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Categoria: ‘TV’

  1. Meu reality show

    19 de janeiro de 2014

    Eu queria muito ter meu próprio reality show. Iria ser muito bom. Minha vida é um drama sem fim só pra mim. As outras pessoas parecem se divertir com ela, então, por que não capitalizar? Minha grana é sempre curta, mesmo.

    O tema da abertura da primeira temporada poderia ser aquela música do KLB, que diz: “vida, devolva minhas fantasias”, etc.

    Ele se chamaria Farmília e mostraria, com bastante edição, o que é ter uma agência de publicidade em Itaúna, repleta de bichos, insanidade e dramas.

    Agora mesmo, o Toro está internado por causa da bicheira. A assistente do veterinário me disse: “não fica assim, a culpa não é sua”. Sorri para não dizer: “eu sei. A culpa é do seu patrão açougueiro.”

    A Nikita está desconsolada sem o Toro. Sou uma cat person extremamente cansada e não dou conta de lidar com energia e carência de cachorro.

    A Gasolina está com câncer de pele no nariz. E, desta vez, a culpa é minha, que nunca passei filtro solar nela, mesmo sabendo que ela curte ficar ao sol.

    IMG_0600Remelenta, porque o veterinário pediu para não limpar antes de saber do que se tratava, já que poderia ser algo contagioso.

    Do punhado de pintinho que nasceu, só tem um punhadinho. Hoje, nasceram mais, e já morreu, pelo menos, um. Teve parte da cabeça arrancada. Quem matou?! Pode ter sido o galo que peguei em flagrante no ninho. Pode ter sido tiú (ou teiú), já que a Gasolina encontrou um baita de um filhote. Pode ter sido mico. Até camundongo, não descarto.

    Galinhas são bichos muito estranhos. As melhores cenas seriam protagonizadas por elas. É muita loucura e tumulto por muito pouco.

    E “temos” micos. E eu os odeio. Muito! Parecem gente, aquelas pragas. Parecem MST dando rolezinho. Saqueiam e sacaneam as galinhas. Invadiram e se sentem à vontade na minha casa. Comem os ovos, comem os pintinhos, comem as frutas todas do pomar, empesteiam a casa com pulgas, assoviam o tempo todo. E o Ibama nem me deixa matá-los… Micos, eu mataria… Odeio-os.

    Cristo, o gato novo, não se adaptou aos outros. E o pior é que, ao contrário de todas as outras aquisições, a culpa é dele. Todo mundo ficou de boa, tranquilo, com aquela cara de: “mais um, sei…”. E ele fingiu de legal e atacou todos, um por um. Tocou o terror e ganhou a alcunha de Anti-Cristo. Está aqui, sendo lindo e fofo comigo, trancado num cômodo, esperando o Sr. Limite chegar.

    E ainda tem os outros gatos, loucos e divertidos, fazendo coisas de gatos. E eu, louca e histérica, tentando por ordem nesse imenso galinheiro que é minha farmília.

    Você assistiria e comentaria no Twitter e no FB. Certeza!

    P.S.: querido Ibama, ninguém matou o tiú. Nós o capturamos e soltamos no bairro de rico seguinte, porque há de ter comida lá. Lixo, tem.

    tiu

    lixo


  2. Aquela coisa…

    28 de abril de 2013

    27 de Abril é Dia do Designer Gráfico. 1º de fevereiro é Dia do Publicitário. 5 de Novembro é Dia do Designer. 4 de Dezembro é Dia Mundial da Propaganda. Tantas datas para se comemorar, tão pouco a se comemorar…

    Eu me lembro da propaganda do meu primeiro sutiã. Lembro o nome da modelo e a marca.

    Eu me lembro do Pool da Gata e do Gato. Das músicas do D’Arby, que ainda amo. Das falas.

    Melissinhas e as ruivinhas. Clássicas!

    “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?”
    “Também, tem duas embalagens!” Slogans difíceis de esquecer!

    Coca-Cola dá mais vida. Coca-Cola, um sorriso!” Os jingles eram ótimos!

    Não que hoje não haja ótimas propagandas. Até há. Mas estão perdidas em meio a um monte de porcaria! E nada mais é memorável. O objetivo é ser “viral”, circular na Internet até cansar, virar meme, ganhar prêmio e sumir.

    Antigamente, propaganda era cara, tinha que durar, tinha que atingir em cheio.

    E não era cara só para o anunciante/cliente. Estudar Publicidade era para os bons, pois eram pouquíssimas faculdades e não era fácil entrar nelas. Por isso, havia poucos profissionais em poucas agências. Se o cliente era mala, não conseguia agência e, como não existia “Programa CorelDRAW para todos”, não existia “sobrinho” para substituir agência. O trabalho era valorizado, o cliente era valorizado. Todo mundo ficava feliz e prosperava junto.

    Há coisas - como curso superior - que não deveriam ser democratizadas, eu lhe digo. Não hoje em dia. Primeiro, vamos dar base para os alunos, investir no básico, na alfabetização, no desenvolvimento do raciocínio que ninguém vai precisar de cota para fazer faculdades. E ninguém vai aceitar fazer péssimos cursos em péssimas faculdades. E ninguém - tá, quase ninguém - vai se formar como péssimo profissional.

    É triste ver o perfil do “profissional de comunicação”, nestes tempos. Jornalista que não sabe escrever, pensar, ler ou entrevistar. Publicitário que não pode fazer braimstorming - porque não tem ideias -, que não tem tempo de rough¹, que não sabe “criar” sem a ajuda da Internet. E que fica impondo jargões, como se todo mundo tivesse obrigação de saber o pouco que ele aprendeu na “facul”.

    Se não bastasse, ainda tem isso:

    publiciotarioMais dramas tirinhas, aqui.

    Sempre teve disso?! Duvido. Clientes costumavam valorizar o profissional, pagando bem e poupando o tempo dele com o que interessa, que é criar bem.

    E não é só cliente que complica a vida, não. Como há milhares de agências e “eugências”, o fornecedor está - quase que literalmente - c***ndo para as agências. “Se não quer, tem quem - não me conheça - queira!” Eles só se esquecem que há milhares de graficazinhas/representantes, também!

    Então, em meio a um mercado de m**da, como faz para sobreviver? Ah… Tem a tal da licitação publicitária! Um negoção. Mas, infelizmente, cheira a vestibular com sistema de cotas para “peixe”. É que, mesmo você sendo o melhor, não é garantido que você ganhe. E se ganhar, pode ser que tentem lhe levar para o lado negro da força. Coisas da vida…

    Abre parênteses:

    E por falar em lado negro:

    DESIGN DEPRESSAO TA DE ZUA DAKO LOGOMARCANão se iluda!! Isto é outra coisa que não Publicidade/Design, porque, vou lhe contar, esta mudança não vale o que foi pago. Não mesmo. Leia a respeito, aqui.

    E que saco esta chateação dos Designers com a pobre “logomarca”. Ok, logo=marca, logo, logomarca=marcamarca. Tá. Mas, se há comunicação e o leigo entendeu o que é, ótimo! Não dou conta é de cliente perguntando sobre o slogan, querendo dizer logo!

    Fecha parênteses.

    Ah! Você também pode abrir uma lojinha de produtinhos imbecis e metidos a besta e ahazar no Facebook!! Esqueça o que você estudou sobre direitos autorais. Esqueça que você sabe que não se pode usar uma marca sem autorização. Esqueça que existe uma tal de ANVISA que não lhe permite trocar rótulos de produtos ao seu bel-prazer. Esqueça!! Ahaze!!

    Outra opção é desistir de tudo e ir vender pastel de camarão na praia!

    Como eu persisto no erro, vivo estressada. Sobrevivo fazendo continhas e deixando uma dividazinhas pra trás, pra quando der… Mas se eu pelo menos soubesse fazer pastel…

    1. Rascunho, estudo feito à mão.

     

     


  3. HEAL THE PAIN

    6 de outubro de 2012

    Hoje, resolvi dar um tempo na leitura e nos trabalhos e passei parte da minha manhã assistindo a “O garoto de meia tonelada”, no NatGeo. Chocante. Não dá para entender o que leva alguém a pesar 300kg. Comida e sedentarismo, eu sei. Mas se eu começo a assar nas coxas, por causa do atrito das banhas, dou um jeito de perder peso. Eu, a senhora preguiça. Então, não consigo imaginar como alguém pode crescer tanto sem se incomodar.

    Nos três casos do programa, a família é apresentada como a supervilã. Faz sentido. Mães obesas criam filhos obesos? Pode ser. Todas, sem exceção, eram bem gordas. Mas, em pelo menos um caso, ficou bem claro que o problema nada mais era do que mãe com Síndrome de Munchausen por Procuração e pai omisso.

    A Síndrome de Munchausen por Procuração é, em linhas gerais, uma doença sacana em que os pais – pai ou mãe – causam danos físicos aos filhos, em busca de compaixão.

    A mãe do Billy Robbins, uma senhora obesa que teve dois filhos com obesidade indecentemente mórbida – sendo que um deles morreu -, se fazia de vítima, de coitadinha toda vez que apontavam que o problema era ela e que ela iria perder mais um filho. Que dó. O menino – com 20 anos e 300 e tantos quilos -, teve que ser afastado de casa para conseguir emagrecer em paz. A doida da mãe empurrava comida pra ele o tempo todo. Percebe-se claramente que a “pobrezinha” queria manter o filho por perto e dependente – aliás, ela o chamava de bebê – nem que, para isso, tivesse que matá-lo.


    John Wayne, a segunda vítima, não tinha motivação para emagrecer. Numa família exageradamente numerosa, ele “sobrava”. Ninguém parecia se importar muito. Estando ele, aos 17 anos, por conta própria, é possível que a obesidade fosse uma forma de buscar ser notado. Pois é…

    Os pais do Murph, um menino de 18 anos e prá lá de 400kg, acharam que a morte do filho serviu de alerta para outros obesos buscarem ajuda antes que seja tarde. Hmmm. 400kg não é muito tarde? Tipo, ele não morreu? Precisa mesmo que alguém morra tão gigantesco para que se perceba que obesidade pode ser fatal? Precisa passar dos 200kg para se perceber que o caminho de volta pode não existir?! Sério. Quando seu filho não consegue mais se levantar da cama por estar gigantescamente gordo, você não percebe que há algo errado? Só se dá conta quando ele precisa de um respirador para sobreviver?!

    Mas meu foco, aqui, não é a obesidade em si. Acho, e sempre achei, que ser gordo demais não é estético, moral ou saudável, mas cada um sabe de si. Meu foco é a família e sua forma de lidar com ela.

    Li O Outono da inocência – O corpo, do Stephen King – quem mais? – recentemente. Para quem prefere filmes a livros, é o original de “Conta Comigo”. Bem bonito. A relevância com o programa dos obesos está na forma de lidar com o descaso/abuso da família. Algumas pessoas preferem brilhar.

    Pais são pessoas sem a menor noção de como criar pessoas. Alguns vão na sorte ou no instinto, outros se baseiam em grandes teorias, mas, no fim, é tudo tentativa e erro. A maioria – espero – tenta acertar, tem as melhores intenções, mas é claro que sempre há os que erram de propósito. Mães obsessivas e castradoras, pais molestadores ou ausentes. Se você sobreviver a eles, pode optar por ser uma pessoa decente ou pode ser vítima para o resto da vida. Muitos escolhem ser decentes. Vítimas costumam propagar os erros, a descontá-los nos outros e/ou em si.

    Sei que, assim como os dos nossos pai, nossos erros não são sempre conscientes. Às vezes, nos deixamos levar. Às vezes, a dor é maior do que a razão. Mas se houver um momento de consciência, de iluminação, agarre-o e lute por ele.

    Sei, também, que evitar o caminho que parece que nos foi traçado sob medida ou ter força de vontade para se dissociar dos pais e do que eles esperam de nós (ou fazem conosco) requer maturidade e muita coragem. Tarefa dura, ainda mais na adolescência. Mas é sempre uma boa opção. Optar pela felicidade é o único caminho viável. Qualquer fuga – comida, drogas, álcool, sexo – parece mais fácil, no começo, mas é só ilusão. Um dia, crescemos e temos que lidar com as escolhas erradas.

    Como cantou George Michael, “seja bom com você, porque ninguém mais tem o poder de te fazer feliz”. Cafona? Com certeza, mas nem por isso deixa de ser uma grande verdade.


  4. Ei! Eu tô louca?

    28 de fevereiro de 2012

    Sei lá… Eu devo estar ficando louca. É o que eu sempre penso quando vejo pessoas concordando cegamente com aquilo que discordo ferozmente.

    Exemplo fresquinho: alguém postou no FB um manifesto contra a Sky. Ok. Mas a Sky não está errada em se manifestar. Acho bem digno ser contra um sistema de cotas imposto à TV paga, que é paga por quem nem sequer pode escolher se é contra ou a favor disso. Eu não quero ter programação 50% nacional, em horário nobre, sendo enfiada minha goela abaixo. E olha que tenho Sky HD e posso gravar minha programação favorita para assistir na hora que eu decidir.

    “Essa lei, é a lei que visa o conteúdo audiovisual de produção brasileira. A lei tem como proposta obrigar canais de TV por assinatura que disponham de 50% de seu horário nobre, para material de produção independente brasileira.”

    Cota é indigno. Cota é chamar o “cotado” de incompetente. É não acreditar na capacidade dele de ser bom e sobressair. E isso vale para qualquer sistema de cotas. Se a produção nacional é digna, ela consegue espaço. O Multishow e a GNT tem vários programas feitos no Brasil – e nem sempre bons.

    Mas o que me deixa consternada é que a pessoa que está defendendo a intromissão da Ancine na programação da TV paga é um produtor “independente” de conteúdo audiovisual. Ou seja, o cara está puxando total a brasa para a sardinha dele e, os inocentes, caem nessa.

    Esse é o mais sensacional dos argumentos: “A SKY, companhia internacional, tem medo de perder poderes e apoios, uma vez que trabalha com direitos de concessões de diversos canais internacionais. Uma vez que em seu networking gera descontos para compras de determinados programas de produção internacional, ela não quer ter que arcar com preços de produções de verdade, feitas no Brasil (e que também podem ser vendidas para o exterior) e não compradas no atacado.”

    A Sky já avisou que a mensalidade aumentaria. Ou seja, ela não tem medo do preju, ele será repassado para o consumidor. O que me indigna é eu ter que pagar mais por uma programação que não me faz diferença e, ainda, ser obrigada a fomentar mercado de produção independente que depende de cotas e de leis de incentivo. Ser independente é outra coisa.

    Contradição é a marca de um cara que acusa quem gosta de BBB de ser idiota e acéfalo, mas vive lendo a respeito do programa no Yahoo – caso ele não saiba, o Yahoo relinka o que ele leu para o mural dele. Assistir não pode, mas ler a respeito é informação útil?

    O cara produz seus trabalhos às custas da Lei Rouanet, mas acha que o absurdo é o Boninho ter uma Ferrari “paga pelos idiotas e acéfalos” que votam no programa. Pelo menos BBB diverte vários e vota quem quer. Se é diversão saudável ou perda de tempo, não sei e não me cabe julgar. Já o trabalho dele eu sei que sai do bolso do contribuinte que nem sequer decide se quer ou dar essa grana. E que ainda tem que pagar para ver o resultado final.

    Quanto a Sky, acho injusto e demagógico que a acusem de ser uma oportunista, ainda mais quem. E tenho pouco do que reclamar deles. O atendimento ao consumidor é ótimo! Fiquei chateada quando trocaram a VH1 Hits pelo Comedy Centre, mas já superei a dor. E odeio quando começa a trovejar e o sinal cai, mas, dentre as outras opções que tenho, a Sky é a melhor. E estou com ela na luta!

    A Ancine que vá mexer na programação de outro. Na minha, tire a mão!


  5. Curtindo a vida adoidado!!

    30 de janeiro de 2012

    Para quem ama o filme, o comercial:


  6. Mulheres Ricas

    12 de janeiro de 2012

    Enquanto as pessoas discutem Michel Teló – e há o que se discutir? – e Big Brother, meu novo vício é “Mulheres Ricas“, da Band. Amo a Val Machiori. E quanto mais leio sobre ela, mas a admiro.

    Prostituta? Falsária? Lunática? Tanto faz. Ela é muito louca ou muito burra? Quem saberá dizer… O negócio é que ela tem peito de se expor em um programa sobre mulheres ridículas de uma forma ainda mais ridícula, fazendo tipo, sendo insuportável e falsa. E se expor na TV quando se tem a ficha corrida dela é o que a Narcisa chamaria de “ai, que absurdo!”.

    Links sobre a loura:

    IG

    “Mas, Pi, você admira essa mulher? Por que?” “Hello”! Essa mulher é incrível e inacreditável! Ela dá, literalmente, a cara à tapa!! E, além disso, há dois outros motivos: porque ela me diverte, o que não é para qualquer um. E pela frase: “Empresa boa e mulher bonita não quebram. Trocam de proprietário”. Que coisa linda!

    P.S.: tem gente, aqui em Itaúna, que, se bobearmos, vira uma espécie de Val, facilmente. Sem o glamour, com certeza, mas com a mesma ficha corrida!


  7. Brasil e a TV

    22 de agosto de 2011

    Quando sobrou o primeiro dinheirinho, colocamos TV a cabo, em casa. Eu adoro ler livros, mas TV tem seu lugar e, TV aberta, não rola. Sobrou um tantinho mais e trocamos para Sky. Era bem mais caro, mas, na Sky, havia uma coisa boa: som original.

    Eu detesto os dubladores tupiniquins. É muito sotaque, é pouco talento. Não dá… E cá estava eu, satisfeita com a TV, quando, de repente, o mal da dublagem tomou conta da TV paga. Pior: acabou com a opção do som original e das legendas… Mas, que p*rra é essa?!

    Domingo, fomos assistir à Family Guy e… Dublado em português. American Dad? Idem. Sem opção. Inferno.

    Desliguei a TV, puta, e peguei a Veja para ler. Nela, li que a lei que regulamenta as TVs a cabo passou. Que beleza. Então, além de dublagem ruim, teremos uma versão de “a voz do Brasil” na TV paga?! 3 horas de programas nacionais em horário nobre…

    Decidi, então, economizar na TV paga e investir em internet rápida. Vou puxar as séries que eu gosto e vou viver na ilegalidade. Fica mais barato, fico mais satisfeita e o governo não vai poder decidir o que eu vejo ou não na minha TV. Eu tentei fazer a coisa certa, mas a corrupção é tão grande no Brasil, que ser certa é errado…


  8. West Wing

    17 de julho de 2011

    Hmmm… Me arrependi em Cristo de nunca ter assistido a West Wing…

    Por falar em Cristo, conhecem a Cleycianne? Ela lembra bem a mocinha do vídeo e, talvez, a Miss California 2007…


  9. Love geeks!

    21 de maio de 2011


    Soft Kitty The Big Bang Theory s03e08 por julien_kiwi


  10. Big Bang Theory

    4 de maio de 2011

    Ah!! O fofíssimo do Raj está (estava?) em Sampa…

    Se ele gostou de São Paulo, deveria esticar até Itaúna…


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