“I wanna to go back to Bahia”

Tirei férias, depois de dois anos enfurnada em casa. Férias curtas, mais curtas do que feriado prolongado na agência, mas foram ótimas, belíssimas, inesquecíveis.

O meu lugar feliz fica na Bahia. Mais precisamente, na Peníunsula de Maraú. Nesta época do ano, em que chove e, oxe, faz até frio na Bahia, o lugar é do tipo “nada pra fazer” e fazer nada é meu hobby. Amo muito!!

Caminhar na praia enquanto a chuva não vem, esbarrar em dois ou três turistas, brincar com a cadelinha do dono do bar, comer, comer muito e comer bem! Depois, enquanto cai o dilúvio, balançar na rede, pensando na vida e tocando os pernilongos. Perfeito!

Tem alguma coisa praquelas bandas do mundo que me atrai e me faz bem. Ok, que depois de viajar à noite pra BH, para, às 4 da madruga, partir pra Confins – eta aeroporto longe, sô -, pegar um voo pra Salvador, esperar três horas pela conexão, voar pra Ilhéus, pegar um táxi pra rodoviária, pegar ônibus pra Itacaré e pegar carona pra Península de Maraú… Eu cheguei mareadinha. Vomitei até dizer que chega. E um pouco mais além…

Mas dê só uma olhada na rodovia que nos leva à Barra Grande:

Isso é uma BR. A 030… Chacoalha, chacoalha, chacoalha…

Valeu a pena? Of course! Mesmo com chuva, o lugar é lindo. E, graças à chuva, estava duma tranquilidade sem fim.

Já fui em alta temporada – reveillon -, em média – outubro – e, agora, em baixa e é sempre bom.

Conhecendo as pessoas certas, a vida social na região é intensa. Sempre tem festa, sempre tem alguma comemoração. Socializo mais numa aldeia com 150 habitantes do que numa cidade com 85 mil. Porque as pessoas são mais interessantes, lá. Quem optou por viver ali sabe o que é bom. São pessoas bem sucedidas que se cansaram da agitação, do trânsito, do consumo desenfreado, do culto à aparência. São alegres, inteligentes e cultas.

Os nativos são simpáticos e tranquilos.

Os hippies… Hippies de 2012 são um saco em qualquer lugar. Dispenso.

Abandonei o vício em café quase sem dor. Tomei muito suco de fruta daquela terra e adorei cada um – cacau, eu te amo. Comi peixinhos quase sem sentir dó. Observei as vidinhas correndo e nadando pelos corais. Fui ao mangue. Corri atrás dum coelho branco e cheguei à melhor doceria da península: Vovó Zezé! Recomendo muito a cocada com cacau!!

Minha pele ficou boa, lisa. Meu cabelo ficou macio. Minhas unhas não lascaram. Meu humor era sempre bom. Que lugar!

Luna, a cachorrinha dos chilenos do Ponta do Mutá

Ponta do Mutá

Pousadinha delícia.

Taipu de Fora na maré baixa. Coqueiro, vítima da maré cheia.

Água turva… Chuvas…

Vidinha!

Cansou de peixe? Tem pizza, lasanha, macarronada! Não cansou? Tem tudo isso também com peixe e frutos do mar!

Na volta pra casa, passamos por Ilhéus. Outra cidade bacana. Compramos chocolates – com direito a foto ridícula -, almoçamos no Bataclan, da Maria Machadão, e tomamos sorvete de frutas nativas!!

Toda vez que volto a Minas, vindo de lá, só consigo pensar naquela musiquinha que diz:

“I don’t to wanna stay here/I wanna to go back to Bahia”. Inglês falho, mas mensagem correta! Um dia, ainda fico por lá.

E voltando a Minas:

Ah, Minas Gerais… Quem te conhece sente falta do mar.

Agradecimentos especiais a Tia Lili, Tio Lulu, Dr. Samuel e Patricia. Graças a vocês, essa viagem foi maravilhosa!

Dicas de viagem

Fim de ano e minha cabeça já está lá em 2011. Por isso, esqueci de quatro dicas de viagem muito importantes.

1. Faça seguro saúde. Viajar sem seguro não é bom. Nos Estados Unidos, por exemplo, atendimento médico/dentário é uma fortuna e remédios, idem. Pode ser que você não use, mas seguro morreu de velho.

Procure saber se seu cartão de crédito oferece algum plano de saúde ou desconto. O meu, por exemplo, se eu comprar a passagem – ou trocar os pontos da passagem – com ele, ele oferece um seguro saúde para viagem gratuito.

