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Categoria: ‘recomendo’

  1. Não contém glúten

    7 de abril de 2013

    Quando vi esta receita no Pinterest, duvidei. Isso não é possível! Como assim, um bolo sem farinha e sem fermento?! Mas marido falou: FAZ! E fiz.

    20130324-DSC_0951

    Maravilhosa!

    Para quem quiser fazer, eis a receita, traduzida:

    BOLO DE CHOCOLATE SEM FARINHA

    Ingredientes:

    200g de chocolate de boa qualidade - usei meio amargo, da Garoto
    80g de manteiga - e um pouco mais para untar a forma
    4 ovos separados
    Pitada de sal
    50g de açúcar (1/3 xícara)
    1 raspas de laranja (opcional)
    2 colheres (sopa) Grand Marnier – licor de laranja (opcional) - eu usei conhaque, mesmo!

    Creme:
    250ml de creme de leite gelado sem soro
    1 colher (sopa) de açúcar

    Sorvete (opcional)
    Frutas vermelhas frescas

    Modo de Preparo:

    Aqueça o forno a 180C.
    Derreta o chocolate e a manteiga em uma tigela em banho-maria, mexendo de vez em quando. Vai demorar 2-4 minutos para o chocolate e a manteiga derreterem.
    Nota: certifique-se que a água não está fervendo ao colocar a tigela com o chocolate, pois o chocolate pode cozinhar.
    Enquanto o chocolate e a manteiga estão derretendo, unte com manteiga uma forma de +/_ 18 cm e reserve.
    Uma vez que o chocolate derreteu, retire a tigela da água fervente e misture o açúcar.
    Em seguida, misture as gemas, uma de cada vez.
    Por último, acrescente as raspas e Grand Marnier, se estiver usando.
    Bata as claras com uma pitada de sal em picos firmes.
    Misture delicadamente as claras batidas na massa de chocolate, começando com ⅓ de claras para diluir a massa e, em seguida, delicadamente, adicione o resto. Não mexa demais.
    Despeje tudo na forma e asse por 25-30 minutos.
    Uma vez assado, deixe-o descansar 5-10 minutos antes de servir.

    Creme:

    Para fazer o creme batido perfeito, certifique-se não apenas de usar creme de leite muito frio - direto da geladeira - como, se possível, esfriar a tigela antes de bater. Você pode colocá-la por 10 minutos no congelador.
    Bata o creme com o açúcar até formar picos firmes.

    Sirva o bolo com sorvete de baunilha e/ou creme batido e frutas vermelhas.

    Nota 1: se servir com creme batido no topo, verifique se o bolo esfriou completamente, caso contrário, você vai acabar com um xarope.

    Nota 2: se você quiser fazer o bolo um dia antes, eu sugiro que você embrulhe-o bem, mas não coloque na geladeira, pois vai afetar a textura.

     


  2. A Torre Negra

    2 de março de 2013

    Tantos posts para escrever… Uma lista de coisas para eu comentar e não consigo… Tempo?! Também. Mas a obsessão pela Torre Negra me consome. Enquanto não conseguir chegar ao fim, não tem assunto que me prenda mais do que os erros de continuidade ou as expressões idiomáticas usadas nos livros. E Oi! Eu quero um Oi!!

    towerbeam

    A série A Torre Negra não é o melhor do Stephen King, mas é ousado, criativo, brilhante e obcecante! Recomendo com paixão!

    P.S.: para quem não gosta muito de ler – e tem que gostar, pois são 7 livros bem grandes! -, há A Torre Negra em quadrinhos.


  3. Requentando receitas: Cheesecake da Nigella

    15 de janeiro de 2013

    Antes de mais nada, um esclarecimento: eu não tiro foto de comida.

    1. Porque não sei fazer comida fotogênica. Cozinho bem, mas não cozinho bonito. Se você é do tipo que come com os olhos, não coma minha comida! Ela é de se comer com a boca, mesmo!

    2. Enfarei (ou me cansei, pros não-iniciados) de redes sociais repletas de comidas lindas, que ninguém nunca comeu – Pinterest – ou comidinhas pão com ovo, que ninguém nunca quer comer – Instagram. Deixo foto de comida pros outros!

    Certinho?

    Então, refiz os cookies de chocolate da caixinha de natal (Brownie Cookies). Segui tudo certinho, com calma, fui no conversor de medidas e descobri que 3 xícaras de lascas de chocolate são 540g e me dei conta que, da outra vez, eu errei, mesmo, porque, agora, ficou igual à foto. Veja:

    cookiesPagando língua, tirei fotinha!! Ha-ha!!

