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Categoria: ‘outros’

  1. It’s my party

    23 de agosto de 2013

    Sim, sou dessas que passam dias sem escrever uma linha e, quando resolvem aparecer, saem três posts de uma vez. Mas, como dizia a Lesley Gore, “It’s my party”.

    Este post, de fato, serve apenas para dar esperanças, para contrapor às pessoas insuportáveis do mundo! Há pessoas boas, bacanas, lindas e chuchuzinhas!! Pessoas para as quais se pode prometer amor eterno! E elas também frequentam redes sociais!

    Estava eu vagando pelo Synner Circle of Friends, uma página sobre o Gemini Syndrome, vendo figurinhas, quando começaram a comentar as músicas do novo disco da banda. Choraminguei que eu queria muito o EP de 2011. Então, o supersimpático Ryan McKenna me ofereceu mandar as músicas por e-mail. Pirata? Não! O pessoal da banda fez o EP independentemente e vendeu aos montes. Depois que assinaram com gravadora, não se acha mais o bendito. Daí que o disco sai dia 10/09 – e eu já comprei o meu!!! – e não haverá duas músicas do EP nele. Sem contar que as versões são diferentes – porque gravadora adora dar pitacos nas coisas. Pois é, a banda autoriza a divulgação desse material e ele foi fofíssimo em disponibilizá-lo para mim! “Não custava nada”, você pode argumentar. Mas quantas coisas que não lhe custam nada e você se recusa a fazer?

    Fiquei tão imensamente feliz que nem estou ligando para a enxaqueca galopante que me assola o lado esquerdo do cérebro. Tão feliz que vim aqui compartilhar felicidade! Tão feliz, mas tão feliz que… Nem sei.

    P.S.: mas sei é que a imensa maioria de frequentadores do blog ou de aventureiros que passam por aqui não está nem aí para Gemini Syndrome. Mas, “it’s my party” e eu estou imensamente apaixonada pela banda. Adoro as letras, adoro as vozes, adoro os integrantes, adoro a sonoridade, adoro as referências musicais deles – Tool!! Opeth!! -, adoro o bom-mocismo do Aaron. Adoro a mãe dele! Acho tudo bom, estou gostando de tudo. E, com certeza, eles aparecerão aqui algumas vezes, em meio aos meus faniquitos de pré-adolescente de 40 anos.


  2. R-Evolução

    18 de junho de 2013

    Fiz um post na sexta. Fiquei esperando o marido me arranjar uma foto que, para mim, dizia mais do que meu texto. Não postei. Daí, passou-se o fim de semana, passou-se o tempo e o post se autodestruiu. É, ele sumiu. Fiquei arrasada, por puro apego, porque o momento havia passado. Então, fiz um board no Pinterest com as imagens mais significativas para mim.

    Sou ativista de sofá, isso não muda. Não sou gente que faz. Fiz um tiquinho nos “caras pintadas”, mas era aquele tipo de coisa: não tinha como não estar ali. E eu tinha 18 anos, não 39. Eu tinha esperança, não desânimo. Mas, enfim, não sou eu, é o gigante se levantando finalmente, contra todas as previsões e, brasileiros e brasileiras, acredito em vocês!

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  3. 3 anos de Pitacos

    14 de abril de 2013

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  4. Pitacos

    31 de março de 2013

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    Entendido isso, eu não estou aqui para criar ou alimentar polêmicas. Preguiça destas coisas, ao extremo. Mas pretendo palpitar sobre umas coisinhas que tenho visto por aí, afinal, isso aqui é Pitacos da Pi, eu sou Pi e pitaco é o meu hobby.

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    Acho um saco estes memes ciniquinhos. Cinismo é uma forma de arte que muito pouca gente é capaz de dominar. Na dúvida, evite. Mas tive que concordar com o Wonka, desta vez, simplesmente porque é fato. As leis contra armamentos não previnem tiroteios - já que criminosos não seguem as leis.

    Toda vez que acontece algum massacre provocado por um babaca que não quer se matar sozinho, o Governo corre para criar uma lei. Mas leis já existem. É proibido matar desde antes dos 10 Mandamentos, inclusive. Armas não matam sozinhas. Pessoas normais não saem matando por aí. E o que leva uma pessoa a sair da normalidade? Uma po**ada de coisas. Bullying, por exemplo.

    Nos EEUU, a cultura do bullying é tão difundida que vive sendo tema de filme. Nenhum lhe vem à mente?! “Jovens Bruxas”, “Meninas Malvadas”, “Te pego lá fora”, “Carrie”- já na terceira safra -, entre vários. Rir, apontar defeitos, sacanear, puxar cueca, segregar, machucar, isso é comportamento típico de bullers de escola americana, assim como há os personagens típicos na fauna escolar: os populares (os atletas, as piranhas dos atletas líderes de torcida) e os losers (os nerds/geeks, os freaks, os barra-pesadas, os estrangeiros, os gays ou qualquer coitado que ousa ser diferente de alguma maneira).