2. Pelo menos uns três meses antes de uma viagem internacional, verifique seu pasaporte e seu visto. Alguns países exigem passaporte com validade mínima de 1 ano. Não corra o risco de chegar no aeroporto e ter que voltar para casa. Sério! Acontece!

3. Ama sua mala?! Não viaje com ela de avião. Minhas malas, novas, compradas na Century 21, chegaram como se houvessem sido mastigadas pelo avião. E, como meu assento ficava sobre o bagageiro do avião, vi os trabalhadores derrubarem um container cheio de malas lá do alto. Isso, nos Estados Unidos. Mas minhas malas foram destruídas, mesmo, entre o Rio de Janeiro e BH.

4. Se você é de BH e vai comprar muito no exterior, tente não passar pela alfândega de Confins. Como geralmente há conexão, veja com a companhia aérea se há a possibilidade de voo com check out no Rio ou em SP. Isso, porque BH recebe poucos voos internacionais e o pessoal da Alfândega fica ansioso para trabalhar. Eles abrem malas, verificam sola do seu tênis, sem preguiça de multar. Já no Rio ou em SP, é tanto voo que você só vai para o raio-x se estiver com muita mala mesmo, com cara de suspeito ou for muito azarado.

Mão-de-vaca – 3ª Parte

O que me desmotiva a escrever sobre NY, agora, é que me dá um aperto no peito, uma saudade de lá… E pensar que estou de volta ao Brasil, lembrar da rotina chata e dos problemas de sempre – alô Banco do Brasil!! Cadê meu acesso ao gerenciador?! – me dá tristeza. Queria estar lá, ainda, naquele frio cão que começou de vez! Andando muito, comprando um bocado e comendo besteiras.

Então, esse último mão-de-vaca NY será um pouquinho diferente. Só vou dar uma dica de economia! Mas é das boas.

Pontos! Faça um cartão de crédito que dê pontos. Veja bem: que dê! Os do Banco do Brasil e do Unibanco, por exemplo, cobram taxa de transferência de pontos. Isso não é legal. Há cartões, como o Tam Fidelidade – para quem viaja de Tam – que oferecem muitas vantagens. Veja com os bancos quais os mais indicados para sua rotina de vida e faça o melhor!

Comece a pagar suas compras e contas – de água, luz e telefone, inclusive – nesse cartão de crédito. Os pontos expiram depois de um tempo. Informe-se sobre isso. Mas se você conseguir juntar uma boa quantidade, use-os para viajar! Fomos para NY – e voltamos – sem gastar com passagens. Tudo trocando pontos. E já marcamos de ir para a Argentina em julho – quem sabe, não fico por lá?! Pontos são meus melhores amigos!!

Então, para encerrar essa viagem, algumas fotos. Bora lá!!

Bom, como o tema é mão-de-vaquismo, ande de metrô. É seguro, é barato – você pode comprar o passe-livre para 1, 7 ou 14 dias – e é rápido. Fede, às vezes, mas táxi não é limpo nem cheiroso e é um perigo – já viu como eles dirigem?

Algumas estações são bem bonitinhas. Tem arte!! Adorei esses bonequinhos!

A Grand Central Station é uma estação linda!! O teto é maravilhoso! Pena que a máquina não conseguiu captar a beleza do lugar – é meio escuro.

Lá dentro fica uma Pylones gigante!! Adorei e comprei mais do que deveria. O atendimento do “china” foi sensacional!! Até nos deixou fotografar – o outro vendedor ficou puto!

Comer bem, num bar gostoso, é no Juniors. É um lugar muito americano!

É a melhor parada depois de atravessar a Ponte do Brooklyn à pé. A comida é ótima e não para de ser servida – acompanhamentos são gratuitos e abundantes. Fui duas vezes: tomei café da manhã no balcão e levei um cheesecake de morango e um Devil’s Food para casa e, na segunda vez, fui para o brunch e sentei no fundão. Pedi sanduíche de pastrami – espetacular!! – e cheesecake de chocolate. Esse, da foto, é de framboesa. O marido quem pediu.

Para quem quiser ir de metrô, para quase que na porta. Petiscos deu a dica disso.

No dia em que fui à loja do Marc Jacobs, passamos na Gray’s Papaya. Segundo Antony Bourdain, o melhor cachorro quente de NY. Nhé… Já comi melhores. É seco, sem graça e ainda come-se em pé. Mas o suco de piña colada é o que há!!

