quieto – não sem dar aquele olhar que me faz mudar de ideia e deixar de cismar.

    E concluo que, se me visto para “meu homem” ou para as outras mulheres, tanto faz. Nunca é para mim. Caso contrário, eu viveria de pijamas e pantufa…


  4. Lavando a égua

    15 de julho de 2011

    Que eu implico com erros de Português, quem passa por aqui já deve ter percebido. Que eu erro, também. Mas, diante dos meus deslizes no teclado e as asneiras que algumas tem coragem de publicar, lá vai distância.

    Por isso, e porque minha tia infernizou muito minha infância para que eu não comesse letras e escrevesse direitinho, é que me regozijo com as pessoas que escrevem o Volta pra escola blogueira de moda! Amei³!!

    Será que aceitam indicações?! Tem uma aí que, putz, merece umas (muitas) correções ortográficas e lições de moda.


  5. Gordinhas na moda

    19 de junho de 2011

    Como nos “keyfrases” só tem aparecido os tarados de sempre, as perguntas de sempre e os “problemas” de sempre, resolvi postar o texto que eu havia escrito para uma revista aí,  que pode vir a ajudar as gordinhas em apuros:

    Gordinhas, para não errar na produção, vale ficar atentas às dicas abaixo:

    - Ao escolher vestidos, opte por recortes anatômicos e alças mais largas. Tecidos encorpados proporcionam maior sustentação. O combo cintura império (aquela mais alta, com uma faixa logo abaixo dos seios) + saia em “A” é perfeito! Não marca as gordurinhas da cintura e disfarça o quadril.

    - Vestidos envelopes também são uma boa pedida.

    - Cuidado com o comprimento! Vestidos e saias não devem terminar, nunca, na coxa ou na batata da perna. Isso, porque, além de dividirem o corpo em proporções desfavoráveis, acentuam as partes mais largas da perna. No joelho – tanto pouco acima, quanto pouco abaixo – é o comprimento ideal.

    - As melhores opções  de decote são o em “V” ou o canoa, que alongam o busto.

    - Aposte em bases escuras, como o infalível preto ou azul marinho, marrom, vinho e verdes fechados. Cores escuras alongam, principalmente, quando são repetidas em todas as peças de vestuário, incluindo os sapatos. Nesse caso, abuse dos acessórios coloridos: colares, bolsas, pulseiras, dão um up no visual, sem carregar.

    - Os colares disfarçam o abdômen, mas se você tiver seios grandes podem acabar chamando ainda mais atenção para essa área. Assim sendo, prefira modelos mais próximos do pescoço.

    - Use bolsas grandes, mas com alças mais curtas. Elas tendem a deixar a mulher “menor”.

    - Gosta de estampas? Dê preferência às menores. Estampas com figuras grandes “aumentam” o volume do corpo.

    - Não fuja das listras! Gordinhas devem apostar em listras no sentido vertical ou diagonal. Preferencialmente, listras mais finas. Elas alongam muito! Por isso, a dica vale para baixinhas, também.

    - Calças jeans e calças de alfaiataria devem ser retas, com barra um pouco maior e com cintura mais alta.

    - As batinhas não estão proibidas, desde que não sejam curtas e sejam usadas com leggings ou jeggings. Nesse caso, uma boa pedida é usar sapatos altos na mesma cor da calça.

    - Por falar em saltos, scarpins “nude” são ótimos aliados para se alongar a silhueta. Mas, para isso, suas pernas tem que estar desnudas e o tom do sapato deve ser bem próximo ao da sua pele. Assim, o sapato continua sua perna, deixando-a mais “comprida”.

    - Fuja da tentação de comprar roupas mais justas, menores do que seu manequim. Roupa marcando não valoriza seu corpo, além de ser muito desconfortável. E nem pense em comprar roupas mais largas ainda. Você é uma mulher, não, batatas.

    Por fim, a dica mais importante: procure sentir-se bem e linda. Regras ajudam, mas não podem ditar sua vida. Ouse, se quiser. Encontre seu estilo. E seja feliz!

    Sakina, autora do blog Saks in the city, onde posta seus looks diários e mostra que gordinhas podem, sim, usar saruel ou qualquer roupa da moda sem medo.

     


  6. Quero muito…

    14 de junho de 2011

    Faz tempo que não quero demais alguma coisa. Mas, também, faz tempo que evito buscar o que querer. Só que aconteceu. Eu não queria, mas aconteceu…

    Eu quero demais este!!

