Os 4 Cavaleiros do Novo Apocalipse

Excelente documentário. Recomendo com emoção.

Sinopse:

Vinte e três pensadores de todo o mundo juntaram-se para quebrar o silêncio e explicar como o mundo realmente está concebido. Os seus pontos de vista descrevem, em termos simples, o que é preciso ser feito se não quisermos enfrentar um futuro ainda mais sombrio.

Ok, tem quase 1 hora e meia de vídeo, falando sobre economia e política… Ficou com preguiça? Aí vai o resumo:

chomsky

Ideias

“Ideias podem ser revistas, mudadas, atualizadas. Ideias evoluem, e evoluímos com elas. Não precisamos ter laços emocionais com ideias. Mudar ou abrir mão de crenças pode ser difícil. Não colecione crenças. Não acredite em nada. Mas procure entender tanto quanto puder. Construa e atualize ideias.”

Se a legenda não se ativar sozinha, ative-a na barra inferior do vídeo.

OMfuckingG!!

Oh… My… Gosh!!!

Aaron Nordstrom is my BFF!! Not really. He only accepts me as his friend in Facebook. Ok, no big shit happened, but I’m so glad anyway!!

Yeah… I know I’m really old to be a fan, but this guy is awesome!! Gemini Syndrome is awesome. The Synners are awesome!! Life is good!

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It’s my party

Sim, sou dessas que passam dias sem escrever uma linha e, quando resolvem aparecer, saem três posts de uma vez. Mas, como dizia a Lesley Gore, “It’s my party”.

Este post, de fato, serve apenas para dar esperanças, para contrapor às pessoas insuportáveis do mundo! Há pessoas boas, bacanas, lindas e chuchuzinhas!! Pessoas para as quais se pode prometer amor eterno! E elas também frequentam redes sociais!

Estava eu vagando pelo Synner Circle of Friends, uma página sobre o Gemini Syndrome, vendo figurinhas, quando começaram a comentar as músicas do novo disco da banda. Choraminguei que eu queria muito o EP de 2011. Então, o supersimpático Ryan McKenna me ofereceu mandar as músicas por e-mail. Pirata? Não! O pessoal da banda fez o EP independentemente e vendeu aos montes. Depois que assinaram com gravadora, não se acha mais o bendito. Daí que o disco sai dia 10/09 – e eu já comprei o meu!!! – e não haverá duas músicas do EP nele. Sem contar que as versões são diferentes – porque gravadora adora dar pitacos nas coisas. Pois é, a banda autoriza a divulgação desse material e ele foi fofíssimo em disponibilizá-lo para mim! “Não custava nada”, você pode argumentar. Mas quantas coisas que não lhe custam nada e você se recusa a fazer?

Fiquei tão imensamente feliz que nem estou ligando para a enxaqueca galopante que me assola o lado esquerdo do cérebro. Tão feliz que vim aqui compartilhar felicidade! Tão feliz, mas tão feliz que… Nem sei.

P.S.: mas sei é que a imensa maioria de frequentadores do blog ou de aventureiros que passam por aqui não está nem aí para Gemini Syndrome. Mas, “it’s my party” e eu estou imensamente apaixonada pela banda. Adoro as letras, adoro as vozes, adoro os integrantes, adoro a sonoridade, adoro as referências musicais deles – Tool!! Opeth!! -, adoro o bom-mocismo do Aaron. Adoro a mãe dele! Acho tudo bom, estou gostando de tudo. E, com certeza, eles aparecerão aqui algumas vezes, em meio aos meus faniquitos de pré-adolescente de 40 anos.

Gemini Syndrome

Marido disse que eu redescobri música com o Deezer. Na verdade, eu redescobri música com o System of a Down, que, via Facebook, indicou a banda Gemini Syndrome. Foi amor à primeira audição, à primeira vista, ao primeiro clipe. O vocalista é albino, lindo de viver. Um anjo caído. Que voz! Deezer só veio depois e, basicamente, porque eu precisava de Gemini Syndrome em doses cavalares.

Passei um domingo inteiro ouvindo Stardust. Inteiro. Em looping eterno. E não me cansei, não enjoei da música. Ao contrário, quero mais! Quero clipe! Quero MP3, CD, blu-ray, DVD do show, quero show, poster e camiseta!

gemini

“Look at the wake, from the stardust pouring from your eyes.
It’s no mistake, you are perfect. You are perfect in my mind.
And you won’t fade away.”

Problema.

Acabei vendo o clipe da Taylor por puro acaso, graças a um meme que troca partes dos clipes por uma cabra berrando. Fiquei curiosa e fui ver o clipe original. Que coisa… Rolar empatia com Taylorzinha nunca me pareceu ser possível.

Talvez seja, de alguma forma, reconfortante saber que Taylor Swift, linda, loura, magra, rica e famosa, também come o pão que o diabo amassou com alguns carinhas. Ou, talvez, seja ainda mais perturbador.

Mas mais perturbador ainda é saber que, um belo dia, você vai estar carente e sozinha - ou muito de bem com a vida e cercada de amigas – e um carinha pintoso, descolado, interessante, gostosinho vai mexer com você. Você vai resistir por 5 minutos e, quando perceber, sua vida vai estar de cabeça pra baixo.

Ele vai lhe tratar feito lixo na frente das pessoas, vai lhe largar para trás, muita vezes, mas vai ser uma ternura só quando vocês estiverem sozinhos. E ele é bom, beija bem, conversa sobre assuntos variados, é inteligente, sabe fazer você se sentir especial – quando é do interesse dele. Você vai encontrar inúmeras justificativas para o comportamento escroto dele. Vai até dizer que a culpa é sua! Você vai acreditar piamente que ele se importa e que você tem muita sorte de estar com ele. Você vai fantasiar que ele vai mudar. Por você.

Eventualmente, ele muda, mas nunca é por você, nunca em relação ao que você significa para ele. Porque, sua tola, você é apenas um passa-tempo. Uma bonitinha que ele consegue manipular facilmente, por mais inteligente e segura que você tenha sido até ele chegar na sua vida. Ele não lhe respeita e nem vai começar a lhe respeitar. Não vai.

Sorte sua se ele for embora rapidamente, se lhe trocar por outra, se sumir sem justificativas. Sorte sua se ele sair da sua vida enquanto ainda dá para colar os cacos da sua auto-estima, enquanto você ainda tem como voltar a ser quem era. E, mesmo assim, a recuperação vai ser dura. Você vai rememorar cada dia, cada segundo com ele, tentando entender o que aconteceu, porquê ele foi embora. Vai sair perguntando às pessoas o que elas acham, vai acabar escrevendo poemas sobre “este amor”, vai fazer besteiras, vai rejeitar os caras realmente bacanas e que gostam de você de verdade - porque não são ele.

Se tiver o azar de reencontrá-lo, vai receber as atenções dele, novamente. Ele não quer que você o esqueça. Ele vai ser simpático, muito legal. E vai lhe fazer recair. Corra disso! Corra por sua vida! Corra! Porque, um dia, 20 anos depois, você se pega pensando nele e, de repente, uma lágrima sem vergonha lhe escapa. Triste…

Há meninos que são vampiros das nossas emoções. Isso não é romântico, é doentio. Se identificar um deles a tempo - ah, nunca dá… - fuja!

E, menina, se você nunca passou por isso, lhe invejo até os ossos. Se já passou, não sinta saudades, não busque sentir isso novamente. É fria. Taylor tem toda razão: a pior parte não é perder o cara, é se perder e, isto, nem sempre tem volta.

 

Dor de cotovelo

Na verdade, minha coluna travou. Estou com muita dor nas costas. E resolvi assistir a uns clipezinhos para ver se melhora, pelo menos, a alma…

Esgotei Shinedown – amo! Morri de saudade da Vaca com System of a Down. Caí no “Broken”, com Amy Lee + Seether.

Amo a música, o clipe é lindo! Mas a Amy Lee conseguiu me esgotar com a eterna dor de cotovelo que veio em seguida. Sério. O cara te dá o pé na bunda, dói horrores, você fica tristona, chora, faz uma música. Uma música. UMA!!! Não um disco todo! Não uma carreira inteira – né, Adele?! Choramingação de mulher cansa. Primeiro, a gente até se identifica. Depois, fica de saco cheio e cheia de vergonha.

Nunca mais tive vontade de ouvir Evanescence, desde o fim do romance dela com o Shaun Morgan, mas sempre ouço Seether…