E por falar em comer bem: Crumbs. Ai que saudade dos cupcakes de lá…

Outro lugar que adorei, foi um shopping que abriram numa igreja: Limelight Marketplace. Bom, o prédio foi uma igreja, antes de virar boate gay e, agora, shopping. É lindo e tem lojas ótimas!

Saí de lá com as mãos abanando e o coração partido. Eu queria tanto tanta coisa, mas não comprei nada…

Foi lá que descobri que 90% das pessoas que aparecem no Petiscos, apresentando uma nova linha de bijus, é cara de pau demais. É um povinho que vai para NY e volta se achando designer, mas é só plagiador sem vergonha! Falei!

Um dos lindos vitrais da igreja-templo de consumo.

E por falar em igreja, entrei na de Saint Patrick e deslumbrei! Que lugar lindo! Que miudinha eu me senti. Igreja tem que ser assim: tem que colocar o homem em seu devido lugar de poeira cósmica.

Para encerrar, Chelsea Market e o melhor sorvete que já tomei na vida!!! Tem gosto, e bom, daquilo que se propõe a ser. Por exemplo: o sorvete de pistache tem gosto de? Pistache!!! Eu moraria no Chelsea Market se eu pudesse. O lugar é jóia!!

Pois é… Chegamos ao fim.

Eu fui a muitos outros lugares. Comi bem e demais em muitas lanchonetes e restaurantes. Fui a lugares lindos. Comprei em muitas lojas divertidas. Mas não vale a pena postar tudo, porque seria muita coisa e, ao mesmo tempo, pouca coisa demais. NY é daqueles lugares que devem ser explorados, descobertos. Tem que se ir várias vezes! Há muita coisa para ver e há sempre novidades.

E você pode fazer uma viagem barata – desde que você não seja uma louca consumista como eu. Se for louca consumista e estiver sem grana/com dívidas/no aperto, bem, fique em casa. Conselho de amiga. Não vale a pena ir lá para passar vontade. Deixe para ir quando puder comprar.

Quem precisar de alguma dica sobre a cidade, pode me enviar e-mail que respondo com prazer. Não sou expert em NY, mas meu marido já morou lá e sabe de coisas demais.

Mão-de-vaca – 2ª Parte

Esta não foi uma viagem de turismo nem de lua-de-mel. Foi coisa de muambeira, mesmo!! E o melhor para torrar dinheirinho é outlet! Assim, compra-se mais por menos!! As de Jersey são ótimas! Adorei:

Para uma muquirana, como eu, Woodbury é caro!! Gostei, mesmo, foi do Jersey Gardens!

Amei a Victoria’s Secret de lá! Não tinha as loções tradicionais, mas tinha perfumes, álcool gel, kits para presente, calcinhas e sutiãs em bancões de queima total: 10 calcinhas por 15 dólares. 2 sutiãs por 15 dólares. Eu não arrisco a comprar sutiã sem experimentar, mas, se você pode, vale a pena! As tais blusinhas “podrinhas” que as blogueiras tanto amam: 3 por 9.00!! Comprei uma jaqueta de pelinhos por US$ 19.00!! Coisa linda!!

Ainda tem A|X Armani Exchange Outlet, Adidas, Aldo Sale Shop e Aldo Shoes Outlet, As Seen on TV (para quem curte um Bumpit), Bed, Bath & Beyond, Benetton – baratassa!! -, Calvin Klein, Converse, Ecko Unlimited, Gap Outlet só para citar as que eu amei! Mas tem mais, muito mais!! O Shopping é bem grande e cansa horrores andar tudo. Vá com tênis/sapato BEM confortável, uma roupinha fácil de tirar – para experimentar as peças -, cedo – abre às 10h – e de muito bom humor! E vasculhe TUDO!!

Só não me acabei de comprar, lá, porque me falaram tanto do Woodbury que quis deixar algo para depois. E me arrependi…

Para quem está a pé, é meio fora de mão, já que fica em New Jersey. Mas o ônibus que leva ao Ikea – outra grande pedida!! – leva ao Gardens. O negócio é carregar a sacolada sem ter onde guardar…

A grande vantagem é que em  NJ não há impostos sobre roupas e, para outros itens, gira em torno dos 3,5% (contra os 8,875% de NY), por isso, fica tudo mais barato!!