    Ou este:

    Como faz, Reinaldo, como faz?…


  7. Hi-lo

    1 de abril de 2011

    Semana passada, logo depois de sair do Bistrô, fomos dizer “tiau” a uns amigos do marido que foram para a África – o programa “Parasitas Assassinos” fala tanto sobre a África… E, chegando no boteco, vimos uma inusitada cena: uma moça de longo de lamê dourado, salto 10/agulha e maquiagem e penteado exagerados, de festa. Pensei: acabou de sair de um baile que não estava tão bom. Mas, não. A realidade é que, na falta de ter onde ir, as meninas se emperequetam todas e vão para os botecos mesmo. Afinal, comprei, paguei, usei!

    Nada contra… Mentira! Antipatia de “baranguice interiorana”!! E devo dizer que esse “high” todo pedia um “low”.

    Anna Dello Russo só usa roupas/acessórios de festa no dia-a-dia. Mas ela é editora da Vogue Japão, muito rica e excêntrica. Ou seja, ela pode… A gente também pode, mas seguindo umas regrinhas básicas:

    • Finja que não é com você quando pessoas, como eu, começarem a rir. É recalque meu, menina!! Confiança é tudo!!

    • Ou assuma mesmo um estilo hi-lo e acessorize seu belíssimo vestido de festa com um All Star/sapatilha/sandalhinha, umas maxi-bijous menos “noite de festa” e não exagere no make up.

    • O contrário também é permitido: acessórios e outros exageros de festa num look mais “calça jeans e camiseta”. O que não dá é usar tudo-junto-duma-só-vez!!

    Isso vale tanto para um almoço com as amigas quanto para o boteco do fim de semana.

    Se você, assim como a moça de lamê dourado, gosta de se produzir equivocadamente para a situação, saiba que, além da Anna, Alber Elbaz, da Lanvin, lhe dá o maior apoio: “é quase como aquela louça linda que você tem em casa mas só usa quando tem visita. Use todo dia, use de manhã, quando você tiver vontade, quando estiver sozinha…” You go girl!!

    Agora, não tem desculpa de que aqui neste fim de mundo não se tem onde ir produzidinha. O povo aqui casa o tempo todo e sempre tem festa. Há os eventos sociais do Luiz Parreiras que são sempre de gala – já já, tem mais Feminino Plural!! – e são dois por ano! Se nunca foi convidada, lamento informar, mas está andando com as pessoas erradas!! Eu já estou indo para o terceiro!! rs E tem o Bistrô, da Mari, que é requintado – não é gala, ok?! No máximo, um esporte fino – e semanal! Hoje, devo ir novamente!! Ou seja, se eu, quase uma agorafóbica, encontro onde ir arrumadinha, que dirá uma itaunesne da gema?!

    Tirando o vestido de festa do armário, já!


  8. Bicho da Seda

    28 de março de 2011

    Stella McCartney é vegetariana. Ela não usa nada em couro ou pele em suas coleções. É, inclusive, ativista dos direitos dos animais. E, assim, chamou minha atenção as propagandas de Stella McCartney para C&A que tem saído na Veja. Todas as peças que vi são em 100% seda. Mas e o bicho da seda, não tem direito à vida?

     

    Sabe como faz para fazer seda?

    Espera-se que o bicho da seda faça o casulo e:

    “Para se obter fios de seda é preciso mergulhar os casulos em água quente para amolecê-los e retirar deles uma espécie de goma que os faz ficar presos uns aos outros. Uma vez encontradas as pontas dos fios, os casulos são desenrolados calmamente e, depois disso, estes fios são enrolados numa roda formando uma meada. Este processo, em suma, consiste em desfazer todo o trabalho que a lagarta teve para formar o casulo.”

    E ela morre!

    O Peta já está, digamos, chateado com ela pelo uso de lã na coleção, mas tirar lã é um pro0cesso desagradável para o carneiro/ovelha, mas não é mortal. Fazer seda é mortal para a lagarta.

    Eu já fui vegana e não dei conta: é difícil. Arranjar o que comer é fácil. Difícil é a paranóia de ter que verificar o que há no mundo que possa ser de origem animal ou testado neles. É não tomar um determinado remédio que você precisa muito por causa dos coelhinhos ou não usar um determinhado cosmético por causa das cochonilhas. É uma vida difícil, por mais digna que se proponha a ser.

