Categoria: ‘outros’

  1. Falta do que falar

    27 de abril de 2012

    Estou sem assunto.

    Ontem, percebi que, em dois anos, escrevi:

    • 9 posts sobre preconceito

    • 3 posts sobre fé

    • 9 posts sobre a humanidade e suas falhas

    • 8  posts reclamando de posts no Facebook

    • 5 posts sobre anônimos infelizes e seus comentários imbecis

    • bem mais de 10 posts sobre a porcaria que é o Brasil

    E eu nem contabilizei os inúmeros posts em que falo de mim e do quanto sou f*da! Só para se ter uma ideia, dois deles se chamam “Eu sou + eu”!!

    Chega, né?!

    Como os keyfrases estão duma pobreza… Alguém tem algum pitaco a dar para me ajudar a renovar o repertório?! Nem eu aguento mais do mesmo. Afinal, “o inferno é a repetição”.


  2. Curtinhas

    9 de novembro de 2011

    • Encomendei umas roupinhas na China, há um tempão (27/07) e elas chegaram na sexta. Eu já sabia que não seriam, assim, uma Brastemp – aliás, nem a Brastemp é… – mas era tudo tão barato que resolvi experimentar.

    Entre roupas que não me serviriam nem se eu fosse anorexa terminal e coisas que eu não entendi, chegou tudo. E ainda não sei se valeu o “investimento”. Vou vestir, fotografar e mostrar para vocês… um dia…

    • Não sei como vai ser o sorteio dos JPP. Queria alguma coisa cultural, sabe?! Mas nada que desse uma preguiça enorme de participar. Que tal uma equação matemática?

    • Uma pesquisa inglesa, já mais antiguinha, apontou que as sandálias tipo havaianas são os maiores vilões dos pés. Pior do que salto agulha? Segundo eles, sim. Pensei: “balela”, mas depois pensar um pouquinho, lembrei que torci o pé um sem número de vezes e de perdi o topo do dedão do pé duas vezes – uma delas, ontem – usando chinelo, contra os três tombos de salto – que só machucaram minha alma!! – e uma torção, usando bota sem salto – que, aliás, só não foi pior porque o cano da bota segurou meu tornozelo – acredito. Aposto que se eu estivesse usando chinelo nos momentos dos tombos e da torção, eu estaria morta…

    • Vi o filme do Kubrick e a micro-série para TV dO Iluminado e concluo: não assisto mais filme de livro se eu já o tiver lido – ou pretenda ler. Eu sou muito mais chata com as adaptações do que é permitido.

    • A Vic Ceridono vive dando dicas de cosméticos que não são para meu bolso ou passaporte, mas, às vezes, dá para aproveitar. Como os tais óleos corporais, que hidratam e podem ser usados durante o banho. Comprei um, da Avon, para experimentar. Não foi caro (R$22,00, mas comprei por R$16,00 – promoção!), o cheiro é forte, mas não é ruim – comprei de avelã e lembra um pouco o Séve -, e tenho usado muito. Considerando minha preguiça em usar hidratante, isso é uma mão na roda. Porque eu estou debaixo d’água e é só mais um processo do banho. Ok, passar hidratante depois do banho não dá trabalho nenhum, mas eu considero que, ali, o banho já acabou e eu quero mais é me vestir – quando é com pijama, a preguiça dobra…

    • Ontem, comprei um chocolate tão lindo!! Até esperava encontrar o bilhete dourado nele, mas, não… E, além de lindo, tão gostoso – e eu nem gosto de chocolate doce.


  3. A culpa é minha

    5 de novembro de 2011

    Acabei de ler O Iluminado. Como não me lembrava do filme, não fazia ideia do final. Fiquei tão tensa que estou com dor no corpo. Pode isso?! Hoje, se tudo der certo, vou assistir às duas versões cinematográficas do livro e não vou ficar tensa, porque já sei que pior do que li não tem jeito de ser.

    Aí, com o corpo dolorido e a cabeça latejando, como se eu estivesse possuída pelo Overlook, tive que me levantar para  tomar um Cefaliv. E me deitar novamente está fora de cogitação, porque me dá refluxo. Sério, acordei com uns 100 anos… Então, cá estou eu, tentando me distrair…

    Quando eu comecei o blog, há quase dois anos, eu queria fama, dinheiro e muitos comentários. Mas desisti disso rapidinho. Porque eu não sou do tipo simpática-alegre-pulante que usa expressões como “mini-nojinho” e vive de algodão doce e maçã do amor – no cérebro, não, na pança. Eu sou azeda. E não sei fingir ser outra coisa. Apesar do marido viver dizendo que sou tão fofa, aqui, no blog, que ele até evita me “visitar”. Mentira dele. Ele é que não me nota, mais…

    E encontrei no blog uma forma ótima de auto-conhecimento. Isso, em “público”. E, por isso, não rola deu me censurar. Já basta os Juízes fazerem isso. Uns 15 posts já foram obrigados a sair daqui. Bobagem. Não mudei de opinião e não vou mudar. E aprendi, com Itaúna, que fofoca chega mais longe do que propaganda. Podem até me “calar”, mas a mensagem propaga por outras bocas…

    De qualquer forma, considerando que minha tia sempre achou que eu precisava de terapia para mostrar meus sentimentos, que  o marido acredita que não tenho sentimentos e que a professora de História do segundo ano – que me acusou injustamente de colar* -  disse que eu era uma ostra, fechada, esperando para mostrar minha linda pérola – tinha jeito de ser mais ridícula? – estou evoluindo no quesito “me expor”.

    E é por isso que posso vir aqui e dizer: a culpa é minha. 2010 e 2011 não tem culpa dos meus erros, da minha preguiça, da minha intolerância, do meu niilismo. Sim, aconteceram coisas ruins nesses anos, mas não acontece todo ano? Afinal de contas, eu não vivo no mundo dos mini-nojinhos e algodão doce. Mas as coisas boas não dependem, simplesmente, de ponto de vista? Então, não bastaria abrir os olhos para enxergar que fazer os 10 melhores foi mais fácil do que os 10 piores? Que a Pixie trouxe um desequilíbrio absurdo à casa, é a gata mais chata do universo e, mesmo assim, eu a amo e sou feliz de tê-la comigo? Que a casa é suja porque não tenho pulso de dizer à empregada que ela deveria falar menos e fazer mais e do MEU jeito? Que doenças e mortes acontecem e, por pior que sejam, fazem parte da vida. São inevitáveis. E que tendo 2, 20 ou 200 pessoas lendo este blog, ele é meu, essencialmente EU, e pouco me importa se gostam ou não, se comentam ou não, se concordam ou não. Porque eu também sou um ponto de vista. Existem outros. É só olhar na direção que mais te agrada.

    De qualquer forma, se você costuma vir aqui – mesmo que não comente, que discorde e me xinge ou concorde e fique felizinha de não estar sozinha numa opinião, se se frustra porque não tem post ou lê esses meus testamentos até o fim -, pode ter certeza que tem em mim uma amiga. E da melhor forma que eu sei ser: à distância! É sério: eu amo ter um blog. E amo você que me lê.

     * eu tinha uma capacidade anormal de acertar questões de múltipla-esccolha sem nem abrir a prova. Minha maior façanha foi tirar 11 em 12 numa prova que eu nem abri. Poderia ter usado este talento para jogar na loteria, mas disperdicei em provas para as quais eu poderia ter estudado…


  4. Vontade que dá…

    25 de setembro de 2011

    … E passa.

    Quantas vezes você já se pegou desejando muito alguma coisa que, se procurar direitinho no meio da sua tralha toda, você já tem igual ou semelhante e nem usa?! Me acontece demais. Principalmente com maquiagem e acessórios. E, no fim, se eu tenho dinheiro no momento em que a vontade vem, começo a acumular coisas. Se não tenho, dói e passa.

    Tenho coisas demais. Depois que emagreci, percebi que tenho roupas demais. O inverno veio e foi e não usei nem 1/3 das roupas de frio. Uma das jaquetas que mais usei este ano foi comprada há três anos e só saiu para passear agora. Estava esquecida num canto de um dos armários. Meu kilt lindo saiu do armário, pela última vez, quando mudei de casa. Não o uso há uns 9 anos…

    Não vou brincar de “Esquadrão da Moda” e me livrar do que está sem uso e comprar tudo novo. Bobagem. Está sem uso, mas está em excelentes condições e será usado, um dia. Porque moda é nonsense e não sigo tendências. Roupa que veste bem meu corpo continuará assim enquanto o corpo continuar o mesmo. E, com a idade, a gente vai adaptando a forma de vestir. E, cá entre nós, não vou começar a usar tailleur assim que fizer 40 anos, mas é de jeito nenhum! Acho lindo e chique, mas não me representa.