Obs.: no Gardens, as coisas são bem baratas, pois é um outlet. Mas preços e promoções variam muito em relação à época do ano. Em janeiro, fiquei sabendo, o Woodbury é imbatível. Na dúvida, vá aos dois!! Duas vezes cada, intercalando!! kkk

Ikea:

A Ikea é a Tok Stok sueca. De fato, é aquilo que a Tok Stok não deu conta de ser: design bonito, preço baixo, para jovens que estão montando seu primeiro AP. É de pirar lá dentro. Tive que segurar o marido para ele não levar  loja toda para casa… Enviamos para casa dois móveis para computador por 39.00 cada, um jogo de panelas de 5.00, luminárias e etc. Por sorte, temos amigos nos States que podem trazer muamba mais pesada…

Tem Ikea no Brooklyn, em NY, mas a de Elizabeth tem aquela vantagem do imposto mais amigo…

Newport Centre Mall:

Outro shopping, em NJ, que eu amei. JCPeney e Macy’s, de lá, são bacanas – em NY, detestei a multidão! Também adorei, no mesmo estilo – departamento – a Kohls e a Sears – tem kits de perfumes muito baratos.

Foi lá que encontrei a única Forever 21 aberta. Todas as outras estavam em reforma! E essa loja é muito barata! Muito jovem, também… Calça skinny por 10 dólares!! Jaquetas de lã por 40.00!! Pena que já tenho 36. Se fosse mais jovem, me esbaldaria lá!

Tem mais uma porção de lojas no Newport – dê uma olhada no site deles. Não é outlet, mas é mais em conta que NY.

Woodbury:

Tem loja demais!! Fomos de carro, paramos perto da torre de informações – para nos localizarmos melhor, já que a torre é o ponto mais alto – e voltamos no carro zilhões de vezes para deixar as sacolas.

Não consigo imaginar a vida de quem vai de busão. Haja mala para arrastar!! E olha que nem pegamos uma boa época do ano. As liquidações gigantescas começam, como eu disse, em janeiro.

Fui em:

  • A|X Armani Exchange – melhor que o do JG, em termos de peças
  • Adidas – para quem curte esporte, bons preços
  • Aldo – muito boa, como as de JG
  • Banana Republic Factory Store
  • Barneys New York Outlet – tudo caro!
  • Bass
  • Benetton – a de Jersey tinha preços melhores
  • Betsey Johnson – tudo caro!
  • Burberry – tudo caro!
  • Calvin Klein Men’s – marido morou lá
  • Calvin Klein Women’s – a jaqueta de couro que namorei tanto em JG, não existia lá… Frustrei total…
  • Claire’s Accessories – onde encontrei os esmaltes do humor. Coisinhas carinhas, para o que são, mas, fuçando, acha-se umas pechinchas.
  • Converse – morei lá!
  • Diane Von Furstenberg – tudo caro! Muito caro!
  • Diesel
  • DKNY – preços amigos demais! Pena que tinha pouca variedade.
  • DKNY Jeans – preço irmão camarada!! Comprei um jeans por US$ 16.00!!
  • Ecko Unltd – moramos lá!! Saí com 16 anos de idade, de tanta roupa “adolescente” que eu comprei. E um relógio deslumbrante de fofo!!
  • Ed Hardy
  • Fossil – relógios com bom preço
  • Gap Outlet – preferi a de JG
  • Godiva Chocolatier – me recuso a comer outro chocolate!! Se não for Godiva, não será!
  • Guess Factory Store – caro…
  • J.Crew – acho que entrei nela, mas, se nem me lembro, não foi bom…
  • Jimmy Choo – quando eu vi uma sandália, na superpromoção, saindo por US$ 1,700.00, dei meia-volta!
  • Juicy Couture – tudo caro! Não MUITO caro, mas nos mesmos moldes das lojas de NY
  • Kensie – amei! Pena que cheguei a ela tão cansada que nem queria mais comprar… Se eu fosse adolescente, teria esvaziado a loja!
  • Kipling – nada espetacular, mas, considerando os preços no Brasil…
  • Lacoste – tudo caro!
  • Lancôme – The Company Outlet
  • Levi’s Outlet Store – paraíso do consumo!!
  • Longchamp – hein?! Uma bolsinha de por moeda, na promoção, custava US$ 90.00. Não é para mim!
  • MaxStudio.com – amei!! Comprei dois vestidos e uma saia, lindos, e não gastei 120 dólares nisso!
  • Michael Kors – tudo caro!
  • Nautica
  • Polo Ralph Lauren – caos, lá dentro.
  • Prada
  • Puma – amei!! Pechincha total!!
  • Ralph Lauren
  • Ralph Lauren Home
  • Reebok
  • Saks Fifth Avenue Off 5th – preferi a de JG
  • Spyder
  • Swarovski – gostei dos preços
  • Timberland
  • Toys”R”Us Outlet
  • Victorinox Swiss Army – não gostei dos preços
  • Williams-Sonoma Outlet – comprei baunilha!!