    Normalmente, losers “bulinados” são os que piram e saem atirando em escolas/universidades. Porque um dia nego cansa de ser humilhado e quer vingança. Ok, ter acesso a armas ajuda a por o plano em prática, concordo. Mas evitar que haja um plano, coibindo a cultura do ódio, não seria mais legal?! Pessoas mais felizes, com menos medo da vida, com mais amor no coração não querem matar pessoas.

    Mas, em vez disso, o Governo deles não faz coisa alguma a respeito (se faz, é o mínimo) e a nossa gente, criativa que só, tem importado o American Way of Life versão high school! Temos bullying! E não temos ninguém a quem responsabilizar, chamar na xinxa, apontar o dedo e falar: “resolva”. Porque os pais estão nem aí. Esse povo não anda mais educando os filhos. As escolas  estão nem aí. Filhos mal educados não entendem o que é hierarquia e não respeitam professores ou diretores. O Governo? Se dependesse só dele, nem teríamos escolas!

    e69b4de293efb7d84bea351f4ac5eb0eBem assim.

    Qualquer dia, nego sai por aí, atirando em inocentes, e o Governo vai querer culpar as armas. Peraí… Já fizeram isso…

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    Este país é o Brasil, e explico a você, Juan Arias: é que na última vez que a população se mobilizou efetivamente contra a corrupção, lá nos idos de 1990, acabou criando isso:

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    Um dos líderes do movimento Cara Pintada virou um Sr. Cara de Pau. Collor foi eleito, novamente. E, num escândalo mais recente, Renan, que renunciou para não perder os direitos políticos, não perdeu sequer os eleitores. Mobilização pra que?! A maioria continua sem educação, ignorante, interesseira, egoísta, imbecil, corrupta e continua votando em corrupto, porque é aquele que a representa.

    Eu sou minoria. Feliciano nem nenhum de seus pares me representa - e na mesma medida. Meu voto não vale, meu protesto não vale, minha mobilização não vale… Esperneio na Internet e, eu sei, isso também não vale.

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    sX4R0Eu odeio a palavra homofobia. Não é uma fobia. Você não está com medo. Você é um imbecil.

    Verdade.

    541bff1491283e24b8014089b87d0df2Eu não sei como as pessoas ficam tão anti-alguma coisa. Preocupe-se com sua vida, cuide de seus próprios assuntos e não se preocupe tanto com outras pessoas.

    Isso vale tanto para gays, anti-gays, evangélicos, anti-evangélicos e outros tipos que querem impor suas verdades para os outros. Vivam suas vidas, cuidem de suas almas imortais e deixem os outros em paz. Para que se preocupar com o sabor do sorvete que o outro está tomando?

    julia-baxde Júlia Bax

    Citando uma das “polêmicas” fabricadas da semana, Joelma - aquela da banda Calypso - disse ser contra casamento gay. Redes sociais em chamas! Morte a Joelma e a sua opinião. O que eu tenho a dizer é: eu sou contra casamento, então, não me casei. Joelma, se for gay, que não se case. Quanto aos outros, casamento homossexual não fere ninguém, tampouco a Bíblia, porque ela é só um livro que, aposto, você nem leu. Se leu, nem entendeu. Se entendeu, nem se casou com a primeira moça virgem que você deflorou. Se casou… Cara, Deus deu livre arbítrio. Quem é você para revogar isso?!

    Que a Igreja Católica seja contra o casamento gay, eu entendo. Claro, se o casal gay quiser se casar na Igreja Católica. Porque o catolicismo prega o sexo reprodutivo e gays não se reproduzem com seus pares. Então, os gays não seguiriam o princípio básico do casamento católico: crescei-vos e multiplicai-vos com seu cônjuge, depois de ser abençoado por um sacerdote de Deus - suponho que o mesmo vale para diversas outras igrejas. Mas se for casamento civil, qual o problema?

    O problema é que todo mundo quer ter razão, mesmo que seja em relação a algo que não é da sua conta, que não lhe interessa nem lhe faz diferença. Aí, começam as disputas imbecis que fazem as pessoas perderem o foco do que, em termos locais, é o mais importante: o Brasil não é nada legal e é por culpa do brasileiro.

     


  5. π Day

    14 de março de 2013

    Hoje é o Dia do Pi e, segundo li no Wiki, a data corresponde a “3/14″, que é a notação norte-americana para data, já que 3,14 é a aproximação mais conhecida de π. O auge das comemorações acontece à 1:59 da tarde (3,14159 = π arredondado até a 5ª casa decimal).

    Pi é phoda! Pi é demais! E viva Pi!!

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  6. Dia Internacional da Mulher

    8 de março de 2013

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    As letras miúdas são o melhor do anúncio da ag407. Muito bom!


  7. Contra olho gordo virtual

    19 de fevereiro de 2013

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  8. Pipoca!

    18 de janeiro de 2013

    Vou passar o fim de semana trabalhando para colocar a vida em dia. Se der, vou bebericar umas cervejinhas - Bud! - e comer pipocas, assistindo à maratona True Blood que está gravada, e não assistida, ainda.

    Se não der, vou de pipoca doce, que aprendi a fazer, recentemente, e que é muito boa para alegrar o coração!!

    Pipoca doce

    Ingredientes:
    5 colheres (sopa) de óleo
    5 colheres (sopa) de milho para pipoca
    5 colheres (sopa) de açúcar
    3 colheres (sopa) de água
    1 colher (sopa) de chocolate em pó (opcional)

    Modo de Preparo:
    Coloque tudo na pipoqueira. Leve ao fogo baixo à médio, mexendo, sempre, e devagar. A pipoca irá demorar um tempo maior para começar a estourar. Desligue o fogo quando o intervalo de tempo entre os estouros da pipoca diminuir. E pronto!


  9. Quanto mais eu conheço as pessoas

    15 de janeiro de 2013

    Fui amiga de uma pessoa, que não foi minha amiga de volta, que costumava dizer: “quanto mais eu conheço as pessoas, mais gosto dos animais”. Eu, por minha vez, quanto mais conheço as pessoas – e quanto mais a conheci – mais incapaz me sinto de compará-las aos animais. Animais são instintivos, eles fazem o que devem fazer. Pessoas tem consciência da merda que fazem e o fazem por escolha: livre arbítrio. Por isso, não culpo nenhum bicho por ser e agir bicho e, em contra-partida, não perdoo nenhum humano por agir e errar humano.

    Assim, se antes eu não dava uma segunda chance a ninguém, hoje, chego a me recusar a dar a primeira. Ok, ok, você poderia argumentar que isso é muito solitário, que precisamos de pessoas. E eu contra-argumentaria que solidão não é nada comparado à traição.

    aristotelesCara, eu realmente gostaria que fosse assim, mas (ainda) não é…

     


  10. Mapa astral

    28 de outubro de 2012

    Em 1997, fiz mapa astral com a Sônia Scott. Sim, sou dessas que acredita em Astrologia, afinal, é a ciência precursora da Astronomia – vi num documentário sobre Física. Pode não ser uma ciência exata, precisa, pode não ser preto no branco. Mas, e daí?! Dizem que há uns 50 tons de cinza, mais de 60 tons de branco e um punhado de tons de preto. Então…

    Ela é reencarnacionista. Eu sou ateia. Mas deu tudo certo. Achei divertidas as interpretações, as analogias, a conclusão de que meu mapa é tão lindo que Deus só pode gostar muito de mim!

    Depois da interpretação do mapa, ela jogou tarô e, por incrível que pareça, muita coisa aconteceu. Sim, sim, há subjetividade o suficiente para que qualquer coisa que aconteça se encaixe. Tipo: “há perigo em suas viagens”. Claro: aos 5 anos, minha primeira ida à praia, eu virei boto cor de rosa. Um perigo, mesmo! Em 1995, em Miami, teve furacão e maremoto e nosso hotel era à beira mar. Deu tempo de fugirmos antes do hotel ficar submerso até o 4º andar – era o que eu estava. Em 2010 perigou de a gente nem ir pra NY.

    Ou “você terá problemas na Justiça antes dos 30 anos”. Fui processada, pela primeira vez, aos 28! Usei, literalmente, a primeira parte do provérbio “se uma pessoa te enganar ela merece uma surra, se esta mesma pessoa voltar a te enganar quem merece a surra é você.” Mas também tive problemas depois dos 30!

    Ela disse que eu queira muito, mas não faria Direito nesta vida. Que eu desistiria – ou desisti – nas vésperas do vestibular. Que eu já havia sido advogada em outras vidas e que, nesta, eu me dedicaria à beleza. Mas que eu trago, nesta encarnação, o senso de justiça da profissão.

    De fato, eu desisti do Direito 6 meses antes do meu primeiro vestibular. Fiz pra Jornalismo, pra Comunicação Social, pra Publicidade e fiquei com este último por um ano e meio. Larguei e fui fazer Decoração e, depois, Programação Visual. Demorei, mas cheguei à “beleza”!

    Disse que meus meio-irmãos me procurariam, o que parecia improvável, mas aconteceu alguns anos depois.

    E que meu ex-namorado iria querer voltar. Que, inclusive, isso teria a ver com uma viagem, talvez, à praia, porque havia muita água na “visão” dela. O interessante é que ele realmente quis voltar e me ligou num dia de dilúvio, logo depois deu ter combinado uma viagem! Achei incrível!

    Foi uma experiência ótima, de auto-conhecimento e de auto-estima.

    Tenho a fitinha K7 guardada até hoje, pena que não tenho onde ouvi-la pra matar saudade! E pena que perdi o contato da Sônia, porque eu faria de novo!


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