    Mas ser cara de pau é indigno. É Natalinha Cabeção tendo roupas e sapatos Dior só para ela, vegana, enquanto você pode usar a versão em couro das peças. É Stellinha fazendo roupas que ela não usaria, mas que você pode. É um traficante que não usa do produto, mas acha que não tem nada de errado em vender para você. Afinal, livre arbítrio…

    Não compro a ideia. Vida longa aos bichos da seda!

    Fonte: InfoEscola

     


  9. À frente do meu tempo?

    25 de março de 2011

    Eu nunca tive uma “boygriend jeans”. Meu “boyfriend” tem roupas que vão da fase 65kg até a 105kg. Nenhuma delas me serviu. Eu bem que tentei, há alguns anos, caber numa delas, bem bonita, na época em que comecei a engordar e minha calças não me serviam mais. Não deu…

    Então, nessa época, comecei a usar as calças “minha tia’s jeans”. Ela sempre teve bunda, coisa que me falta, por isso as calças dela ficam largas em mim. E era o que eu queria: fingir que eu não estava gorda – com calça caindo, eu me enganava bem – e conforto. Até que então, aquilo que minha avó chamava de desmazelo, virou moda. Para mim, era passado.

    Agora a Levi’s lança, para os caras, a ex-girlfriend jeans. Traduzindo: calça skinny, com muito strech, para homens… Sem preconceito: não conheço muitos HTs que usariam. Aliás, só conheço um HT que caberia numa e sei que ele não usaria – perguntei, inclusive. No fim, o nome me lembra que muitos gays já tiveram namorada…

    Lembrei: pode agradar aos sertanejos, também!!

    Ok. Comecei à frente do meu tempo e terminei retrógrada! Mas, fazer o quê?! Preconceito é só uma etapa antes do conceito… Estou aberta a mudar de ideia.


  10. Te amo, Galliano!

    4 de março de 2011

    Tá. Galliano falou demais. Falou bobagem. Foi feio.

    Tá, a Dior não pode se deixar associar com uma pessoa que demonstra, publicamente e agressivamente, preconceitos de qualquer espécie. Não é bom para os negócios.

    Mas, apesar de ser um artista genial – e olha que raramente considero alguém artista, tampouco genial -, ele é humano e, como tal, sujeito a errar, falhar, falar demais e perder a compostura. Associa-se a “humanidade” ao álcool e dá nisso. Aliás, por que álcool não é considerado droga, não entendo…

    Ele se justificou:

    “Desde os eventos da última quinta-feira à noite, não pude fazer qualquer comentário público sobre o acontecido baseado em aconselhamentos do meu advogado francês. No entanto, devido ao contínuo atraso da Justiça Francesa, decidi esclarecer a minha posição.

    Eu nego completamente as acusações feitas contra mim e cooperei ao máximo com a investigação policial. Várias testemunhas independentes levaram provas e disseram à polícia que eu fui insultado verbalmente e, inadvertidamente, agredido quando um indivíduo tentou me bater com uma cadeira após ressentir-se violentamente com a forma com que eu estava vestido. Por essas razões, eu iniciei um processo por difamação e ameaças feitas contra mim.

    Entretanto, eu aceito completamente que as acusações feitas contra mim tenham chocado e abalado as pessoas. Eu devo tomar responsabilidade pelas circunstâncias em que me encontrava e por me permitir ser visto em um comportamento nada agradável. Só tenho a mim mesmo para culpar, sei que devo encarar minhas próprias falhas e que devo trabalhar duro para conquistar a compreensão e compaixão das pessoas.

    Para iniciar este processo, estou procurando ajuda e tudo que posso esperar neste momento é declarar minha falha pessoal que levou a estas circunstâncias e tentar ganhar o perdão das pessoas.

    Durante toda a minha vida, lutei contra o preconceito, intolerância e discriminação, já que eu mesmo fui vítima de tudo isso. Em todo o meu trabalho, minha inspiração foi unir os povos de todas as raças, credos, religiões e sexualidades, celebrando sua divertidade cultural e étnica por meio da moda. Esta permanece sendo minha estrela guia.

    Antissemitismo e racismo não têm lugar em nossa sociedade. Sem reservas, peço desculpas pelo meu comportamento e pelas ofensas que causei”.

    Eu lhe perdôo, Galliano. Vem trabalhar na HI-lo conosco!!

    Apesar do bafafá, o desfile aconteceu e foi belíssimo!

    Quer ver mais?! No Million Looks tem.


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