    Por enquanto, arrumei um armário de montar, no Sam’s Club, que abriga minhas bolsas, chapéus, sapatos de festa e as roupas de uso esporádico. Está pequeno para tanta coisa, mas não pretendo comprar mais nada por um bom tempo. Bom… Comprei uns Jelly Pong Pong e quero muito os batons novos da Lime Crime… E acredito que preciso de uns acessórios de festa. Coisas para cabelo e brincos e colares. Ontem, precisei e tive que improvisar… A gente se pega arranjando necessidades, né?!

    Quer saber? Se acontecer um desejo absurdo de comprar, vou começar a acumular água de garrafa, comida de lata e pilhas. 2012 está chegando e, se eu sobreviver, vou precisar de um despensa cheia! Se eu não sobreviver… Fica para um próximo post!

     


  5. Enquete

    21 de setembro de 2011

    Ei! Deixa de ser preguiçosa e dê seu voto na enquete, ali do lado, logo abaixo das bolsas da Betty Boop!

    Se você, assim como eu, é obrigada a assistir coisas como ” Vôo da morte”, “Dia dos mortos”, “Madrugada dos mortos”, “Zumbilândia”,  “Todo mundo quase morto” e outros filmes incríveis de zumbi – se bem que os dois últimos são muito bons! – já deve ter sua resposta pronta. Se não, pense que, em 2012, o mundo acabará e é bom já saber se vai querer sobreviver para repovoar a Terra ou se vai encostar e esperar o fim.

    Quero saber sua opinião!


  6. Dia dos Pais

    14 de agosto de 2011

    Eu amo meu pai. Custei a começar a amá-lo. Ele nunca foi bom. Em quase nada.

    Ele desenha superbem, mas nunca fez nada de útil com isso. Só serviu para ele criticar os meus desenhos e, adivinha?! Nunca mais desenhei nem boneco de pauzinho sem me sentir uma impostora.

    Ele tem a letra mais linda que eu já vi. E, mais uma vez, isso não tem utilidade.

    Meu pai já era pai, marido e provedor da família aos 23 anos. Tinha carro do ano, casa própria. Eu ainda não tenho nada disso aos 37, mas sou mais bem sucedida do que ele jamais foi.Porque eu sou feliz com o que eu tenho e com o que eu conquisto. Não sou vítima, não sou traumatizada com minha infância ou com os maus passos que dei na minha vida afetiva. Não costumo fazer besteiras irrevogáveis. Ele, sim.

    Aos 4, ele inventou que eu tive um cachorro e o deixei morrer, por isso, eu nunca mais teria um. A raça do cachorro imaginário era Fila. E eu acreditei. Aos 6 anos, ele me falou para nunca ser gorda. Aos 7, ele me levou a um bar para que eu bebesse uma cerveja com ele, porque eu havia escrito, no presente de dia dos pais do colégio, que o maior defeito dele era beber. Então, ele quis me mostrar que beber não era nada demais. Nesse mesmo ano, ele ficou seis meses sem falar comigo, porque tirei uma etiqueta de uma correspondência dele. Ao 8, parei de chamá-lo de “pai”. Ele nem notou. Demorou uns 10 anos para ele me apresentar à namorada dele. Aos 31, ele disse para eu abrir o olho, porque o alcoolismo estava no meu DNA. Hoje, ele costuma dizer que, às vezes, se esquece de que tem uma filha. E que tem orgulho de ter gastado todo o dinheiro que ele conquistou antes dos 30 com farra e mulherada. Nunca, comigo.

    Mas, apesar disso, ele me ensinou a assumir meus erros. Isso é tão difícil, mas eu tento, porque é a única coisa que ele me ensinou de verdade. Tenho que honrar meu pai.

    Eu o amo, hoje, porque vejo que nada disso foi maldade. É só burrice. Ele é burro e, ainda bem, não herdei nem isso nem o alcoolismo. Só a miopia. Amo meu pai, porque sei que ele, apesar de tudo, sempre me amou. Do jeito tosco dele, mas não rejeito amor de verdade.


  7. Amigo da Onça

    20 de julho de 2011

    Ah… É dia do amigo… Então, por que não homenagear a forma de amigo muito comum em nossas vidas: o amigo da onça?!

    Não sabe o que é?