Como podem perceber, não fui a Chanel, Dior, YSL e outras lojas, tradicionalmente, “não-para-meu-bico”. Simples: não queria nem ver. Passar vontade? Não, não tenho vontade de coisas tão caras, ainda bem!

Lá tem bem mais lojas, mas fomos duas vezes e me cansei antes de poder conhecer todas.

Century 21:

Lugar detestável! Mas imbatível nos preços para sutiãs – se você pode comprar sem experimentar -, souvenirs, malas e bolsas. Sapatos e roupas, os preços são muito bons, mas, não, necessariamente, imbatíveis. O problema é aguentar o furdunço do lugar.

Importante!! Acompanhe o/a balconista na hora de passar seus produtos em oferta, em todo lugar. Aconteceu tanto erro nas minhas compras que nem te conto!! Não sei se por falha nos códigos de barra, má fé dos vendedores ou só desorganização geral das lojas. Mas se está na banca de 60% de desconto, eu quero 60% de desconto!!

Mão-de-vaca – 1ª parte

Existe um audiobook chamado NY Para Mãos de Vaca. Deve ter impresso, também… Não sei. É um guia ótimo para quem quer gastar pouco com turismo para sobrar mais para a muamba.

Meus passeios turísticos foram nesse estilo. O mais caro que topei pagar foram 12 dólares por cabeça para o Zoo de NY. E achei muito! Quem não gosta de ver bicho preso e sofrendo – eu sofreria, no lugar deles – pode andar, gratuitamente, pelo Central Park. Coisa linda de viver!!

Ave tropical para gringo ver


O MoMA não cobra entrada nas sextas-feiras, à partir da 16h. Passe na portaria e pegue seu ticket – cortesia da Target – para ver as obras de arte modernas… De graça, eu achei caro. Não tenho o menor saco para ficar olhando para quadro. Preferi as paredes com as pinturas indicativas. Mas essa é eu… O marido amou tudo!

Pegar o ferryboat – gratuito – para atravessar o rio Hudson - tô inventando isso? - para ver a Estátua da Liberdade é bacana. Fomos à noite. Vista linda! Pena que fazia um frio do cão.

Atravessar a ponte do Brooklyn, à pé, é uma boa pedida – desde que não esteja ventando. A vista é linda.

Na sincera, andar pela cidade já é um espetáculo. Estando lá, não precisa gastar muito para fazer um passeio turístico de qualidade.

Sobre os Hotéis

Conforme prometido:

Agora que estou no AP Agora que estou de volta, posso falar sobre os hotéis que ficamos. Foram três:

Super 8 Motel: parecia ruim, mas não é. O café da manhã, incluso na diária, é numa área muito pequena e tumultuada. E nada de variedade. Mas o quarto era bem bom, com geladeirinha e microondas – oportuno demais!! Em frente ao hotel, tem ponto de um ônibus – hispânico – que leva a NY.

Preço amigo – na faixa dos 77 dólares, a diária – e muito bem localizado, já que fica em Jersey e é meio caminho para o Jersey Garden e para Manhatan!! Sem contar que tem comércio variado em volta e alguns restaurantes que entregam lá.

Esqueci de tirar fotos… Essas são as do site.

Hilton A.C.: entrei no hotel e senti cheiro de idosos!! E há muitos deles: de andador ou cadeira motorizada, trançando pelo cassino. Todos fofos e simpáticos, comendo mal, bebendo, fumando e jogando muito!!

Eu não joguei. Não gosto e nem sei.

O quarto é bem bonitinho e tem temperatura controlada, ou seja, nada de se preocupar com o aquecedor. A vista para o pier era espetacular!

Como ficamos de domingo para segunda – dia de baixa – pagamos bem pouco! Foi a diária mais barata – cerca de 55 dólares. Mas sem direito a café da manhã. Por mim, tudo bem, pois tem um Burger King logo ali e o café da manhã do Burger é show!!

No hotel, além do cassino, tem piscina aquecida e spa, alguns restaurantes e um barzinho joia.

Na sequência: hotel, banheiro, quarto, vista da janela do quarto, cassino, corredor

Mercury: esse já é em NY e é o piorzinho dos três. Mas não era ruim. Café da manhã razoável, cinco travesseiros na cama, restaurante indiano dentro do hotel – ainda não sei se gostei da comida – e muitos shoppings no entorno. Faltou uma geladeirinha no quarto. Mas teve bom… Fica há 30 minutos, de carro, da Woodbury. Diária em torno dos 68 dólares.

