O que me desmotiva a escrever sobre NY, agora, é que me dá um aperto no peito, uma saudade de lá… E pensar que estou de volta ao Brasil, lembrar da rotina chata e dos problemas de sempre – alô Banco do Brasil!! Cadê meu acesso ao gerenciador?! – me dá tristeza. Queria estar lá, ainda, naquele frio cão que começou de vez! Andando muito, comprando um bocado e comendo besteiras.
Então, esse último mão-de-vaca NY será um pouquinho diferente. Só vou dar uma dica de economia! Mas é das boas.
Pontos! Faça um cartão de crédito que dê pontos. Veja bem: que dê! Os do Banco do Brasil e do Unibanco, por exemplo, cobram taxa de transferência de pontos. Isso não é legal. Há cartões, como o Tam Fidelidade – para quem viaja de Tam – que oferecem muitas vantagens. Veja com os bancos quais os mais indicados para sua rotina de vida e faça o melhor!
Comece a pagar suas compras e contas – de água, luz e telefone, inclusive – nesse cartão de crédito. Os pontos expiram depois de um tempo. Informe-se sobre isso. Mas se você conseguir juntar uma boa quantidade, use-os para viajar! Fomos para NY – e voltamos – sem gastar com passagens. Tudo trocando pontos. E já marcamos de ir para a Argentina em julho – quem sabe, não fico por lá?! Pontos são meus melhores amigos!!
Então, para encerrar essa viagem, algumas fotos. Bora lá!!
Bom, como o tema é mão-de-vaquismo, ande de metrô. É seguro, é barato – você pode comprar o passe-livre para 1, 7 ou 14 dias – e é rápido. Fede, às vezes, mas táxi não é limpo nem cheiroso e é um perigo – já viu como eles dirigem?
Algumas estações são bem bonitinhas. Tem arte!! Adorei esses bonequinhos!
A Grand Central Station é uma estação linda!! O teto é maravilhoso! Pena que a máquina não conseguiu captar a beleza do lugar – é meio escuro.
Lá dentro fica uma Pylones gigante!! Adorei e comprei mais do que deveria. O atendimento do “china” foi sensacional!! Até nos deixou fotografar – o outro vendedor ficou puto!
Comer bem, num bar gostoso, é no Juniors. É um lugar muito americano!
É a melhor parada depois de atravessar a Ponte do Brooklyn à pé. A comida é ótima e não para de ser servida – acompanhamentos são gratuitos e abundantes. Fui duas vezes: tomei café da manhã no balcão e levei um cheesecake de morango e um Devil’s Food para casa e, na segunda vez, fui para o brunch e sentei no fundão. Pedi sanduíche de pastrami – espetacular!! – e cheesecake de chocolate. Esse, da foto, é de framboesa. O marido quem pediu.
Para quem quiser ir de metrô, para quase que na porta. Petiscos deu a dica disso.
No dia em que fui à loja do Marc Jacobs, passamos na Gray’s Papaya. Segundo Antony Bourdain, o melhor cachorro quente de NY. Nhé… Já comi melhores. É seco, sem graça e ainda come-se em pé. Mas o suco de piña colada é o que há!!
E por falar em comer bem: Crumbs. Ai que saudade dos cupcakes de lá…
Outro lugar que adorei, foi um shopping que abriram numa igreja: Limelight Marketplace. Bom, o prédio foi uma igreja, antes de virar boate gay e, agora, shopping. É lindo e tem lojas ótimas!
Saí de lá com as mãos abanando e o coração partido. Eu queria tanto tanta coisa, mas não comprei nada…
Foi lá que descobri que 90% das pessoas que aparecem no Petiscos, apresentando uma nova linha de bijus, é cara de pau demais. É um povinho que vai para NY e volta se achando designer, mas é só plagiador sem vergonha! Falei!
Um dos lindos vitrais da igreja-templo de consumo.
E por falar em igreja, entrei na de Saint Patrick e deslumbrei! Que lugar lindo! Que miudinha eu me senti. Igreja tem que ser assim: tem que colocar o homem em seu devido lugar de poeira cósmica.
Para encerrar, Chelsea Market e o melhor sorvete que já tomei na vida!!! Tem gosto, e bom, daquilo que se propõe a ser. Por exemplo: o sorvete de pistache tem gosto de? Pistache!!! Eu moraria no Chelsea Market se eu pudesse. O lugar é jóia!!
Pois é… Chegamos ao fim.
Eu fui a muitos outros lugares. Comi bem e demais em muitas lanchonetes e restaurantes. Fui a lugares lindos. Comprei em muitas lojas divertidas. Mas não vale a pena postar tudo, porque seria muita coisa e, ao mesmo tempo, pouca coisa demais. NY é daqueles lugares que devem ser explorados, descobertos. Tem que se ir várias vezes! Há muita coisa para ver e há sempre novidades.
E você pode fazer uma viagem barata – desde que você não seja uma louca consumista como eu. Se for louca consumista e estiver sem grana/com dívidas/no aperto, bem, fique em casa. Conselho de amiga. Não vale a pena ir lá para passar vontade. Deixe para ir quando puder comprar.
Quem precisar de alguma dica sobre a cidade, pode me enviar e-mail que respondo com prazer. Não sou expert em NY, mas meu marido já morou lá e sabe de coisas demais.





























