    O “amigo da onça” é um famoso personagem criado pelo cartunista pernambucano Péricles de Andrade Maranhão, em 1943. O nome surgiu de uma famosa anedota:

    “Dois caçadores conversam em seu acampamento:
    — O que você faria se estivesse agora na selva e uma onça aparecesse na sua frente?
    — Ora, dava um tiro nela.
    — Mas se você não tivesse nenhuma arma de fogo?
    — Bom, então eu matava ela com meu facão.
    — E se você estivesse sem o facão?
    — Apanhava um pedaço de pau.
    — E se não tivesse nenhum pedaço de pau?
    — Subiria na árvore mais próxima!
    — E se não tivesse nenhuma árvore?
    — Sairia correndo.
    — E se você estivesse paralisado pelo medo?
    Então, o outro, já irritado, retruca:
    — Mas, afinal, você é meu amigo ou amigo da onça?”

     

    O próprio

    E, em homenagem ao amigo da onça, mais uma enquete. Porque amigo da onça, fala mal, fala bem, mas não deixa de falar da gente!!

    Pausa:

    Aliás, obrigada a quem votou na última enquete por provar que eu estava certa!! Am♥ v♥cês!!

    Depausa (isso é coisa da Rô?!):

    O que mais lhe ofende: uma mentira contada a seu respeito, uma verdade que você não quer escutar ou os dois, da mesma forma? Vota ali!


  8. Vixi… Queimei o café…

    15 de junho de 2011

    Isso nunca me aconteceu antes…

    Infelizmente, a foto não mostra toda a dimensão da tragédia: não mostra o fogo se alastrando pelo fogão, a lava de açúcar borbulhante, a fumaceira… Mostra só o que restou: uma “espuma” sólida de açúcar no fundo do caneco…

    É triste ficar gagá antes da hora… Muito triste…


  9. Desperdício de sábado

    22 de maio de 2011

    Ontem, dormi mal, tive dor de cabeça, mau humor e fiz brownie. Preciso de uma boa receita de brownie, porque esta que eu tirei do Tudo Gostoso era a mais festejada e não levava fermento. Onde já se viu bolo sem fermento?! Fiz, pus fermento. Mesmo assim, ficou nhé… Não amei…

    Como minha memória anda uma meleca e ainda não havia encontrado uma boa função para o Facebook, fui lá testar minhas lembranças digitando nomes de antigos colegas de colégio/faculdades. Estranho foi lembrar de TUDO de coleguinhas de primário e nem me lembrar do primeiro nome da melhor amiga de PUC e sobrenome de ex.

    Mais estranho: uma odiosa colega do primário é 2 anos e 2 meses mais nova que eu. Uma criança de 5 anos na primeira série é meio que bizarro. Mentir idade no Facebook é totalmente bizarro. Ah, Alexandra…

    No fim, acho que me lembrei de todo mundo que valia a pena lembrar – e de alguns que não – e convidei uma porção de pessoas para serem minhas amigas. Arriscado, porque sei que muita gente nem se lembra de mim. Sou ruiva, tenho sobrenomes estrangeiros, mas não sou notável… E tenho pavor de rejeição… E, mesmo se todos eles aceitarem a “amizade”, não chegarei a 5o amigos!

    Foi interessante ver quanta gente bem sucedida está entre meus ex-amigos e colegas. Mais interessante é notar os loosers e os funcionários públicos. A parte chata: descobrir que pessoas que eu gostava bem são um porre.

    E foi assim que gastei um sábado quase todo no Facebook. E ainda chamo os outros de loosers


  10. Respeito

    5 de maio de 2011

    Vou te ser sincera: para mim, isso já estava resolvido. Nem sabia que existia, ainda, um problema e que estava em votação a solução do mesmo. Mas, já que estava, que bom que imperou o bom senso e casais homossexuais agora tem reconhecimento e amparo legal. Que legal!!

    Sobre isso, meu amigo (ainda somos?) Vagno escreveu:

    “Que os mais velhos, que tanto sofreram, possam aproveitar a futuro que os reserva. Que ao atuais a essa nova era, possam gozar de liberdade e felicidade o amor em potencial que poderemos viver. Aos jovens que ainda virão, que estes nem necessitem saber o mal que tenhamos vivido um dia, que somente possam ser felizes com todos nós.”

    Gay = Alegre!!

    Update: sobre o assunto, André Dahmer falou: “O Supremo gasta tempo e dinheiro para discutir se a bola é redonda ou quadrada. A Constituição garante direitos e deveres iguais para todos.”

    Mas, fato é: a Constituição não GARANTE p***a alguma…


Embaixadora pi_mg Bolsas Betty Boop Coleção BORDERLINE 2011
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