Frente do hotel e nosso carro lotado!!

Em NY mesmo, nessa época do ano, as diárias dos hotéis estavam meio salgadas, por isso, optamos pelo AP, em Chelsea – bairro gay. O AP não foi nada barato – 160 dólares a diária, pagos à vista -, mas era bem localizado e fofo. Claro que em hotel você tem comodidades, como alguém para ajudar com as malas, alguém para trocar as roupas de cama e banho e arrumar o quarto, mas o AP dá aquela sensação: “minha casa” que é muito boa!

Achamos o AP através do www.tripadvisor.com. Vá em “vacation rentals”. Esse AP, especificamente, é da www.42nyc.com.

Na sequência: quarto desarrumado, frente do prédio e a rua em que ficava o prédio

Lembrando que os preços variam MUITO de acordo com a época do ano. Janeiro, baixíssima temporada, é O momento de ir para NY. Os preços caem geral!!

Garotas Estúpidas

Com tanta coisa para fazer, com tanto post para terminar – alguns dependem do marido, já que não tenho memória para tanta coisa, e ele está em semana de provas. Então, tenhamos paciência – e lá estava eu passeando pelo G.E.

Mês passado, eu meio que me cansei de umas blogueiras, me enchi de tanto ver “jabá” disfarçado de post e deletei uma porção de “favoritas”. Mas continuo frequentando o GE. O estilo da Camila é divertido, ela é bem bonitinha e as dicas de NY que ela deu foram as melhores!!

Peguei dicas dela, da Vic Ceridono e da Marina Smith. Da Marinha, foi de maquiagem, mesmo, e da Jack’s World – que marido conhecia, mas não sabia do E.l.f.

A Vic não deu uma dentro – das minhas condições financeiras. Não gostei da Ricky’s, não era tudo aquilo. Na New London Pharmacy – ao lado do AP – não conheciam o produto que ela indicou que vendia lá. E a Bergdorf Goodman é loja de rico!! De muito rico!!

Já a Camis deu a dica de uma feira no Brooklyn muito bacana – Artists & Fleas – que eu não teria ido, se não fosse ela. As coisas lá não faziam meu estilo, mas valeu conhecer. E comprei um brinco lindo de gatinho de um “china” fofo.

E a Crumbs?! Passei por duas Magnolias e nem tchum para elas, depois de conhecer a Crumbs. Os melhores cupcakes que já comi na vida!!!

Comprei tanto na lojinha do Marc Jacobs que nem atravessei a rua para ver a livraria dele para não passar vontade. Era muita bugiganga barata!!

Também fui a Century 21. Marido também conhecia esta, mas a dica da Camila: “lembre de ir em um dia bem zen e com bastaaaante paciência…você vai precisar dela pra desvendar as araras amontoadas e enfrentar obom humor” maravilhoso das atendentes” foi o que me fez não desistir da loja. Fui três vezes até conseguir tolerar o lugar.

Só não segui mais dicas por falta de tempo e dinheiro. E, muito obrigada, Camila!! Volto mais pobre de grana, mas mais rica de cultura do consumo!!

Famo$o

Hoje fui ao médico e a secretária dele me perguntou meu estado civil. Parei, pensei, falei: “solteira”. Ela falou:”pensou demais”. É que união estável não é estado civil, né?! “Se ocê é amasiada, é casada!”

Bom, como não quero ser “amasiada”, a partir de hoje, “namorado” é “marido”, mesmo sem casamento, tá?!

Tudo isso para dizer que a única celebridade que vi nos States é um cara que o marido detesta. Toda vez que passa o clipe dele, marido fala: “que vontade de bater nesse cara!” Assim, sem maiores motivos, além de não ir com a cara do sujeito. E não é que estávamos parados, na van, em frente a um hotel, esperando o próximo passageiro que iria para o aeroporto e, quem também estava na porta do hotel?! Bruno Mars!! O sujeito que marido odeia!! Falei: “aproveita e vai bater nele!” A birra é grande mesmo, porque ele nem tinha reconhecido o Bruno e já estava implicando com ele: “playboyzinho!!”

Eu não tenho nada contra o Bruno, então, em homenagem a única celebridade da minha viagem – por pouco, nenhuma, já que vim embora duas horas depois de vê-lo -, um clipezinho dele: