A minha amiga Rafaela havia me “emprestado” um livro sobre gatos neuróticos – os meus! – e uma das dicas para se encontrar os mijinhos marcadores – que nem sempre são visíveis – era usar luz negra. Achei CSI. Achei Bones. Quis fazer.
E fiz. Decepcionei-me muito com a sutileza da coisa. O xixi não brilha como nas séries. E, eu já sabia, não é só xixi que aparece, mas qualquer fluido corporal. Então, as vasilhas de comida brilharam um tantão, mas xixi, que é bom, só se via com muita atenção e somente em fundos claros. Em piso e portas de madeira, não se via nada… Mas onde se via…
Dá vontade de desistir dos gatos… E foi assim pelos cômodos todos pelos quais passei. Fora o que não deu para enxergar… O mais incrível foi perceber que o único lugar livre de xixi era o box, onde ficam as caixas de areia. Ali, xixi só nas caixas, mesmo.
Meu propósito de ter casa limpa, deste ano em diante, vai ser cumprido de qualquer forma. Os gatos terão que se adaptar ou começarão a perder liberdades.
Agora, o que mais me assustou foi minha fuça na luz negra. Nunca tinha reparado como eu ficava. E assustei. Muito. Como o sol me destruiu!!
Prepare-se para cenas fortes!
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E o marido.
Virou zumbi!!
Pena que quebrei a lâmpada – e nem foi por revolta! – e a brincadeira acabou… Vou comprar outra!!