    A massa é meio molenga e esparrama, mas ele cresce, por causa do fermento. Então, não faça montinhos grandes e deixe espaço entre eles!

    Daí, usei os cookies delícia para forrar minha forma desmontável e segui a receita do creme do Chocolate Lime Cheescake da Nigella! Como os cookies estavam macios e fresquinhos, nem usei a manteiga. Parti em pedaços, forrei a assadeira, apertei bem e pus no congelador enquanto fazia o creme.

    Cuidado com o limão! Não coloque todo o suco sem experimentar, para não correr o risco de ficar ácido demais. O meu quase passou da conta! Mas deu tudo certo e ficou muito muito bom! Recomendo fortemente as duas receitas! Ainda mais que sobra cookie!! E digo mais, Chocooky me perdeu pra sempre, amém!

    E para quem fica de mimimi, dizendo que é difícil, não é não! Doce é Química! Se você não sabe fazer os balanceamentos, não emprovise! Siga a receita à risca que não tem como errar! A bombada em Química, aqui, garante!


  4. Convite

    11 de novembro de 2012

    Caros, dia 28 de novembro, acontece, em Ondina, Salvador, Bahia, a 3ª Mostra de Moda da UNIME e vocês estão convidados:

    O Unifashion LAB, realizado pela UNIME e produzido pelos alunos do quarto semestre do curso de Design de Moda desta instituição, é um evento híbrido, sem fins lucrativos, que congrega mostra de trabalhos acadêmicos e diversas atividades, como palestras, oficinas, performances, entre outras, a fim de se configurar num local de compartilhamento de informações e de construção de conhecimento, otimizando e potencializando o aprendizado.

    Na sua primeira edição, traz a Pele como eixo temático. A pele como elemento construtor de identidades, que adere e repele, que percebe o mundo, o estranha e reage. O que está em contato com o avesso migra para a superfície, se expondo na pele e sobre a pele. Assim como a roupa, a pele reveste e comunica ao mesmo tempo. Esse tema alimentará todas as atividades dessa edição: palestra seguida de mesa redonda, desfile-performance e exposição de trabalhos.

    Para enriquecer esse laboratório de criação acadêmica, as artes performáticas, em especial, a dança, dialogam com a moda num jogo de inversão de papéis, onde a performance se cria a partir do figurino. O ponto de partida é o visível, a superfície, a pele (traje) com sua identidade visual. O performer aceita o desafio de criar em cena uma “identidade cinética” para o traje, dando-lhe existência enquanto figurino e complementando a construção do personagem iniciada pelo designer.

    Com palestrantes de:
    Sérgio Sobreira Araujo
    Carol Diniz
    e um bailarino da companhia de dança Deborah Colker.


    A entrada é franca e não precisa nem de convite nem de inscrição. Para maiores informações: http://unifashionlab.blogspot.com.br/
    unifashionlab@gmail.com


  5. Domingo é dia de panqueca!

    16 de setembro de 2012

    Para você, que vive dizendo que o fim de semana promete, mas nunca cumpre, eu tenho a solução. Dedique um tempinho da sua manhã de domingo para fazer panquecas. As da Mari são sensacionais!

    Dá um pouquinho de trabalho, mas valem a pena. Você pode comê-las com manteiga, geleia, creme de avelã ou de Ovomaltine, maple syrup – recomendo! – e até com bacon e ovos. Delícia!! Fiz, hoje, e até a Panqueca comeu!

    Depois disso, você pode brigar com o marido/namorado, ser rejeitada pelo seu cachorro, pisar em xixi de gato, topar com o dedinho na quina que nada disso irá estragar seu dia!

    Panquecas no café da manhã são certeza de domingo feliz!

     


  6. “I wanna to go back to Bahia”

    25 de agosto de 2012

    Tirei férias, depois de dois anos enfurnada em casa. Férias curtas, mais curtas do que feriado prolongado na agência, mas foram ótimas, belíssimas, inesquecíveis.

    O meu lugar feliz fica na Bahia. Mais precisamente, na Peníunsula de Maraú. Nesta época do ano, em que chove e, oxe, faz até frio na Bahia, o lugar é do tipo “nada pra fazer” e fazer nada é meu hobby. Amo muito!!

    Caminhar na praia enquanto a chuva não vem, esbarrar em dois ou três turistas, brincar com a cadelinha do dono do bar, comer, comer muito e comer bem! Depois, enquanto cai o dilúvio, balançar na rede, pensando na vida e tocando os pernilongos. Perfeito!

    Tem alguma coisa praquelas bandas do mundo que me atrai e me faz bem. Ok, que depois de viajar à noite pra BH, para, às 4 da madruga, partir pra Confins – eta aeroporto longe, sô -, pegar um voo pra Salvador, esperar três horas pela conexão, voar pra Ilhéus, pegar um táxi pra rodoviária, pegar ônibus pra Itacaré e pegar carona pra Península de Maraú… Eu cheguei mareadinha. Vomitei até dizer que chega. E um pouco mais além…

    Mas dê só uma olhada na rodovia que nos leva à Barra Grande:

    Isso é uma BR. A 030… Chacoalha, chacoalha, chacoalha…

    Valeu a pena? Of course! Mesmo com chuva, o lugar é lindo. E, graças à chuva, estava duma tranquilidade sem fim.

    Já fui em alta temporada – reveillon -, em média – outubro – e, agora, em baixa e é sempre bom.

    Conhecendo as pessoas certas, a vida social na região é intensa. Sempre tem festa, sempre tem alguma comemoração. Socializo mais numa aldeia com 150 habitantes do que numa cidade com 85 mil. Porque as pessoas são mais interessantes, lá. Quem optou por viver ali sabe o que é bom. São pessoas bem sucedidas que se cansaram da agitação, do trânsito, do consumo desenfreado, do culto à aparência. São alegres, inteligentes e cultas.

    Os nativos são simpáticos e tranquilos.

    Os hippies… Hippies de 2012 são um saco em qualquer lugar. Dispenso.

    Abandonei o vício em café quase sem dor. Tomei muito suco de fruta daquela terra e adorei cada um – cacau, eu te amo. Comi peixinhos quase sem sentir dó. Observei as vidinhas correndo e nadando pelos corais. Fui ao mangue. Corri atrás dum coelho branco e cheguei à melhor doceria da península: Vovó Zezé! Recomendo muito a cocada com cacau!!

    Minha pele ficou boa, lisa. Meu cabelo ficou macio. Minhas unhas não lascaram. Meu humor era sempre bom. Que lugar!

    Luna, a cachorrinha dos chilenos do Ponta do Mutá

    Ponta do Mutá

    Pousadinha delícia.

    Taipu de Fora na maré baixa. Coqueiro, vítima da maré cheia.

    Água turva… Chuvas…

    Vidinha!

    Cansou de peixe? Tem pizza, lasanha, macarronada! Não cansou? Tem tudo isso também com peixe e frutos do mar!

    Na volta pra casa, passamos por Ilhéus. Outra cidade bacana. Compramos chocolates – com direito a foto ridícula -, almoçamos no Bataclan, da Maria Machadão, e tomamos sorvete de frutas nativas!!

    Toda vez que volto a Minas, vindo de lá, só consigo pensar naquela musiquinha que diz:

    “I don’t to wanna stay here/I wanna to go back to Bahia”. Inglês falho, mas mensagem correta! Um dia, ainda fico por lá.

    E voltando a Minas:

    Ah, Minas Gerais… Quem te conhece sente falta do mar.

    Agradecimentos especiais a Tia Lili, Tio Lulu, Dr. Samuel e Patricia. Graças a vocês, essa viagem foi maravilhosa!


  7. Gordinha

    3 de julho de 2012

    Vai saber por que cargas d’água, há dias em que as pessoas resolvem te pegar pra Cristo. Mas, ó, eu sou míope, mas enxergo fundo. Mesmo. Eu sei seus motivos, eu sei…

    E nesses dias, o melhor a fazer é se agradar. Sorvete de doce de leite é bom, por isso o fiz, mas sanduíche de biscoito maizena com recheio de creme crocante Ovomaltine e marsmallow atravessado com chocolate meio-amargo, ambos derretidos, é bom demais!!! Quase me faz esquecer que gostaria de espancar umas pessoas…


  8. Uns chegam, outros se vão

    18 de junho de 2012

    E como enquanto uns nascem, outros morrem…

    Cada capítulo deve chegar a um fim. Após 3,5 anos, nossos brilhantes sombras soltas, Magic Dust, serão descontinuadas. Apesar de ser um produto altamente versátil, percebemos que a maioria de vocês prefere as convenientes paletas de sombra compacta, produto no qual pretendemos focar ainda mais neste ano. Com muitos tons já acabando, esperamos que toda a gama de cores de Magic Dust esteja esgotada nos próximos 2 meses.

    Compre seus favoritos com 15% OFF usando o código EXTRAMAGIC enquanto durarem os estoques (não se aplica a coleção – foto abaixo -, que já tem desconto).

