Você diz: “você não é gente boa” e ele ouve: “você é insuportável” e começa a desfiar o rosário do drama e da autopiedade. “Eu não mereço isso”, ele diz. Não merece o quê, cara pálida?! Ser tão criança?!
Alguém me acode?! Eu não dou conta disso. É muito chato. É, sim, insuportável! Mulher fazendo drama é foda, mas entendo. Faz parte da raça. Mas homem? Adulto?! Não…
“Se não quer viver comigo, saia daqui!” E começo a achar que se for para aguentar infantilidade, que seja num cara sarado, cabeludo e jovem demais para se cobrar maturidade dele. Não?!
É… Vou ficando por aqui porque já aguentei coisa pior – tudo anotado na agenda – e amo meus gatos. Até amo o marido. Mas amaria mais se ele crescesse e virasse homem. Porque, de mulher, já basta eu…