    Que triste…

    Eu sou fã de sombra solta. Acho que são mais pigmentadas, mais brilhantes e tenho mais facilidade em usá-las, mas… Pelo visto, sou minoria nisto também. Tenho quase todas da linha e gosto muito. Quem também gosta, pode aproveitar o desconto ou começar a investir em Sugarpill, marca muito boa e vegana, também.


  9. O que eu quero? Sossego!

    11 de junho de 2012

    Apoio, faço coro, engrosso as fileiras de qualquer movimento que me proponha nunca mais ter que trabalhar. Nunca mais precisar pensar em dinheiro. Zeitgeist, não sei escrever seu nome sem “colar” nem sei pronunciar essa poha, mas te amo por demais!!

    É público e notório que nunca entendi como chegamos até aqui. O que estamos fazendo. Para aonde, diabos, caminhamos. E não estou falando, novamente, de vida e morte, mas de evolução humana, seja lá o que isso seja.

    Eu não sou preguiçosa. Trabalharia, numa boa, com enorme prazer, se não houvesse esse punhado absurdo de normas. Normas, sim, me dão preguiça, porque são idiotas. A empresa é minha e, mesmo assim, sou obrigada a acordar, todo dia, às 7h da madrugada, quando meu corpo pede cama por mais umas duas horas, ainda. E ter que me sentar à frente de um computador, mesmo que eu não tenha nada para fazer. E cá fico, feito um “funcionário vagabundo”, abrindo e fechando janelas do Finder, abrindo e fechando a caixa de e-mails, fingindo para mim mesma que estou fazendo algo útil, me enrolando. Mas é assim que se joga o jogo e eu tenho que seguir as regras, também. Senão, perco a moral. Senão, os ratos fazem a festa. Será?!

    E quando tenho trabalho, de fato, tenho que criar enquanto me perguntam “qual o nome do Fulano, mesmo?” “Qual o e-mail do Sicrano?” “O que eu faço, agora, que a pasta que eu estava usando virou fumacinha?” “Tem almoço?” Tenho que criar, e bem criado, porque há críticos por todos os lados, enquanto eu me pergunto como pagar as contas que vencem hoje, o que fazer de almoço, qual o nome do maldito Fulano.

    Vi num dos filmes do movimento, e acreditei, piamente, que pobreza é a causa número 1 de doenças. Mata, mesmo! De fome, alguns. De estresse, outros. Não ter dinheiro corrói as entranhas das pessoas como um câncer. Ter, pelo que percebo, faz com que se queira mais e mais e mais. E mais. Então, um mundo sem dinheiro… Eu adoraria!

    E os outros, adorariam? Ter como a recompensa de um trabalho um “muito obrigado”, um sorriso, o prazer… Vale a pena? Para mim, só vale, mas fico preocupada de não haver mais rappers. Eu gosto de rap… Eles gostam de bling bling

    Coisas consomem muito do nosso tempo, do nosso espaço, dos nossos desejos. Queria querer menos coisas.

    Ler, aprender, descobrir, explorar são situações que me agradam. Queria ter mais tempo e oportunidade de me agradar. É possível?!

    Casada com um maníaco pelo fim do mundo/dos tempos, ecatombes nucleraes, apocalipse zumbi e por aí vai, acabo sempre me deparando com a merda que o cinema e a literatura pensam que somos – e, sejamos justos, fazemos todo o possível para que pensem assim. Por isso, quando vejo pessoas propondo, de forma clara e fofinha, um futuro utópico e lindo, me dá esperança. Não tenho esperança de estar nele, desse futuro ser meu presente, mas aquece o coração pensar que é possível.

    Por isso, recomendo:

    Ajudam a entender onde erramos, quem manda e o quanto somos bocós – e, não necessariamente, ruins.

    E nem me importo que você diga que é tudo balela, bobagem, besteira, enganação, manipulação da “verdade”, parte de uma seita, heresia, “viagem”, teoria da conspiração pura e simples. Pode dizer. Eu não ligo. Estou deslumbrada com o futuro e isso é tudo.

    E para quem, como eu, se encantar pelo indiano fofo que aparece nos filmes, o nome dele é Jiddu Krishnamurti e ele disse coisas tão lindas que deu vontade de abraçá-lo e levar comigo… Pena que cheguei tarde…


  10. Aborto e Santidade de Vida

    9 de junho de 2012

    Como meus últimos posts foram cheios de blá blá blá e nenhuma figura, resolvi postar um vídeo ilustrativo. Pelo título do post, você já sabe que é pesadinho, então, se não for para você, não assista. Mas se você está à toa e tem bom humor, bora assistir:


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